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Tudo sobre a trajetória de Henrique Meirelles

A carreira de político e banqueiro tem forte influência na política brasileira.

Henrique Meirelles

Economista com ampla experiência, Henrique Meirelles ocupa posição de destaque na economia do país.

Isso porque Henrique Meirelles conseguiu reduzir a inflação à metade no período em que foi presidente do Banco Central.

Atualmente, ocupa a posição de Secretário Estadual da Fazenda de São Paulo, sob o governo de João Dória.

A trajetória do economista e político Henrique Meirelles se destaca pelo seu empenho em pôr em prática ações que favoreçam a economia do país.

Por isso, apresentaremos neste artigo a biografia de Henrique Meirelles. Continue a leitura a partir dos tópicos a seguir:

Quem é Henrique Meirelles

Henrique de Campos Meirelles nasceu no dia 31 de agosto de 1945, na cidade de Anápolis, que fica a 60km de Goiânia. É filho da estilista Dica de Campos e do advogado Hegesipo Meirelles.

Ele se casou com a psiquiatra alemã Eva Missine e possui uma fortuna declarada de R$377,5 milhões.

Henrique Meirelles se formou em Engenharia Civil pela USP, mas o seu interesse por política e economia falou mais alto, determinando a sua caminhada profissional.

Meirelles atuou como presidente do Banco Central durante o Governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), ocupando o status de presidente que exerceu por mais tempo este cargo na história do Brasil.

Henrique Meirelles - Ministério da Fazenda

Henrique Meirelles – Ministério da Fazenda

Segundo o próprio Meirelles, ele foi responsável por conduzir a gestão política no grandioso período lulista, contribuindo para a geração de emprego e o crescimento da renda e do PIB do país.

Em 2012, Henrique Meirelles retornou ao setor privado, no qual foi presidente do conselho de administração do grupo J&F, dos irmãos Batista.

Em seguida, presidiu o banco Original, que também pertence à família de Joesley e Wesley.

Posteriormente, trabalhou por cerca de dois anos no cargo de Ministro da Fazenda no mandato de Michel Temer (2016), após o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Durante o período em que assumiu a pasta, Henrique Meirelles aprovou uma reforma trabalhista e a PEC 95, que ficou conhecida como PEC do Teto dos Gastos Públicos.

Por outro lado, não conseguiu êxito na aprovação da reforma trabalhista, que era o seu principal objetivo.

Em 2018, Henrique Meirelles se candidatou à Presidência da República filiado ao MDB e alcançou 1,2% dos votos.

Este resultado o colocou em sétimo lugar nas eleições do primeiro turno.

Atualmente, Henrique Meirelles ocupa o cargo de Secretário Estadual da Fazenda do estado de São Paulo no governo de João Dória.

O interesse pela política é uma herança de família

Podemos deduzir que o interesse de Henrique Meirelles pela política tem uma influência genética, já que vários familiares dele ocuparam cargos políticos.

O avô dele, Graciano da Costa e Silva, popularmente conhecido como Coronel Sanito, foi prefeito de Anápolis por três mandatos.

Hegesipo Meirelles, pai de Henrique Meirelles, era advogado do Banco Estadual de Goiás. Além disso, assumiu cargos na Secretaria de Estado de Goiás.

Em 1946, o nomearam interventor federal interino no estado, mas trabalhou por apenas duas semanas.

Além disso, três tios de Meirelles também ocuparam cargos na política, são eles: Jonas Duarte, que foi vice-governador de Goiás, Aldo Arantes ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e Haroldo Duarte, eleito deputado federal.

Obviamente, política e economia eram assuntos que sempre faziam parte das conversas nas reuniões de família, o que pode ter motivado o jovem Henrique Meirelles.

A trajetória política de Henrique Meirelles

Já nos estudos secundários, Henrique Meirelles começou a atuar como líder estudantil.

Henrique Meirelles foi presidente do grêmio estudantil do colégio que estudou. Assim, liderou uma manifestação de estudantes contra o aumento da passagem de ônibus.

Após a conclusão do Ensino Médio, Meirelles se mudou para São Paulo, onde ingressou no curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP.

Concluiu a graduação em 1972 e fez especialização em Engenharia de Produção.

O engenheiro recém-formado atuou na área industrial e abriu uma fábrica que produzia blocos de concreto.

Entretanto, pouco tempo depois a carreira de engenheiro cedeu lugar ao interesse pelo mercado financeiro.

1974

Em 1974, Henrique Meirelles decidiu se mudar para o Rio de Janeiro, com o objetivo de ingressar no mercado financeiro.

Começou a trabalhar no banco de Boston, empresa onde construiu uma carreira bem-sucedida.

No ano seguinte, tornou-se diretor-superintendente da Boston Leasing, função que exerceu até 1978, mesmo ano em que concluiu o mestrado em Ciências da Administração pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Henrique Meirelles foi vice-presidente do Banco de Boston no Brasil de 1981 a 1984. Isto é, mesmo período em que também foi presidente da Associação Brasileira das Empresas de Leasing.

