Economia
Atrasados do INSS: Justiça libera R$ 1,4 bilhão para mais de 94 mil beneficiários
Conselho da Justiça Federal autoriza pagamentos referentes a 75.547 processos que envolvem atrasados do INSS.
O valor referente aos atrasados cobrados na Justiça por 94.698 de beneficiários do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) já foi liberado pelo CJF (Conselho da Justiça Federal). O total é de R$ 1,4 bilhão, que será usado para quitar 75.547 processos.
Leia mais: FGTS e auxílio emergencial podem ser bloqueados para quitar dívidas? Entenda!
O montante é referente aos processos de aposentados que venceram ações na Justiça em agosto. Os dinheiro é liberado em até 60 dias, o que significa que quando o juiz decreta o pagamento em setembro, o depósito pode ser feito até novembro.
De acordo com a Folha de São Paulo, só o TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) pagará R$ 205 milhões a 9.766 beneficiários que abriram 8.414 processos. O órgão atende os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
As RPVs (Requisições de Pequeno Valor) são usadas em ações em que envolvem até 60 salários mínimos (R$ 66 mil atualmente). Caso a soma seja superior a esse valor, o aposentado recebe por meio de precatórios, que são liberados apenas uma vez ao ano.
Em 2021, o pagamentos dos precatórios já foi feito. Isso significa que quem ganhou um processo recentemente terá que esperar até o próximo ano.

-
Tecnologia12 horas atrás
5 ajustes essenciais em celulares Samsung que todo dono deve fazer
-
Tecnologia9 horas atrás
Desconexão noturna: por que desligar o Wi-Fi do celular é essencial?
-
Mundo20 horas atrás
Musk deve deixar o governo Trump em breve, diz jornal
-
Cotidiano2 dias atrás
Feriados de abril: veja quais caem em dias úteis e podem virar descanso prolongado
-
Empresas2 dias atrás
Prosegur pretende investir 5 milhões de euros no Brasil
-
Agronegócio2 dias atrás
Não mate sua planta! Veja dicas essenciais para cuidar da zamioculca
-
Empresas2 dias atrás
Taurus adquire fabricante turca de armas Mertsav
-
Investimentos2 dias atrás
Com alta da Selic, quais investimentos se tornam mais atrativos?