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Economia

Auxílio emergencial: sai novo saque da 6ª parcela de até R$ 375

Dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal no dia 29 de setembro.

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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em agosto podem sacar, a partir de hoje (14), a sexta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de setembro.

Leia também: Pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 começam nesta semana

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

* Colaborou Andreia Verdélio

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Economia

Liberado auxílio no valor de R$ 200 para famílias carentes até 2022

Recursos da ajuda devem ser destinados para a compra de alimentos e produtos de higiene. Cerca de 30 mil famílias já foram beneficiadas.

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Cerca de 100 mil famílias em situação de vulnerabilidade serão contempladas com o auxílio financeiro do programa Ser Família, projeto idealizado pelo Governo do Mato Grosso. A ajuda, cujo valor inicial era de R$ 150, passou a oferecer a quantia bimestral de R$ 200 a partir deste mês. A medida vai funcionar até dezembro de 2022.

Leia mais: Novo auxílio de R$ 600 é confirmado; Veja quem recebe

O programa Ser Família é oferecido desde maio às famílias carentes do Estado do Mato Grosso. Recebem aquelas com renda mensal per capita de até R$ 89, com inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) e participação no Bolsa Família. Para os repasses, foram emitidos cartões com o símbolo do programa.

Os recursos da ajuda devem ser destinados para a compra de alimentos e produtos de higiene, sendo proibido o uso para a aquisição de bebidas alcóolicas, combustíveis e produtos cosméticos. Até o momento, cerca de 30 mil famílias já foram beneficiadas com o benefício.

Programa passa por nova formatação

Diante das alterações dos critérios do programa e na forma de pagamento, presentes na Lei 602/21 aprovada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), o programa Ser Família passará por uma nova formatação.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), haverá a substituição dos cartões previamente disponibilizados aos assistidos do programa. Isso porque uma nova empresa ficará encarregada da administração dos próximos valores. Com isso, será necessário substituir todos os cartões dos contemplados.

Segundo a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Rosamaria Carvalho, a previsão é de que todo o processo de atualização dos cartões aconteça ainda neste mês. Ela reforça dizendo que não haverá mudança de beneficiário, sendo feito apenas esse ajuste no programa, que garantirá um valor superior e por um maior período aos assistidos.

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Empresas

Facebook reporta lucro superior a 9 bilhões de dólares no último trimestre

A companhia tem mais de dez mil funcionários

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O Facebook reportou lucros superior a 9,19 bilhões de dólares no último trimestre, alta de 17% ante trimestre anterior.

A companhia tem mais de dez mil funcionários espalhados pelo mundo e, após o fechamento do mercado, as ações da empresa subiram cerca de 4%.

A receita ficou abaixo da expectativa de analista, com US$ 29 bilhões registrados, aumento de 35% ante 2020.

Também obteve crescimento estável em relação ao número de usuários, sendo 12% nos últimos três meses em seus aplicativos, um aumento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Quanto aos apps, a companhia marcou 3,6 bilhões de usuários mensais — acima da expectativa de 3,5 bilhões — mesmo em meio aos vazamentos slides que mostravam prejuízo aos usuários em detrimento do crescimento das redes.

Facebook Pay: O que é e como se relaciona com o WhatsApp?

Facebook

Ainda de acordo com o balanço, a divisão “Outros” do Facebook, que inclui hardwares como o aparelho de realidade virtual Oculus, atingiu receita de US$ 734 milhões, um aumento de 195%, acima das expectativas de analistas, que eram de US$ 477 milhões.

Já para o próximo trimestre, a companhia espera uma receita entre US$ 31,5 bilhões e US$ 34 bilhões – a expectativa de analistas é de US$ 34,8 bilhões.

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Economia

Horário de verão não gera economia de energia, aponta estudo do MME

Ministério entende não haver benefício na aplicação do horário de verão.

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Um novo estudo encomendado pelo Ministério de Minas e Energia reitera avaliação anterior de que a adoção de horário de verão não resulta em “economia significativa de energia”, e que as medidas adotadas pelas autoridades do setor são suficientes para garantir o fornecimento de energia.

Veja ainda: Energia poderia ser solar e gratuita no Brasil? Entenda

Em nota, o ministério informa que “considerando análises técnicas devidamente fundamentadas, o MME entende não haver benefício na aplicação do horário de verão e que as medidas tomadas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) têm se mostrado suficientes para garantir o fornecimento de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional de energia elétrica (SIN) na transição do período seco para o período úmido”.

De acordo com a pasta, a aplicação do horário de verão “não produz resultados na redução do consumo nem na demanda máxima de energia elétrica ou na mitigação de riscos de déficit de potência. Além disso, na avaliação mais recente das condições de atendimento eletroenergético do SIN, realizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para este mês de outubro, verifica-se que o sistema se encontra com recursos energéticos suficientes para o adequado atendimento à potência”.

O MME acrescenta que, segundo os novos estudos, a redução observada no horário de maior consumo (entre as 18 e 21h) acaba sendo compensada pelo aumento da demanda em outros períodos do dia, em especial no início da manhã. “Pelas prospecções realizadas pelo ONS, não haveria impacto sobre o atendimento da potência, pois o horário de verão não afeta o consumo no período da tarde, quando se observa a maior demanda do dia”, complementa a nota.

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