Em 1984, especializou-se em administração avançada na universidade de Harvard e em seguida, quando voltou para o Brasil, assumiu a presidência do Boston.

A sua gestão durou até 1996, período em que conseguiu ampliar, de forma significativa, os ativos da sucursal brasileira do banco.

A dedicação ao trabalho levou Henrique Meirelles a ocupar o cargo de presidente mundial do Banco de Boston em 1996.

Isso o colocou na posição de primeiro estrangeiro a desempenhar a função de presidente em um banco americano nos Estados Unidos.

Em 1999, ocorreu a fusão do Boston com o Fleet Financial Group e Meirelles tornou-se presidente do Global Bank do FleetBoston Financial, exercendo a função até 2002.

O retorno ao Brasil e a preparação para a candidatura a cargos políticos

Henrique Meirelles se aposentou do FleetBoston em 2002, e no mesmo ano, retornou para o Brasil com o interesse em se candidatar a um cargo eletivo por aqui.

Assim, começou a fazer articulações políticas e se candidatou a deputado federal pelo PSDB de Goiás nas eleições de 2002.

Meirelles recebeu cerca de 183 mil votos, se tornando o deputado mais votado no estado de Goiás.

Lula foi eleito presidente do Brasil em 2002 no segundo turno, além disso, teve aproximadamente 53 milhões de votos.
Depois disso, começaram as negociações sobre a formação da equipe do governo Lula.

Desse modo, era grande a expectativa sobre quem ficaria à frente dos setores que conduzem a economia, devido à situação desanimadora em que o país estava enfrentando.

A alta do dólar e a ameaça do retorno da inflação, fato que não acontecia desde a implantação do Plano Real, deixam o país em situação de instabilidade econômica.

Então, Lula nomeia Antônio Palocci como Ministro da Fazenda. Ele foi importante para a relação de Lula com o empresariado durante a campanha eleitoral.

Henrique Meirelles e a presidência do Banco Central

Meirelles assumiu a presidência em 2003 e o país se encontrava em uma severa crise na economia.

O crescimento econômico do país era quase zero, o dólar tinha cotação em cerca de R$4,00, a inflação chegava a 12,5% ao ano e o desemprego só aumentava.

Henrique Meirelles conseguiu de Lula a liberdade para o BC tomar decisões monetárias sem pressões de ordem política.

Já no primeiro semestre de 2003, as medidas traçadas por Meirelles começaram a surtir efeito, resultando na queda do dólar para R$3,00 e no recuo da inflação.

Graças aos esforços do BC, no final do primeiro mandato de Lula a inflação estava em 3,2%, o desemprego apresentava indícios de queda e as reservas internacionais estavam em quase US$83 bilhões.

Com a reeleição de Lula, Henrique Meirelles se mantém presidente do BC e o ano de 2007 apresenta uma retomada do crescimento econômico.

Essa melhora se proporcionou, sobretudo, pela expansão do crédito e a retomada do poder de compra da população.
A taxa básica de juros caiu para 11,25% ao ano e o país encerrou o ano com o crescimento de 5,4% do PIB.

Tudo ia bem até que o país começou a sofrer os efeitos da crise iniciada nos Estados Unidos.

A fim de minimizar os impactos econômicos, Meirelles reduziu os impostos compulsórios que os bancos devem destinar ao BC e injetou R$40 bilhões em instituições de crédito para movimentar a economia.

Em janeiro de 2011, Henrique Meirelles foi substituído por Alexandre Antonio Tombini, após a eleição de Dilma Rousseff.

Henrique Meirelles tinha bastante experiência e ela foi fundamental para a recuperação econômica do Brasil. Isto é, durante os oito anos em que esteve à frente do Banco Central.

Além da vida política

Somado à sua vasta experiência como líder de grandes instituições financeiras, Henrique Meirelles fez parte dos Conselhos de Administração da Raytheon Corporation, da Bestfoods e da Champion International Financial.

Ele é fundador e presidente da Associação Viva o Centro. Ou seja, é uma instituição que é responsável pelo desenvolvimento social e urbano do centro de São Paulo.

Além disso, ele também foi presidente do conselho da Fundação José e Paulina Nemirovsky. E foi conselheiro da Fundação Anchieta.

A trajetória de Henrique Meirelles se destacou por sua dedicação às questões econômicas, com ampla atuação em grandes bancos.

É inegável o seu comprometimento com a execução de metas que visam o crescimento das instituições e a sua excelência enquanto profissional.

Agora que você descobriu mais detalhes da carreira de Henrique Meirelles, então continue em nosso blog e acompanhe mais histórias de sucesso!

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Rubens Menin: trajetória do cofundador da MRV Engenharia, dono do Inter e da CNN Brasil

De “patinho feio” para negócios bilionários no setor da construção, conheça a história do bilionário Rubens Menin e entenda como ele conseguiu esse feito.

