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História de Elon Musk: conheça a trajetória desse grande empresário

Conheça a história e a fortuna de Elon Musk, um dos bilionários mais famosos no mundo dos negócios e nas redes sociais! Clique aqui!

Biografia Elon Musk

Mandar um carro para o espaço, acumular U$ 23 bilhões e registrar o filho com o nome X Æ A-12 é no mínimo um tanto quanto ousado, não é mesmo? E isso não é tudo, é só a ponta do iceberg da história do ilustre Elon Musk!

Um empresário bilionário envolvido em diversas polêmicas e com a mente transbordando ideias totalmente ambiciosas.

Veja também: Conheça Luiza Trajano, a presidente da grande rede Magazine Luiza!

O empreendedor e filantropo com três nacionalidade (sul-africano, canadense e americano) é dono de diversos negócios, entre eles, as tão famosas Tesla e SpaceX.

As ideias do homem são brilhantes e estruturam a sua fortuna invejável.

Conheça a história de Elon Musk e a sua trajetória até o sucesso.

Continue a leitura!

Quem é Elon Musk – Conheça sua história

Não podemos negar que as ideias de Elon Musk são dignas de um nerd, e o próprio empresário se assume com essa personalidade.

Desde a sua juventude, Musk se aventura na leitura de clássicos da cultura Geek. De acordo com ele, sua criação foi feita pelos livros, e depois por seus pais. Musk se destaca na internet não somente por sua fortuna e inteligência. Na verdade, o seu jeito de empreender “moderninho” atraiu diversos fãs, que tornaram o empresário uma celebridade.

Sem dúvida, a persona pública de Elon é bastante apreciada por milhões de pessoas, devido ao seu entusiasmo pela cultura pop e negócios inovadores. Mas nem tudo são flores, é notório que o empresário tem dificuldades em lidar com críticas e em cumprir promessas mirabolantes. Gostando ou não de Elon Musk, é inegável o quão surpreendente ele é.

Isso porque, quando ele tinha apenas 30 anos, sua fortuna já passava de US$ 150 milhões, um homem que chegou ao Canadá quase sem grana. É claro que tudo isso não surgiu de um dia para o outro, e para chegar a esse patamar foram esforços árduos.

De acordo com Musk, para ser um executivo de sucesso, é preciso estar disposto a encarar jornadas de trabalho semanais de até 100 horas.

Com toda a sua dedicação no decorrer dos anos, o empreendedor tornou- se uma das figuras mais ousadas dos últimos tempos.

Os seus projetos de inovação e tecnologia se tornaram reais e de sucesso, o nome de Musk aparece nas famosas Paypal, Tesla, SpaceX e Neuralink.

Seria essa uma estratégia de diversificação de investimento ou é a praia de Elon Musk surfar em várias ondas?

Independente da intenção, o empresário está presente em segmentos como energia limpa, mobilidade, exploração espacial, inteligência artificial e neurociência.

Início da vida Formação

Quem pensa que Elon Musk é mais um norte-americano, está enganado!

O empresário na verdade nasceu em 1971, na África do Sul, filho de Maye Musk, uma modelo e nutricionista canadense e Errol Musk, um engenheiro, piloto e marinheiro sul-africano.

Sua infância e juventude aconteceram no continente africano, quando finalmente, perto dos seus 18 anos, se mudou para o Canadá.

Foi nessa época em que Musk foi aceito em duas instituições para cursar a graduação: física e engenharia na University of Waterloo ou física e economia na Queen’s University. Entretanto, o início da vida canadense foi complicado para Musk.

Para pagar as suas contas e se matricular na Queen’s University, Musk precisou da ajuda de parentes e fez bicos como limpador de bombas e cortador de madeira.

Com a transferência para a Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia Musk finalmente conseguiu o bacharelado em Física e Economia em 1995.

No mesmo ano, iniciou o doutorado em Física na Universidade de Stanford, mas em apenas dois dias desistiu e trancou a matrícula.

Essa sacada de abandonar a carreira acadêmica ocorreu porque Musk decidiu se dedicar a sua primeira empresa, fundada junto com seu irmão Kimball.

Um fato bem curioso sobre Musk é que, de acordo com ele, “a universidade é para se divertir e para provar que você é capaz de fazer tarefas, não é um espaço de aprendizado”.

Nessa colocação, que ocorreu no Satellite 2020, Musk ainda citou alguns grandes nomes que desistiram das faculdades como Bill Gates, Steve Jobs e Larry Ellison.

História da Trajetória e fortuna de Elon Musk

Na década de 90, enxergando a oportunidade do boom da internet, os irmãos Elon e Kimbal criaram a Global Link, especializada em mapeamento de cidades.

Como todo mundo em seu começo, os irmãos Musk também tiveram seus perrengues.

Como não tinham muitos recursos próprios, eles conseguiram levantar capital com um pequeno grupo de investidores-anjo e com seu sócio Greg Kouri.

E olha, a ideia rendeu bons frutos logo nos primeiros anos. Com o serviço, a dupla conseguiu reunir dados públicos de mapas e de negócios.