Rubens Menin

Perfil de Rubens Menin

Nome completo: Rubens Menin Teixeira de Souza
Ocupação: Engenheiro e empresário
Local de nascimento: Belo Horizonte, Minas Gerais
Data de nascimento: 12 de março 1956
Fortuna: R$ 6,4 bilhões  (*Forbes 2020)

Rubens Menin é co-fundador e presidente da MRV Engenharia, além de estar no comando do Banco Inter, CNN Brasil, Abrainc, Log Commercial Properties e Urbamais Desenvolvimento Urbano. Dessa forma, tem bastante reconhecimento nas áreas em que atua.

Leia ainda: Conheça a história de Salim Mattar, o cofundador da rede Localiza

Gostaria de saber mais sobre esse grande empresário? Siga a leitura desse artigo e saiba como ele se tornou um bilionário de sucesso!

Quem é Rubens Menin

Rubens Menin Teixeira de Souza é um brasileiro, nascido em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, em 12 de março de 1956.

De infância tranquila, filho de Geraldo Teixeira de Sousa e Maura Menin, Rubens Menin começou aos 23 anos a sua carreira de sucesso ao fundar, juntamente com alguns sócios da família, a MRV Engenharia, nos anos 70.

Torcedor apaixonado pelo Atlético Mineiro e patrocinador esportivo, além de engenheiro civil e empresário. Características essas que servem para descrever bem o bilionário Menin.

Ao se formar na faculdade de Engenharia Civil, Rubens decidiu trabalhar em um setor que não tinha reconhecimento pelas construtoras famosas da época. Ele decidiu trabalhar com moradias para a população de menor poder aquisitivo.

O mesmo admitiu em palestra que esse ramo, naquela época, era o “patinho feio” da construção civil.

E, de fato, os primeiros anos de funcionamento da MRV não foram muito gratificantes, pois, na mesma época, o Brasil passava por um período de crises financeiras nacionais e internacionais.

Mediante isso, os recursos de financiamento para imóveis eram muito escassos, corroborando assim para o atraso do sucesso que viria anos depois.

Como tudo começou

Desde quando terminou o seu Ensino Médio, Menin já estava encaminhado para que curso prestaria vestibular, pois ao vir de uma família tradicional no ramo da Engenharia, o caminho dele não seria tão destoante.

Roberto concluiu sua graduação em Engenharia Civil na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aos 22 anos, mas sua experiência no segmento iniciou aos 18 anos, na Rua dos Maçaricos, endereço da zona norte de BH onde morava com a família.

Ainda jovem, surgiu a ideia de ter uma construtora voltada para a população mais pobre, ao trabalhar como estagiário numa empresa que supervisionava obras nas zonas periféricas de Belo Horizonte.

Com ajuda de seus pais e de dois primos, Menin fez uma casa simples. Anos depois fundou-se a MRV, juntamente com seu primo Mário Lúcio Pinheiro Menin e a construtora Vega Engenharia Ltda.

História MRV Engenharia

MRV entrega primeiros imóveis em Belo Horizonte, Minas Gerais (1981) / Foto: MRV

Montado o projeto da construtora, eles colocaram em prática. As primeiras moradias foram concluídas em 1981, no bairro de Vila Clóris, em Belo Horizonte.

No final da década de 90, a MRV já começava a se espalhar pelo Brasil com obras também na região Sul e no interior de São Paulo.

Cada vez mais a construtora foi se expandindo e aproveitou as ofertas públicas e abriu o capital. Com recursos para investir, a empresa alavancou.

Desde 1979, já foram entregues mais de 300 mil habitações em 21 estados brasileiros e Distrito Federal.

A empresa possui 24 mil funcionários que trabalham para realizar a missão da empresa em 140 cidades do Brasil.

Hoje, um em cada duzentos brasileiros vive em moradia construída pela MRV Engenharia.

História MRV Engenharia

Inauguração da primeira loja MRV em Belo Horizonte, Minas Gerais (1995) / Foto: MRV

Carreira

Na palestra feita pela Endeavor Brasil, Rubens Menin afirmou que a MRV era como o patinho feio porque a indústria popular de construções não dava retorno financeiro bom.

Por isso, as construtoras brasileiras focavam seus projetos em construir moradias para a alta e média classe da sociedade.

Contudo, em 2009, no Governo Lula, foi feito o programa público “Minha Casa, Minha Vida”, o qual facilitou financiamento e juros mais baixos para habitações da população com baixo poder aquisitivo.

Dessa forma, veio uma fase de crescimento exponencial da construtora MRV, pois a mesma já estava habituada com a redução de custos e burocracias que envolviam moradias de baixa renda.

Muitas empresas quiseram embarcar nessa jornada do programa “Minha Casa, Minha Vida”, mas devido às especificidades desse ramo, ficaram para trás.

Assim, a MRV se tornou a maior do ramo na Bolsa de Valores brasileira, a maior incorporadora da América Latina e uma das maiores do mundo.

Nos dias atuais, a MRV é uma das maiores empresas de capital aberto no país, tendo seu valor no mercado de R$ 8 bilhões de reais.