A partir desses dados, a empresa criou um banco de dados e serviços para comerciantes locais anunciarem e se conectarem a clientes.

As boas ideias geralmente sempre são bem reconhecidas e a solução dos irmãos Musk atraiu clientes como New York Times e outros 160 jornais.

Com isso, a empresa cresceu com aporte de US$ 3 milhões de um investidor e foi rebatizada como Zip2.

O desenvolvimento da Zip2

Em 1998 a Zip2 se fundiu com a sua principal concorrente, a CitySearch.

Como resultado, em menos de um ano, em 1999, a Compaq Computer pagou US$ 305 milhões para adquirir a Zip2.

Nessa negociação, Elon Musk levou a bolada de US$ 22 milhões.

Ou seja, em menos de 5 anos, desde que abandonou o seu doutorado, Musk já havia se tornado um multimilionário!

Com a grana, Musk criou a X.com em novembro de 1999, um dos primeiros bancos online do mundo.

Quatro meses depois, em março de 2000, o X.com se uniu a seu concorrente, a Confinity e como Musk era o maior acionista, logo se tornou CEO da fusão.

Com o avançar da empresa, os propósitos de Elon Musk mudaram.

As iniciativas da X.com foram substituídas pelo desenvolvimento do sistema de pagamentos que era desenvolvido pela Confinity, o PayPal.

Logo, o banco online deixou de existir e a empresa foi rebatizada como PayPal, o que levou a abrir o capital.

Em 2002, o IPO da Paypal estava avaliado em US$ 61 milhões e em outubro do mesmo ano o eBay adquiriu a empresa por US$ 1,5 bilhão, 77% acima do preço do IPO.

Nesse cenário, após vender suas duas companhias, Elon Musk não parou por aí, desde então, o empresário se dedicou a seus novos projetos.

Com isso, em 1 de julho de 2003 nasceu a Tesla, que hoje é a empresa que mais vende carros elétricos do mundo.

Mas é claro, que não para por aí!

No leque de empresas de Musk, ainda podemos encontrar negócios sensacionais, como o Hyperloop.

Esse sistema de transporte consiste em vagões que flutuam sobre trilhos usando levitação magnética, percorrendo caminhos dentro de “tubos” a vácuo.

Curiosidades sobre a história de Elon Musk

Um homem tão ambicioso com projetos que vão desde energia solar até exploração espacial, deve ser, no mínimo, uma pessoa de gostos excêntricos.

Elon Musk é bastante polêmico na internet devido aos seus fortes posicionamentos, talvez se ele não fosse assim, não chegaria ao sucesso que tem hoje.

Então vamos a algumas curiosidades interessantes sobre Musk para você ficar ainda mais intrigado com a mentalidade desse empresário.

  • Crítico do transporte público

Elon é um grande crítico do transporte público e tem uma posição bastante individualista sobre esse tipo de meio de locomoção.

Segundo ele, esses transportes não saem na hora desejada, do lugar desejado e não chegam ao lugar desejado.

Além de obrigar o passageiro a compartilhar o ambiente com desconhecidos.

  • Taxação para os mais ricos

O empresário apoia a taxação mais forte de bilionários assim como ele, com impostos de 40%, alíquotas sobre a transmissão de herança e renda mínima para os mais pobres.

  • Os teslanários

Os fãs de Musk, conhecidos como “teslanários”, foram tão simpatizantes com o bilionário que compraram as ações da Tesla enquanto elas estavam em baixa.

E para a surpresa de todos, após anos de sofrimento, hoje os “teslanários” tem em suas contas bancárias milhões de dólares!

É meus amigos, ser fã do Musk rendeu bons frutos!

  • Musk e Grimes

O relacionamento entre Elon Musk e Grimes, uma cantora de música pop eletrônica, deixou uma curiosidade enorme entre os fãs. Afinal, o que uma cantora tão diferenciada no seu visual e música fez para atrair o bilionário?

Elon Musk e Grimes

Elon Musk e Grimes em sua primeira aparição juntos no Met Gala

E em meio a essa história que não foi muito bem entendida por todos, ainda surgiu uma polêmica com a rapper Azaelia Banks.

De acordo com a rapper, Grimes a convidou até a mansão de Musk em Los Angeles para que as duas trabalhassem no disco novo de Azaelia.

Entretanto, Banks afirma que Grimes a deixou de lado e ficou dias cuidando de Musk, que estava mal depois de tuitar que iria comprar de volta as ações da Tesla.

  • X Æ A-12

A polêmica com Grimes não para por aí!

O casal teve um filho no qual teve seu nome de batismo como X Æ A-12, o qual posteriormente seria modificado para X Æ A-XII.

De acordo com o casal:

  • X = se refere a uma variável desconhecida.
  • Æ = se pronuncia como “Ash” e é em referência a Amor e Inteligência Artificial
  • A-12 = Archangel 12, o avião “mais legal de todos”, segundo o empresário.

Mas carinhosamente, Grimes e Musk se referem ao filho como “Little X”.

  • Musk deseja morrer em Marte

Isso mesmo! Um dos desejos do empresário é morrer fora da terra, no planeta vermelho.

Entretanto, até o seu dia chegar, Elon Musk deseja levar humanos a Marte, tornando o investimento na SpaceX ainda maior.

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Pichai Sundar, o indiano que comanda o conglomerado da Google

Confira tudo sobre a trajetória de vida dele aqui!

Pichai Sundar

Perfil de Pichai Sundar

Nome completo: Pichai Sundararajan
Ocupação: CEO do Google e da holding Alphabet
Local de nascimento: Chennai, antiga Madras, Índia
Data de nascimento: 12 de julho de 1972
Fortuna: US$ 600 milhões

Uma história que poderia perfeitamente estampar as telas do cinema, uma vez que se assemelha a de muitos roteiros que falam sobre o menino pobre que, pela força de vontade, se tornou vencedor.

Pichai Sundararajan, atual CEO de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, saiu de sua terra natal, uma pequena cidade da Índia, com o dinheiro contado para estudar na América.

Depois de ter se formado em Engenharia Metalúrgica no Instituto Indiano de Tecnologia Kharagpur, onde só tinha acesso ao computador três ou quatro vezes por semana, ele se tornou um dos principais nomes da Google.

Contratado pela Google, para atuar no gerenciamento e desenvolvimento de produtos, o primeiro desafio de Sundar foi desenvolver o Google Toolbar. Em seguida, liderou a equipe que criou o Google Chrome, buscador que se tornou o mais popular entre os internautas.

Atualmente, pode se dizer que Pichai é um homem rico, com um salário base de 2 milhões de dólares ao ano. Isso depois de assumir mais uma empreitada, a direção da Alphabet em 2019.

Apesar de parecer um bom valor, há rumores de que os valores são ainda maiores, pelo menos é o que aponta o programa de metas de desempenho que pagou 281 milhões em ações, em 2019 aos colaboradores.

Trajetória profissional

A mudança radical no destino do indiano ocorreu quando Pichai ganhou uma bolsa de estudos para o mestrado na Universidade de Stanford.

Foi lá na pós-graduação em Engenharia e Ciência de Materiais que passou a ter acesso a laboratórios informatizados e a computadores de última geração, o que possibilitou, inclusive, o trabalho com programação.

Diante do que tinha na Índia, estava imerso em um paraíso. Além dessa especialização, cursou MBA na Universidade da Pensilvânia, o que lhe abriu as portas do mercado de trabalho americano.

A primeira oportunidade foi na Applied Materials, empresa fornecedora de semicondutores para a indústria, a segunda, na Consultoria McKinsey & Co. Em ambas atuou por pouco tempo. O suficiente para chegar à Google com algum know-how.

O Google Toolbar, ferramenta que permitia a busca rápida para usuários de navegadores como o Mozilla e o Explorer, foi o primeiro produto de grande expressão desenvolvido sob a responsabilidade de Sundar Pichai.
Depois de ter cumprido a missão com louvor, veio aquela que se tornou a mais significativa, e que o credenciou definitivamente no campo da tecnologia, a criação do Google Chrome, em 2008.

Pichai liderou o processo e, como premiação, foi promovido a vice-presidente de desenvolvimento de produtos. A carreira em plena ascensão de Sundar, o colocava em cargos ainda maiores. Em 2012, tornou- se vice-presidente sênior.

Mais tarde, Sundar substituiu o criador do Android, Andy Rubin. Na continuação foi responsável pela integração dos serviços do Google ao sistema móvel.

Àquela altura, os produtos ainda estavam sendo criados separadamente, com pouca ou nenhuma conexão entre os serviços móvel e fixo.

Com a chegada de Sundar, a marca entrou de vez no Android e a mobilidade alcançou todas as possibilidades oferecidas pela Google, integrando de vez as plataformas e serviços.

Origem de Pichai Sundar

Nascido em Madras, no Sudeste da Índia, em 1972, Sundar é filho do engenheiro eletricista Ragunathan e da estenógrafa Lakshmi, uma família de classe média indiana que, naquela época, por volta dos anos 80, era bem modesta.

Para se ter ideia, apenas aos 12 anos, o garoto teve acesso a uma linha de telefone em casa, assim como a uma geladeira. A falta dela obrigava a mãe de Pichai a cozinhar todos os dias.

Ele poderia se sentir mal com isso ou até muito pobre, deixar de estudar para trabalhar, como fazem alguns pequenos nessa situação, mas a alteração da rotina proporcionada por equipamentos eletrônicos, o levou a outra dimensão.

A percepção dos benefícios da tecnologia

A partir dali, o menino percebeu as facilidades que a tecnologia trazia para a vida humana, e como era incrível poder criar essas possibilidades para a sociedade.

Ele descobriu que a tecnologia era transformadora e poderia melhorar a vida das pessoas. Tudo isso, só fortaleceu sua paixão por ela.

Mas chegar à América exigia dinheiro. A bolsa conquistada pelo indiano recém-formado em uma universidade da Índia, não era o suficiente para mantê-lo nos Estados Unidos.