Menin anunciou que iria somente se dedicar ao conselho administrativo da MRV, então, a presidência passou a ser dividida entre seu filho Rafael Menin, e Eduardo Fischer, sobrinho de Rubens.

Apesar da ascensão, Menin não se contentou apenas com o ramo da construção civil no Brasil. Conforme foi tendo retorno financeiro, ele foi investindo e ampliou seus negócios para outros ramos.

Ramos de expansão

  • Galpões Logísticos – Log Commercial Properties
  • Banco Inter
  • Comunicação – CNN
  • Construção Civil nos Estados Unidos – AHS
  • Loteamentos Urbanos – Urbamais Desenvolvimento Urbano

Além dessas diversas áreas, Rubens Menin é um fanático por futebol, sendo seu clube do coração o Atlético Mineiro, como dito anteriormente. Mediante isso, ele criou um instituto social para fomentar as iniciativas esportivas, sobretudo seu time.

A expansão do patrimônio

Como dito anteriormente, Menin é fundador de outras vertentes, por exemplo o Banco Inter.

O banco foi fundado em 1994, sendo chamado por Intermedium. Ele era limitado à região e com pedido de mercado imobiliário, como ofertas de empréstimos. Contudo, nos últimos anos, a instituição se transformou na maior potência da família.

A ampliação do Banco Inter começou através de transferências de regulações realizadas pelo Banco Central do Brasil, que passaram a fomentar o aparecimento de bancos digitais.

Atualmente, o valor do Banco Inter no mercado é de R$ 13 bilhões de reais e seu filho, João Vitor Menin está a frente com a presidência da instituição.

Fachada Banco Inter

Diversidade dos negócios

Além da MRV e Banco Inter, Rubens possui também a Log Commercial Properties. É uma empresa que atua na construção e locação de propriedades comerciais como galpões logísticos.

Atualmente, o valor de mercado da Log Commercial Properties é de R$ 3 bilhões de reais.

Mediante o sucesso da MRV, Rubens investiu na criação da Urbamais Desenvolvimento Urbano. O foco dessa empresa são os loteamentos urbanos para construção.

Enquanto a MRV constrói as moradias, a Urbamais divide os lotes e implanta a estrutura necessária.

Dessa forma, existe um family office, chamado de a Conedi, onde a família reúne os negócios e é uma investidora de materiais de construção e acabamento do tipo A, B ou C. O local de atuação da Conedi é em Minas Gerais.

A inteligência e os sonhos de Menin foram tão altos que ultrapassaram as barreiras físicas entre países e ele passou a controlar a construtora americana AHS. Essa empresa constrói e gerencia moradias para aluguel nos Estados Unidos.

Em 2020, Rubens decidiu ousar um pouco mais e sair da área da construção. Entrando na área da comunicação, ele pediu à emissora americana de televisão CNN uma licença para transmissão no Brasil.

E, como todos agora sabem, Menin é apaixonado pelo esporte, mas também pela cultura.

Os recursos acumulados desde a fundação da MRV e além disso, de suas outras empresas, não são utilizados somente para expansão e mais diversidade nos negócios.

Sobretudo também para apoiar e dar nome ao novo estádio do Atlético Mineiro, a Arena MRV, que ainda está em fase de construção.

A previsão é que a Arena MRV tenha inauguração no segundo semestre do ano de 2022.

Arena MRV

Arena MRV

O sucesso nos negócios

Após diversos ramos de investimento, a ascensão patrimonial do empresário foi em paralelo ao sucesso de seus negócios.

Segundo a revista Forbes, Rubens Menin possui uma fortuna aproximada de R$ 6,4 bilhões de reais.

Atualmente, ele é dono de 36,8% da MRV, 25% do Banco Inter e 30% da Log Commercial Properties. Ainda nesse ano de 2021, Menin comprou 100% da empresa de radiodifusão Rádio Itatiaia, sendo a maior emissora de rádio do Estado de Minas Gerais.

Contudo, Menin prefere a discrição e ficar fora de rankings das pessoas bilionárias do mundo, sendo um “bilionário oculto”.

Vale ressaltar que em 2018, o Presidente do Conselho de Administração da MRV Engenharia Rubens Menin ganhou o prêmio global da Ernst & Young (EY). O escolheram entre empreendedores de 46 países.

Além disso, o reconheceram como o World Entrepreneur of the Year, durante a final mundial do Prêmio Empreendedor do Ano, realizado em Monte Carlo, Mônaco.

A Ernst & Young é uma empresa de multi-funções com diversos serviços profissionais, que possui sede no Reino Unido e além disso, promove prêmios anuais para escolher o empreendedor do ano.

No Brasil, a EY é a maior empresa de Auditoria, Transação Corporativa, Consultoria, bem como Impostos. É referência na implantação de políticas de mobilidade.

Menin foi o primeiro empreendedor brasileiro a ter reconhecimento como World Entrepreneur of the Year e também o primeiro empreendedor da América do Sul a receber essa honra.