Foi então que o pai Sundar fez o investimento da sua vida. Resgatou um ano de salário da poupança para comprar a passagem do filho. Seria a primeira vez de Pichai em um avião.

Atualmente, Sundar tem sua própria família, construída em parceria com a colega de faculdade Anjali Pichai, com quem tem um casal de filhos: Kavya e Kiran.

Desde criança é um leitor voraz, por isso começa o dia de olho nas notícias do mundo. Embora possa ser considerado o homem da tecnologia, fala com saudades da sua infância simples e sem ela.

Ele se sente desconfortável de controlar o uso da tecnologia por seus filhos, pois não consegue se desconectar dela nem nos finais de semana.

Oportunidades de Pichai Sundar

Pode-se dizer que Sundar é um trabalhador incansável. Por isso, foi pavimentando sua carreira subindo um degrau por vez.

Isso porque, depois de ter sido bem sucedido no desenvolvimento de produtos de sucesso na Google, continuou trilhando o caminho para o topo, e chegou lá quando os fundadores da Google resolveram sair para fundar a holding Alphabet.

Isso foi em 2015. Desde então, assumiu como prioridade o desenvolvimento da Inteligência Artificial no seus produtos.

Nessa perspectiva, investiu no Google Cloud e no YouTube, ao mesmo tempo em que enveredou pelo caminho da computação avançada, se mantendo líder em machine learning e tecnologia quântica.

Enquanto a computação quântica realiza operações matemáticas complexas em segundos, a machine learning é uma espécie de IA que toma decisões sozinha.

Em 2019, a Google anunciou a supremacia quântica, quando conseguiu resolver um problema matemático em 3 minutos e 20 segundos. Cálculo que um supercomputador desenvolveria em 10 mil anos.

Ainda em 2019, Sundar foi chamado para assumir a direção da Alphabet, ocasião em que os dois fundadores, Brin e Page, resolveram sair para fazer parte do conselho.

Números significativos

Até agora não falamos dos resultados financeiros do trabalho de Sundar. No primeiro ano do CEO à frente da Alphabet, a holding alcançou um faturamento de 182,5 bilhões de dólares em 2020. Um aumento de 13% em relação a 2019, isso em pleno ano de pandemia.

No último trimestre de 2020, as receitas foram de 56,9 bilhões de dólares, um crescimento de 23,5% em relação ao último trimestre de 2019. Os lucros seguiram o mesmo ritmo de aumento, sendo 20% maior que o mesmo período do ano anterior.

Esse foi o fenômeno Sundar Pichai que atribuiu os números positivos tanto à utilidade dos produtos criados, como a transição dos serviços para nuvem e online.

Com tudo isso, o conglomerado alcançou nos primeiros meses de 2021, um valor de mercado em torno de 1 trilhão de dólares. Enquanto isso, a empresa já planeja alçar novos vôos.

Pichai já anunciou um investimento de 7 milhões em data centers e escritórios de tecnologia para ajudar o país a se recuperar financeiramente das perdas geradas pela pandemia.

Por outro lado, lança um novo produto, o Google News Showcase, programa que remunera os jornais pela publicação de notícias. Até o momento, a empresa assinou acordo com mais de 500 publicações.

Diante de tanta ousadia em criar, o mercado só poderia aplaudir Sundar. Além de ser o CEO mais famoso do momento, a revista Time o elegeu como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Perfil humilde de Pichai Sundar

Humilde, conciliador, de fala mansa e “boa praça”, Pichai prefere passar discretamente pela imprensa. Não é chegado a holofotes e, por isso, é muito pontual quando tem posicionamento cobrado.

Esse anonimato, no entanto, colabora com a convivência entre funcionários e sócios, mas não passa despercebido no meio social. Afinal, a Google é uma gigante da tecnologia com, nada mais, nada menos que 1 trilhão de usuários e 135 mil colaboradores espalhados pelo mundo.

Ainda assim, possui respostas claras e respeitosas quando é colocado em situações espinhosas. Foi o caso da demissão da pesquisadora Dra Gebru que afirmou ter sido demitida por ter cobrado contratações femininas e negras da empresa.

Sundar pediu desculpas e se colocou à disposição para rever o caso. Também se posicionou sobre imigração, quando indagado sobre o assunto na ocasião em que Trump defendia o projeto anti-imigraçao.

Outro traço marcante da sua personalidade é a análise realista sobre o avanço da tecnologia. Embora seja um apaixonado por ela, ele acredita que as mudanças acontecem muito rapidamente, o que torna os novos produtos, muitas vezes, inalcançáveis para o público.

Para Sundar, a tecnologia não resolve os problemas da humanidade, mas funciona como um facilitador para resolvê-los.

Pichai acredita que a dependência do ser humano pela tecnologia deve ser vista com cuidado. Isso porque não se pode superestimar-lá. Ela não é a solução para todos os problemas.

Considerado um homem muito apegado à família, é fã de críquete, esporte popular na Índia, e gosta muito de voltar à terra natal, apesar de não saber como retribuir todo o apoio que recebe a cada visita.

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Rubens Menin: trajetória do cofundador da MRV Engenharia, dono do Inter e da CNN Brasil

De “patinho feio” para negócios bilionários no setor da construção, conheça a história do bilionário Rubens Menin e entenda como ele conseguiu esse feito.

Rubens Menin

Perfil de Rubens Menin

Nome completo: Rubens Menin Teixeira de Souza
Ocupação: Engenheiro e empresário
Local de nascimento: Belo Horizonte, Minas Gerais
Data de nascimento: 12 de março 1956
Fortuna: R$ 6,4 bilhões  (*Forbes 2020)

Rubens Menin é co-fundador e presidente da MRV Engenharia, além de estar no comando do Banco Inter, CNN Brasil, Abrainc, Log Commercial Properties e Urbamais Desenvolvimento Urbano. Dessa forma, tem bastante reconhecimento nas áreas em que atua.

Leia ainda: Conheça a história de Salim Mattar, o cofundador da rede Localiza

Gostaria de saber mais sobre esse grande empresário? Siga a leitura desse artigo e saiba como ele se tornou um bilionário de sucesso!

Quem é Rubens Menin

Rubens Menin Teixeira de Souza é um brasileiro, nascido em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, em 12 de março de 1956.

De infância tranquila, filho de Geraldo Teixeira de Sousa e Maura Menin, Rubens Menin começou aos 23 anos a sua carreira de sucesso ao fundar, juntamente com alguns sócios da família, a MRV Engenharia, nos anos 70.

Torcedor apaixonado pelo Atlético Mineiro e patrocinador esportivo, além de engenheiro civil e empresário. Características essas que servem para descrever bem o bilionário Menin.

Ao se formar na faculdade de Engenharia Civil, Rubens decidiu trabalhar em um setor que não tinha reconhecimento pelas construtoras famosas da época. Ele decidiu trabalhar com moradias para a população de menor poder aquisitivo.

O mesmo admitiu em palestra que esse ramo, naquela época, era o “patinho feio” da construção civil.

E, de fato, os primeiros anos de funcionamento da MRV não foram muito gratificantes, pois, na mesma época, o Brasil passava por um período de crises financeiras nacionais e internacionais.

Mediante isso, os recursos de financiamento para imóveis eram muito escassos, corroborando assim para o atraso do sucesso que viria anos depois.

Como tudo começou

Desde quando terminou o seu Ensino Médio, Menin já estava encaminhado para que curso prestaria vestibular, pois ao vir de uma família tradicional no ramo da Engenharia, o caminho dele não seria tão destoante.

Roberto concluiu sua graduação em Engenharia Civil na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aos 22 anos, mas sua experiência no segmento iniciou aos 18 anos, na Rua dos Maçaricos, endereço da zona norte de BH onde morava com a família.

Ainda jovem, surgiu a ideia de ter uma construtora voltada para a população mais pobre, ao trabalhar como estagiário numa empresa que supervisionava obras nas zonas periféricas de Belo Horizonte.

Com ajuda de seus pais e de dois primos, Menin fez uma casa simples. Anos depois fundou-se a MRV, juntamente com seu primo Mário Lúcio Pinheiro Menin e a construtora Vega Engenharia Ltda.

História MRV Engenharia

MRV entrega primeiros imóveis em Belo Horizonte, Minas Gerais (1981) / Foto: MRV

Montado o projeto da construtora, eles colocaram em prática. As primeiras moradias foram concluídas em 1981, no bairro de Vila Clóris, em Belo Horizonte.

No final da década de 90, a MRV já começava a se espalhar pelo Brasil com obras também na região Sul e no interior de São Paulo.

Cada vez mais a construtora foi se expandindo e aproveitou as ofertas públicas e abriu o capital. Com recursos para investir, a empresa alavancou.

Desde 1979, já foram entregues mais de 300 mil habitações em 21 estados brasileiros e Distrito Federal.

A empresa possui 24 mil funcionários que trabalham para realizar a missão da empresa em 140 cidades do Brasil.

Hoje, um em cada duzentos brasileiros vive em moradia construída pela MRV Engenharia.

História MRV Engenharia

Inauguração da primeira loja MRV em Belo Horizonte, Minas Gerais (1995) / Foto: MRV

Carreira

Na palestra feita pela Endeavor Brasil, Rubens Menin afirmou que a MRV era como o patinho feio porque a indústria popular de construções não dava retorno financeiro bom.

Por isso, as construtoras brasileiras focavam seus projetos em construir moradias para a alta e média classe da sociedade.

Contudo, em 2009, no Governo Lula, foi feito o programa público “Minha Casa, Minha Vida”, o qual facilitou financiamento e juros mais baixos para habitações da população com baixo poder aquisitivo.

Dessa forma, veio uma fase de crescimento exponencial da construtora MRV, pois a mesma já estava habituada com a redução de custos e burocracias que envolviam moradias de baixa renda.

Muitas empresas quiseram embarcar nessa jornada do programa “Minha Casa, Minha Vida”, mas devido às especificidades desse ramo, ficaram para trás.