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Thiago Maffra, novo CEO da XP Investimentos assume comando com foco na tecnologia

Thiago Maffra assumiu comando da XP Investimento e desafio de transformar a companhia.

Thiago Maffra

Perfil de Thiago Maffra

Nome completo: Thiago Maffra
Ocupação: Administrador e CEO da XP Inc.
Local de nascimento: Araxá, Minas Gerais
Ano de nascimento: 1984

O primeiro trimestre de 2021 começou diferente para Thiago Maffra, e porque não dizer, começou com boas notícias. O administrador com especializações voltadas para o mercado financeiro e tecnológico, assumiu o comando da XP Investimentos.

Leia ainda: Conheça a história de Salim Mattar, o cofundador da rede Localiza

Em maio de 2021, o então CTO da XP Investimentos, foi alçado ao maior cargo da empresa, assumindo a função de CEO, no lugar de Guilherme Benchimol, fundador da corretora de capital aberto.

Maffra começou a carreira como gestor de renda variável de negócio da XP Inc., quando atuou com investimentos, operando ações, câmbio, ETFs, e demais opções.

Algum tempo depois, foi cursar MBA nos Estados Unidos, mas continuou na companhia ocupando o cargo de gerente de equity para clientes de varejo. Mas foi ao retornar das terras estrangeiras que Thiago Maffra viu sua carreira deslanchar.

Isso porque, desenvolveu o XDEX, Exchange de criptomoedas, uma moeda exclusiva do mundo digital, que passaria a ser operada pela corretora, o que passou a ser um diferencial importante para a companhia, afinal, esse é um lugar de negócios ainda em expansão.

De 2015, quando entrou na empresa, até os dias atuais, a carreira de Maffra foi se consolidando pouco a pouco, e o crescimento da área de tecnologia carimbou seu passaporte para o cargo de CEO. Ele é considerado o responsável por essa parte da XP.

Com a nova função, Maffra ganhou uma missão ainda mais complexa, a de tornar a XP a maior companhia de tecnologia brasileira, o que já começou a fazer como CTO, mudando a estrutura organizacional da companhia e trabalhando com equipes multidisciplinares.

Trajetória

O jovem Thiago Maffra nasceu em 1984, na cidade de Araxá em Minas Gerais, mas foi em Itapevi, interior de São Paulo, que cresceu e alimentou seus sonhos.

De origem humilde, sua vida escolar já começou com desafios diários. Todo dia, o garoto levava 1 hora dentro de um ônibus para estudar na cidade vizinha, São Roque. O motivo: lá se concentravam as melhores escolas da região.

Nada que tirasse a alegria de Thiago que teve uma infância feliz: brincava na rua, torcia pelo São Paulo, jogava videogame e estudava.

Nesse último tópico, Maffra fez sua parte. Sempre se destacou como aluno de excelência, obtendo ótimas notas escolares. Tanto que conseguiu bolsa parcial de estudos para cursar faculdade no Insper.

O que se sabia era que quem saia do Instituto tinha grandes chances de adentrar o mercado, inclusive, o financeiro, o que era o começo de um sonho que passou a perseguir.

O objetivo de Maffra era justamente ter uma profissão que lhe possibilitasse melhorar a vida dos pais. Quem sabe essa oportunidade não estava no mercado financeiro?

Aliás, a bolsa parcial no Insper tinha como requisito a compra de um notebook e o pagamento adiantado de aluguéis da residência estudantil.

Como a família não possuía recurso extra para bancar essa despesa, foi preciso que a mãe vendesse seu bem mais caro, o carro, para bancar os estudos do filho, que foi morar em uma apartamento com mais sete colegas.

Maffra e o curso de Administração

De mãe fisioterapeuta e pai engenheiro, Maffra tomou rumo diferente dos pais na profissão, e seguiu para o curso de Administração.

Mas a obstinação não é uma característica apenas de Thiago Maffra, sua mãe voltou a estudar depois de anos afastada dos livros e completou o nível superior aos 56 anos.

Com foco na família, o projeto de Maffra era atuar no mercado financeiro e logo ganhar dinheiro para ajudá-los.

E não se demorou para alcançar esse objetivo. Ainda no seu primeiro emprego, pode devolver o valor financeiro investido pela mãe, lá no início da faculdade.

Ainda não era a carreira dos sonhos, mas já era o começo de uma trajetória profissional atuando em bolsas de valores.

Durante dez anos, ele trabalhou em duas empresas que atuavam no mercado financeiro. Ainda que não tivesse a robustez da XP Investimentos, foi a porta de entrada para ganhar experiência na área.

O que Maffra não imaginava era que a tecnologia também cruzaria seu caminho e poderia ser seu diferencial, ou melhor, seu potencial, sua melhor competência.

Carreira de Thiago Maffra

Apesar de jovem, a vida de Maffra sempre foi composta por desafios, seja do ponto de vista financeiro ou de aprendizado.

Na faculdade, sem domínio do inglês, precisava do idioma para ter acesso ao conteúdo do curso, uma vez que a maioria dos livros eram escritos na língua estrangeira.