Assim, a MRV se tornou a maior do ramo na Bolsa de Valores brasileira, a maior incorporadora da América Latina e uma das maiores do mundo.

Nos dias atuais, a MRV é uma das maiores empresas de capital aberto no país, tendo seu valor no mercado de R$ 8 bilhões de reais.

Menin anunciou que iria somente se dedicar ao conselho administrativo da MRV, então, a presidência passou a ser dividida entre seu filho Rafael Menin, e Eduardo Fischer, sobrinho de Rubens.

Apesar da ascensão, Menin não se contentou apenas com o ramo da construção civil no Brasil. Conforme foi tendo retorno financeiro, ele foi investindo e ampliou seus negócios para outros ramos.

Ramos de expansão

  • Galpões Logísticos – Log Commercial Properties
  • Banco Inter
  • Comunicação – CNN
  • Construção Civil nos Estados Unidos – AHS
  • Loteamentos Urbanos – Urbamais Desenvolvimento Urbano

Além dessas diversas áreas, Rubens Menin é um fanático por futebol, sendo seu clube do coração o Atlético Mineiro, como dito anteriormente. Mediante isso, ele criou um instituto social para fomentar as iniciativas esportivas, sobretudo seu time.

A expansão do patrimônio

Como dito anteriormente, Menin é fundador de outras vertentes, por exemplo o Banco Inter.

O banco foi fundado em 1994, sendo chamado por Intermedium. Ele era limitado à região e com pedido de mercado imobiliário, como ofertas de empréstimos. Contudo, nos últimos anos, a instituição se transformou na maior potência da família.

A ampliação do Banco Inter começou através de transferências de regulações realizadas pelo Banco Central do Brasil, que passaram a fomentar o aparecimento de bancos digitais.

Atualmente, o valor do Banco Inter no mercado é de R$ 13 bilhões de reais e seu filho, João Vitor Menin está a frente com a presidência da instituição.

Fachada Banco Inter

Diversidade dos negócios

Além da MRV e Banco Inter, Rubens possui também a Log Commercial Properties. É uma empresa que atua na construção e locação de propriedades comerciais como galpões logísticos.

Atualmente, o valor de mercado da Log Commercial Properties é de R$ 3 bilhões de reais.

Mediante o sucesso da MRV, Rubens investiu na criação da Urbamais Desenvolvimento Urbano. O foco dessa empresa são os loteamentos urbanos para construção.

Enquanto a MRV constrói as moradias, a Urbamais divide os lotes e implanta a estrutura necessária.

Dessa forma, existe um family office, chamado de a Conedi, onde a família reúne os negócios e é uma investidora de materiais de construção e acabamento do tipo A, B ou C. O local de atuação da Conedi é em Minas Gerais.

A inteligência e os sonhos de Menin foram tão altos que ultrapassaram as barreiras físicas entre países e ele passou a controlar a construtora americana AHS. Essa empresa constrói e gerencia moradias para aluguel nos Estados Unidos.

Em 2020, Rubens decidiu ousar um pouco mais e sair da área da construção. Entrando na área da comunicação, ele pediu à emissora americana de televisão CNN uma licença para transmissão no Brasil.

E, como todos agora sabem, Menin é apaixonado pelo esporte, mas também pela cultura.

Os recursos acumulados desde a fundação da MRV e além disso, de suas outras empresas, não são utilizados somente para expansão e mais diversidade nos negócios.

Sobretudo também para apoiar e dar nome ao novo estádio do Atlético Mineiro, a Arena MRV, que ainda está em fase de construção.

A previsão é que a Arena MRV tenha inauguração no segundo semestre do ano de 2022.

Arena MRV

Arena MRV

O sucesso nos negócios

Após diversos ramos de investimento, a ascensão patrimonial do empresário foi em paralelo ao sucesso de seus negócios.

Segundo a revista Forbes, Rubens Menin possui uma fortuna aproximada de R$ 6,4 bilhões de reais.

Atualmente, ele é dono de 36,8% da MRV, 25% do Banco Inter e 30% da Log Commercial Properties. Ainda nesse ano de 2021, Menin comprou 100% da empresa de radiodifusão Rádio Itatiaia, sendo a maior emissora de rádio do Estado de Minas Gerais.

Contudo, Menin prefere a discrição e ficar fora de rankings das pessoas bilionárias do mundo, sendo um “bilionário oculto”.

Vale ressaltar que em 2018, o Presidente do Conselho de Administração da MRV Engenharia Rubens Menin ganhou o prêmio global da Ernst & Young (EY). O escolheram entre empreendedores de 46 países.

Além disso, o reconheceram como o World Entrepreneur of the Year, durante a final mundial do Prêmio Empreendedor do Ano, realizado em Monte Carlo, Mônaco.

A Ernst & Young é uma empresa de multi-funções com diversos serviços profissionais, que possui sede no Reino Unido e além disso, promove prêmios anuais para escolher o empreendedor do ano.

No Brasil, a EY é a maior empresa de Auditoria, Transação Corporativa, Consultoria, bem como Impostos. É referência na implantação de políticas de mobilidade.

Menin foi o primeiro empreendedor brasileiro a ter reconhecimento como World Entrepreneur of the Year e também o primeiro empreendedor da América do Sul a receber essa honra.

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Thiago Maffra, novo CEO da XP Investimentos assume comando com foco na tecnologia

Thiago Maffra assumiu comando da XP Investimento e desafio de transformar a companhia.

Thiago Maffra

Perfil de Thiago Maffra

Nome completo: Thiago Maffra
Ocupação: Administrador e CEO da XP Inc.
Local de nascimento: Araxá, Minas Gerais
Ano de nascimento: 1984

O primeiro trimestre de 2021 começou diferente para Thiago Maffra, e porque não dizer, começou com boas notícias. O administrador com especializações voltadas para o mercado financeiro e tecnológico, assumiu o comando da XP Investimentos.

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Em maio de 2021, o então CTO da XP Investimentos, foi alçado ao maior cargo da empresa, assumindo a função de CEO, no lugar de Guilherme Benchimol, fundador da corretora de capital aberto.

Maffra começou a carreira como gestor de renda variável de negócio da XP Inc., quando atuou com investimentos, operando ações, câmbio, ETFs, e demais opções.

Algum tempo depois, foi cursar MBA nos Estados Unidos, mas continuou na companhia ocupando o cargo de gerente de equity para clientes de varejo. Mas foi ao retornar das terras estrangeiras que Thiago Maffra viu sua carreira deslanchar.

Isso porque, desenvolveu o XDEX, Exchange de criptomoedas, uma moeda exclusiva do mundo digital, que passaria a ser operada pela corretora, o que passou a ser um diferencial importante para a companhia, afinal, esse é um lugar de negócios ainda em expansão.

De 2015, quando entrou na empresa, até os dias atuais, a carreira de Maffra foi se consolidando pouco a pouco, e o crescimento da área de tecnologia carimbou seu passaporte para o cargo de CEO. Ele é considerado o responsável por essa parte da XP.

Com a nova função, Maffra ganhou uma missão ainda mais complexa, a de tornar a XP a maior companhia de tecnologia brasileira, o que já começou a fazer como CTO, mudando a estrutura organizacional da companhia e trabalhando com equipes multidisciplinares.

Trajetória

O jovem Thiago Maffra nasceu em 1984, na cidade de Araxá em Minas Gerais, mas foi em Itapevi, interior de São Paulo, que cresceu e alimentou seus sonhos.

De origem humilde, sua vida escolar já começou com desafios diários. Todo dia, o garoto levava 1 hora dentro de um ônibus para estudar na cidade vizinha, São Roque. O motivo: lá se concentravam as melhores escolas da região.

Nada que tirasse a alegria de Thiago que teve uma infância feliz: brincava na rua, torcia pelo São Paulo, jogava videogame e estudava.

Nesse último tópico, Maffra fez sua parte. Sempre se destacou como aluno de excelência, obtendo ótimas notas escolares. Tanto que conseguiu bolsa parcial de estudos para cursar faculdade no Insper.

O que se sabia era que quem saia do Instituto tinha grandes chances de adentrar o mercado, inclusive, o financeiro, o que era o começo de um sonho que passou a perseguir.

O objetivo de Maffra era justamente ter uma profissão que lhe possibilitasse melhorar a vida dos pais. Quem sabe essa oportunidade não estava no mercado financeiro?

Aliás, a bolsa parcial no Insper tinha como requisito a compra de um notebook e o pagamento adiantado de aluguéis da residência estudantil.

Como a família não possuía recurso extra para bancar essa despesa, foi preciso que a mãe vendesse seu bem mais caro, o carro, para bancar os estudos do filho, que foi morar em uma apartamento com mais sete colegas.

Maffra e o curso de Administração

De mãe fisioterapeuta e pai engenheiro, Maffra tomou rumo diferente dos pais na profissão, e seguiu para o curso de Administração.

Mas a obstinação não é uma característica apenas de Thiago Maffra, sua mãe voltou a estudar depois de anos afastada dos livros e completou o nível superior aos 56 anos.

Com foco na família, o projeto de Maffra era atuar no mercado financeiro e logo ganhar dinheiro para ajudá-los.

E não se demorou para alcançar esse objetivo. Ainda no seu primeiro emprego, pode devolver o valor financeiro investido pela mãe, lá no início da faculdade.

Ainda não era a carreira dos sonhos, mas já era o começo de uma trajetória profissional atuando em bolsas de valores.

Durante dez anos, ele trabalhou em duas empresas que atuavam no mercado financeiro. Ainda que não tivesse a robustez da XP Investimentos, foi a porta de entrada para ganhar experiência na área.

O que Maffra não imaginava era que a tecnologia também cruzaria seu caminho e poderia ser seu diferencial, ou melhor, seu potencial, sua melhor competência.

Carreira de Thiago Maffra

Apesar de jovem, a vida de Maffra sempre foi composta por desafios, seja do ponto de vista financeiro ou de aprendizado.