Nessa fase, precisou ser autodidata e aprender sozinho um novo idioma. Ele diz que aprendeu na raça, afinal, não existia outra alternativa.

Por isso, tão logo entrou na XP investiu na sua proficiência em inglês e conseguiu seu certificado CFA. Um primeiro passo para seguir novos rumos profissionais, inclusive, fora do país.

Isso não aconteceu rápido como parece, pois antes de chegar a XP, trabalhou na Bulltick Capital Management, instituição com sede em Miami, que atuava também nas bolsas mexicana, americana e brasileira.

Nessa época, Maffra trabalhava em mesas de operação e também com os clientes dos fundos da administradora. Estava, enfim, no mercado financeiro.

Depois atuou como trader na Souza Barros, instituição antiga que lidava com mercados internacionais e acabou encerrando suas atividades em 2015.

Foram dez anos de atuação no mercado financeiro até ser visto pela corretora de negócios. Tão logo saiu da Souza Barros, em 2015, buscou vaga na XP.

O mineiro de Araxás chegou a XP, de olho na política de meritocracia e no sistema de partnership, condições que poderiam alavancar sua carreira.

Com toda essa bagagem, Thiago ganhou uma tarefa importante ainda como trader, montar a mesa de negociação de ativos financeiros a partir de algoritmos. Eles funcionam como uma espécie de robôs que acompanham as cotações de mercado, indicando os melhores investimentos.

Conseguiu realizar a tarefa e mostrar à empresa que tinha competência para alçar novos voos. Mesmo assim, acreditava que precisava se qualificar para subir mais um degrau profissionalmente. Por isso, procurou se especializar.

CFA e o MBA de Maffra

Mesmo trabalhando na XP, Maffra continuou investindo na sua educação. Depois de conquistar o certificado CFA, ingressou no MBA em finanças na Columbia Business School, nos EUA, onde permaneceu por mais de dois anos.

No primeiro momento se afastou da companhia, por exatamente dois meses, quando foi morar nos EUA, para se dedicar, exclusivamente, ao curso de especialização.

Parecia que sua história com a corretora estava findada, até que o chamaram para voltar. No retorno, a empresa passou a atuar como gerente de equity para clientes de varejo, trabalhando do escritório em Nova York.

A missão seguinte, no entanto, demorou mais a aparecer. Quando retornou a São Paulo, Maffra montou a Xdex, a corretora de criptomoedas, projeto que o credenciou para assumir a área de tecnologia da XP. Em 2018, Maffra tornou-se diretor executivo de tecnologia (CTO).

Migração

A empresa precisava realizar uma transformação tecnológica e, para isso, chegou a contratar cinco diretores no CTO, nos últimos dez anos. Alguns com formação específica, outros com competência, mas nenhum trouxe os resultados esperados.

Maffra não é profissional de UX, o que até gerou dúvidas em muitos colegas da área, mas para Benchimol, fundador da companhia, o trabalho realizado por Maffra como CTO apresentou resultados significativos, o que por si só já o credenciava para assumir uma responsabilidade maior.

O modelo antigo necessitava de uma mudança de ecossistema, de mindset da empresa, para torná-la competitiva nesse mercado, o que exigiria uma total reestruturação organizacional.

O administrador agora tinha a tarefa de liderar um novo momento e, o primeiro passo dele foi aumentar o time de colaboradores da área, que saiu de 150 para 1500 profissionais.

Para ele, somente com metade da empresa voltada para a tecnologia, poderá haver uma mudança de mentalidade nos negócios.

Os colaboradores e seus expertises

Muitos dos colaboradores admitidos atuavam em empresas como Google, Facebook, Amazon e Mercado Livre e, por isso, já chegavam com alguma expertise no ramo de tecnologia. A ideia de Maffra é que metade da empresa seja de tecnologia.

Com esse volume de profissionais especializados, o CTO distribuiu o time em 80 squads multidisciplinares, com autonomia para desenvolver produtos de tecnologia focados no negócio para cliente, o que deu agilidade à execução e implantação de projetos.

Há 20 anos, a corretora de negócios XP entrou no mercado brasileiro para revolucionar o modo de fazer negócio.

De lá para cá, muita coisa mudou, e chegou a hora de usar a tecnologia para servir ao cliente, e ao negócio como se fez até agora. É o que pensa Guilherme Benchimol, fundador e antigo CEO da XP.

Ele acredita que Thiago Maffra tem total condições de liderar esse processo, uma vez que já demonstrou sua habilidade e competência em desenvolver projetos e produtos na área de tecnologia.

A data marcada para a transmissão do cargo não foi escolhida ao acaso. Em 21 de maio de 2001, a XP estava sendo fundada, há exatamente 20 anos.

Thiago Maffra, por sua vez, tem consciência da sua responsabilidade e encara essa fase como mais um grande desafio da sua vida.

O objetivo dele é transformar a XP na melhor fintech do Brasil, ou seja, na maior empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro.