Na faculdade, sem domínio do inglês, precisava do idioma para ter acesso ao conteúdo do curso, uma vez que a maioria dos livros eram escritos na língua estrangeira.

Nessa fase, precisou ser autodidata e aprender sozinho um novo idioma. Ele diz que aprendeu na raça, afinal, não existia outra alternativa.

Por isso, tão logo entrou na XP investiu na sua proficiência em inglês e conseguiu seu certificado CFA. Um primeiro passo para seguir novos rumos profissionais, inclusive, fora do país.

Isso não aconteceu rápido como parece, pois antes de chegar a XP, trabalhou na Bulltick Capital Management, instituição com sede em Miami, que atuava também nas bolsas mexicana, americana e brasileira.

Nessa época, Maffra trabalhava em mesas de operação e também com os clientes dos fundos da administradora. Estava, enfim, no mercado financeiro.

Depois atuou como trader na Souza Barros, instituição antiga que lidava com mercados internacionais e acabou encerrando suas atividades em 2015.

Foram dez anos de atuação no mercado financeiro até ser visto pela corretora de negócios. Tão logo saiu da Souza Barros, em 2015, buscou vaga na XP.

O mineiro de Araxás chegou a XP, de olho na política de meritocracia e no sistema de partnership, condições que poderiam alavancar sua carreira.

Com toda essa bagagem, Thiago ganhou uma tarefa importante ainda como trader, montar a mesa de negociação de ativos financeiros a partir de algoritmos. Eles funcionam como uma espécie de robôs que acompanham as cotações de mercado, indicando os melhores investimentos.

Conseguiu realizar a tarefa e mostrar à empresa que tinha competência para alçar novos voos. Mesmo assim, acreditava que precisava se qualificar para subir mais um degrau profissionalmente. Por isso, procurou se especializar.

CFA e o MBA de Maffra

Mesmo trabalhando na XP, Maffra continuou investindo na sua educação. Depois de conquistar o certificado CFA, ingressou no MBA em finanças na Columbia Business School, nos EUA, onde permaneceu por mais de dois anos.

No primeiro momento se afastou da companhia, por exatamente dois meses, quando foi morar nos EUA, para se dedicar, exclusivamente, ao curso de especialização.

Parecia que sua história com a corretora estava findada, até que o chamaram para voltar. No retorno, a empresa passou a atuar como gerente de equity para clientes de varejo, trabalhando do escritório em Nova York.

A missão seguinte, no entanto, demorou mais a aparecer. Quando retornou a São Paulo, Maffra montou a Xdex, a corretora de criptomoedas, projeto que o credenciou para assumir a área de tecnologia da XP. Em 2018, Maffra tornou-se diretor executivo de tecnologia (CTO).

Migração

A empresa precisava realizar uma transformação tecnológica e, para isso, chegou a contratar cinco diretores no CTO, nos últimos dez anos. Alguns com formação específica, outros com competência, mas nenhum trouxe os resultados esperados.

Maffra não é profissional de UX, o que até gerou dúvidas em muitos colegas da área, mas para Benchimol, fundador da companhia, o trabalho realizado por Maffra como CTO apresentou resultados significativos, o que por si só já o credenciava para assumir uma responsabilidade maior.

O modelo antigo necessitava de uma mudança de ecossistema, de mindset da empresa, para torná-la competitiva nesse mercado, o que exigiria uma total reestruturação organizacional.

O administrador agora tinha a tarefa de liderar um novo momento e, o primeiro passo dele foi aumentar o time de colaboradores da área, que saiu de 150 para 1500 profissionais.

Para ele, somente com metade da empresa voltada para a tecnologia, poderá haver uma mudança de mentalidade nos negócios.

Os colaboradores e seus expertises

Muitos dos colaboradores admitidos atuavam em empresas como Google, Facebook, Amazon e Mercado Livre e, por isso, já chegavam com alguma expertise no ramo de tecnologia. A ideia de Maffra é que metade da empresa seja de tecnologia.

Com esse volume de profissionais especializados, o CTO distribuiu o time em 80 squads multidisciplinares, com autonomia para desenvolver produtos de tecnologia focados no negócio para cliente, o que deu agilidade à execução e implantação de projetos.

Há 20 anos, a corretora de negócios XP entrou no mercado brasileiro para revolucionar o modo de fazer negócio.

De lá para cá, muita coisa mudou, e chegou a hora de usar a tecnologia para servir ao cliente, e ao negócio como se fez até agora. É o que pensa Guilherme Benchimol, fundador e antigo CEO da XP.

Ele acredita que Thiago Maffra tem total condições de liderar esse processo, uma vez que já demonstrou sua habilidade e competência em desenvolver projetos e produtos na área de tecnologia.

A data marcada para a transmissão do cargo não foi escolhida ao acaso. Em 21 de maio de 2001, a XP estava sendo fundada, há exatamente 20 anos.

Thiago Maffra, por sua vez, tem consciência da sua responsabilidade e encara essa fase como mais um grande desafio da sua vida.

O objetivo dele é transformar a XP na melhor fintech do Brasil, ou seja, na maior empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro.

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