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Ray Dalio, o fundador da Bridgewater Associates e criador do fundo mais lucrativo do mundo

Conheça a história de Ray Dalio, grande investidor que preza pela diversificação de investimentos.

Ray Dalio

Perfil de Ray Dalio

Nome completo: Raymond Thomas Dalio
Ocupação: Gestor de fundos e escritor
Local de nascimento: Nova York, Estados Unidos
Data de nascimento: 8 de agosto de 1949
Fortuna: US$ 20,3 bilhões (Forbes 2021)

Ray Dalio é um investidor de sucesso no mercado financeiro e sua história de sucesso começou com ele ainda adolescente.

Leia ainda: Michael Burry: biografia do médico e investidor que previu a crise de 2008

Siga a leitura e entenda como ele se tornou bilionário, apesar de suas estratégias contrariarem muitos outros investidores no ramo!

Quem é Ray Dalio

Raymond Dalio nasceu em agosto de 1949, em Nova York, Estados Unidos, filho de um saxofonista e dona de casa.

Seu primeiro investimento foi aos 12 anos, quando comprou ações da Northeast Airlines por US$ 300, no qual foi bem-sucedido, quando o investimento triplicou depois da fusão da companhia aérea com outra empresa.

Conhecido como acionista do maior fundo de investimento tipo hedge, Ray é fundador da Bridgewater Associates, fundada em 1975.

Devido a sua capacidade de percepção dos movimentos do mercado e ao seu modelo de gestão de capital, Dalio está entre as pessoas mais ricas do mundo.

Na Forbes 2021, ele ocupa 88º lugar, com uma fortuna em média de US$ 20,3 bilhões.

Ray também é escritor, e em seus livros ele aborda temas macroeconômicos e valores que adquiriu ao longo da jornada.

De acordo com Dalio, é necessário princípios inteligentes para saber como lidar com acontecimentos difíceis, e esses princípios serão como bússola para te guiar.

Formação e carreira

Ray se formou em Finanças pela Long Island University. E concluiu o MBA em 1973 pela Harvard Business School.

Após conclusão dos estudos, Ray trabalhou na bolsa de valores de Nova York, onde executava negociações de futuros contratos e commodities.

Pouco tempo depois, se tornou diretor de commodities na Dominick & Dominick LLC. E em 1974 passou a ser trader na Shearson Haden Stone.

Cansado de trabalhar para outras pessoas, em 1975, Ray fundou a própria empresa de investimentos dentro de seu apartamento, a Bridgewater Associates.

Atualmente, a Bridgewater é o maior hedge fund do mundo e administra US$ 160 bilhões.

Seu sucesso foi devido a sua capacidade de entender o mercado como investidor, porém foi necessário muitas mudanças pessoais e profissionais ao decorrer dos anos, para que o êxito retornasse e permanecesse.

A Bridgewater Associates

A Bridgewater foi fundada em 1975, e Dalio busca seguir uma estratégia baseada no conceito de paridade de risco, no qual a carteira é equilibrada pelo risco de cada investimento, além de ser diversificada. Logo, permite ter um bom retorno independente do cenário econômico.

Não famosa apenas por seus fundos, mas a Bridgewater tem sua cultura reconhecida pela sua transparência radical e meritocracia de ideias.

Como nem tudo são flores e acertos, no início dos anos 80, Ray fez uma aposta errada no mercado e perdeu muito dinheiro (próprio e de investidores).

Esse cenário marcou a vida do investidor, que passou por uma reconstrução na Associates e criou seus princípios, os quais foram expostos em livros de diversos setores, um deles é best seller.

Ray começou a empresa aconselhando clientes sobre gerenciamento de riscos. Passou a escrever Newsletters sobre economia de forma prática na visão dele.

Tudo isso atraiu muitos clientes para Dalio, como o McDonald’s.

A criação do McNuggets

McNuggets

Nesse período, Dalio começou a negociar com produtores de frango, os valores e o mercado, para que fosse criado o famoso McNuggets para o catálogo da McDonald’s.

Até que o produto foi lançado em 1983, e faz sucesso até hoje.

Já em 1987, a Bridgewater começou a mudar o foco de investimentos e Dalio passou a focar em moedas e renda fixa.

Ele elaborava teorias de investimentos que o faria ficar bilionário, enquanto o número de clientes crescia.

Sua observação foi basicamente que, a economia global era uma máquina, com transições econômicas que se repetiam de acordo com o ciclo.

Então, se um investidor conseguisse captar esses padrões, e até mesmo eventos menores, seria possível construir um sistema que captasse os altos e baixos antes dos movimentos acontecerem.

Para a Bridgewater funcionou super bem, e com apenas três anos desde a fundação da empresa ele teve retornos positivos.

Em 1993, Dalio teve uma reunião com seus sócios: Giselle Wagner, Dan Bernstein e Bob Price, na qual o intuito era passar um feedback para Ray pela forma em que ele estava gerenciando a empresa.

O assunto principal foi sobre o modelo de gestão de pessoas dentro do grupo, e a forma como ele tratava os funcionários. Forma essa que nem ele percebia.

Dalio entendeu o feedback e por isso, adotou uma cartilha com foco na “verdade extrema” entre os funcionários e a empresa.

Contudo essa cultura de transparência adotada, em que até as reuniões eram gravadas e documentadas, gerou muito desconforto entre os funcionários.

Muitos alegaram que chegava a assemelhar as reuniões a um “culto”, e assim a Associates passou por dificuldades para manter os funcionários e até mesmo contratar novos.

Após esses acontecimentos, Dalio saiu da posição de CEO em 2018, contudo ainda segue atuando diretamente em situações importantes.

Investimento

Para tanto dinheiro, você deve se perguntar onde ele investe, certo?

Então vamos entender um pouco sobre em que ele investe e quais suas estratégias!

Visando uma boa reserva de ativos, para que tenha êxito em qualquer cenário econômico, Ray criou um investimento baseado em “Paridade de risco”.

O principal objetivo é equilibrar os riscos de investimentos, com intuito que não fique em constante alteração.

Como bom investidor, ele preza por uma diversificação. Então sua carteira é basicamente:

  • 40% investidos em títulos a longo prazo (20 a 25 anos);
  • 30% em ações de grandes empresas;
  • 15% em títulos de médio prazo (7 a 10 anos);
  • 15% dividido entre ouro e outras commodities.

É preciso entender o histórico de padrão de economia e mercado de ações para que essa tabela seja atualizada anualmente.

Estratégias

Como já dito, a estratégia principal dele é de paridade de risco. Em que consiste ter uma carteira diversificada e equilibrada de acordo com a volatilidade de cada ativo, até que futuramente terá retorno positivo.

Para ele a diversificação (ações, imóveis, commodities etc.) é um dos principais pontos estratégicos para o sucesso investindo, pois se você perder em um lado, pode ganhar em outro.

Além disso, Ray recomenda que você tenha autoconhecimento para que obtenha sucesso em qualquer área da sua vida.

“Você precisa pensar por si mesmo, e descobrir o que é verdade.”

Essas estratégias não agradam a muitos investidores que possuem a carteira bem tradicionalista. Contudo, Ray não se limitou a isso.

Princípios de Ray Dalio

Em seu livro, Princípios, que foi escrito de forma bem didática com intuito de atingir um público amplo, Ray conta as histórias de fracasso em busca de conhecimento e quais princípios adotou para chegar ao sucesso.

Dalio conta que em 1982 aconteceu seu maior fracasso, quando apostou em uma crise que nunca aconteceu.

O mercado estava em turbulência e ele acreditava que os EUA estavam entrando em crise.

Ele assumiu publicamente um risco e errou completamente.

Todavia, o país passou por uma onda de sorte e desfrutou do maior período de crescimento econômico.

Ray teve tanto prejuízo, que chegou a pedir em média US$ 4.000 ao pai para pagar as contas, sendo necessário demitir funcionários e foi o único que sobrou na empresa.

Ele diz que situação como essa, metaforicamente, irá acontecer em sua vida. “Você perderá algo que acha que não pode viver sem, sofrerá uma doença terrível ou lesão ou então sua carreira desmoronará diante de seus olhos, mas passará.”

Para Raymond, alcançar o sucesso é questão de preparação. Por isso, você precisa começar a seguir princípios básicos em sua vida que te auxiliará nesse processo.

Ray Dalio descreve esses princípios em 5 passos:

  1. Entenda seus objetivos e em busca deles.
  2. Encontre os obstáculos que te impedem de realizar seus objetivos.
  3. Diagnostique os problemas para encontrar as causas.
  4. Faça planejamentos para contornar os obstáculos que atrapalham seu processo.
  5. E faça. Ponha em prática os planejamentos.

“Uma vida bem-sucedida consiste em realizar esses cinco passos repetidamente”, ele escreve.

Ray criou esses princípios a partir de uma reflexão que fez após os fracassos.

Ele criou uma fórmula básica para representar esses princípios: Dor + reflexão = progresso.

Isso serve para ao lado da vida, se porventura cometer erros constantes, passar por essas reflexões.

Dalio diz que tem atingidos um público de leitores de todas as idades, e por isso, fica feliz com essa devolutiva.

Pelo Youtube, Ray entrega para pessoas que não podem ler, além disso, ele fez um vídeo curto de 30 minutos onde fala sobre esses princípios.

Além disso, ele também escreve artigos, que publica no Linkedin e faz uso do Twitter e Instagram, onde publica constantemente trechos de seus livros.

Raymond disse que se compromete a “devolver o bem” por todas as plataformas para que maiores números de pessoas alcancem seus sonhos e uma vida bem-sucedida.

Em uma conversa com a Forbes, ele diz que “Não havia nada de especial em mim”. Complementa dizendo que todos irão falhar, mas você precisa passar por esse processo de mente aberta, para que consiga enxergar e aprender e melhor durante isso, para que aumente suas chances de acertar.

Essa é a fórmula para o sucesso.

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