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Economia

Bolsa cai, mas recurso externo continua chegando

No mesmo dia da queda de quase 1%, B3 recebe R$ 242,6 mi

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Crédito: Exame

Na mesma quarta-feira (15) em que amargou queda próxima de 1%, o mercado nacional comemorou um ingresso de R$ 242,6 milhões de recursos estrangeiros no mercado secundário da B3 (ações já listadas), quando também entraram no país outros R$ 222,9 milhões, referentes ao fluxo de capital externo positivo do período – já acumulado este ano em R$ 47,330 bilhões.

Déficit cai – Também na bolsa, nessa quarta, o investidor Pessoa Física foi responsável pelo ingresso de outros R$ 189,6 milhões líquidos na B3, o que contribuiu para reduzir o déficit mensal para R$ 257,7 milhões, enquanto o saldo anual é superavitário em R$ 2,209 bilhões.

Saque institucional – O investidor institucional, por sua vez, sacou R$ 315 milhões, igualmente na quarta, o que elevou o déficit mensal para R$ 2,33 bilhões, além de projetar uma retirada de recursos anualizada em R$ 54,746 bilhões.

Saldo negativo – Na véspera (14), o ingresso de recursos estrangeiros na B3 foi maior ainda, totalizando R$ 462,9 milhões na última terça-feira (14), quando, coincidência ou não, o Ibovespa também havia caído   0,19%. Se contado até essa data, o saldo de capital externo do país em setembro era negativo em R$ 19,7 milhões.

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Empresas

Facebook reporta lucro superior a 9 bilhões de dólares no último trimestre

A companhia tem mais de dez mil funcionários

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O Facebook reportou lucros superior a 9,19 bilhões de dólares no último trimestre, alta de 17% ante trimestre anterior.

A companhia tem mais de dez mil funcionários espalhados pelo mundo e, após o fechamento do mercado, as ações da empresa subiram cerca de 4%.

A receita ficou abaixo da expectativa de analista, com US$ 29 bilhões registrados, aumento de 35% ante 2020.

Também obteve crescimento estável em relação ao número de usuários, sendo 12% nos últimos três meses em seus aplicativos, um aumento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Quanto aos apps, a companhia marcou 3,6 bilhões de usuários mensais — acima da expectativa de 3,5 bilhões — mesmo em meio aos vazamentos slides que mostravam prejuízo aos usuários em detrimento do crescimento das redes.

Facebook Pay: O que é e como se relaciona com o WhatsApp?

Facebook

Ainda de acordo com o balanço, a divisão “Outros” do Facebook, que inclui hardwares como o aparelho de realidade virtual Oculus, atingiu receita de US$ 734 milhões, um aumento de 195%, acima das expectativas de analistas, que eram de US$ 477 milhões.

Já para o próximo trimestre, a companhia espera uma receita entre US$ 31,5 bilhões e US$ 34 bilhões – a expectativa de analistas é de US$ 34,8 bilhões.

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Economia

Horário de verão não gera economia de energia, aponta estudo do MME

Ministério entende não haver benefício na aplicação do horário de verão.

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Um novo estudo encomendado pelo Ministério de Minas e Energia reitera avaliação anterior de que a adoção de horário de verão não resulta em “economia significativa de energia”, e que as medidas adotadas pelas autoridades do setor são suficientes para garantir o fornecimento de energia.

Veja ainda: Energia poderia ser solar e gratuita no Brasil? Entenda

Em nota, o ministério informa que “considerando análises técnicas devidamente fundamentadas, o MME entende não haver benefício na aplicação do horário de verão e que as medidas tomadas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) têm se mostrado suficientes para garantir o fornecimento de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional de energia elétrica (SIN) na transição do período seco para o período úmido”.

De acordo com a pasta, a aplicação do horário de verão “não produz resultados na redução do consumo nem na demanda máxima de energia elétrica ou na mitigação de riscos de déficit de potência. Além disso, na avaliação mais recente das condições de atendimento eletroenergético do SIN, realizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para este mês de outubro, verifica-se que o sistema se encontra com recursos energéticos suficientes para o adequado atendimento à potência”.

O MME acrescenta que, segundo os novos estudos, a redução observada no horário de maior consumo (entre as 18 e 21h) acaba sendo compensada pelo aumento da demanda em outros períodos do dia, em especial no início da manhã. “Pelas prospecções realizadas pelo ONS, não haveria impacto sobre o atendimento da potência, pois o horário de verão não afeta o consumo no período da tarde, quando se observa a maior demanda do dia”, complementa a nota.

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Economia

Novo reajuste: gasolina e diesel ficam mais caros para as refinarias nesta segunda

Óleo diesel acumula alta de 65% e gasolina de 73% só em 2021. Preços devem continuar subindo até o final do ano.

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Um dos fatores que puxa a inflação para altos patamares é o constante aumento dos combustíveis. Só em 2021 a gasolina subiu 73% e o diesel mais de 65%, desde janeiro. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Leia mais: Gasolina está cara? Confira 3 formas de economizar na hora de abastecer

Para agravar o problema, a Petrobras divulgou nova rodada de aumentos nesta segunda-feira (25). De acordo com a estatal, a gasolina subirá 7% e o diesel 9%. Os preços atualizados serão aplicados às refinarias a partir desta terça-feira (26). Isso quer dizer que não necessariamente o aumento será repassado aos consumidores. Pelo menos, não de forma imediata, é o que se espera.

Gasolina bate recordes

Os reajustes no preço final (aplicado na bomba) dependem de mais fatores. No caso, é preciso avaliar as porcentagens dos impostos e da margem de lucro das distribuidoras.

Apesar disso, a ANP aponta para o preço médio de R$ 6,36 o litro da gasolina no Brasil. Em algumas unidades da Federação, o valor já ultrapassa a casa dos R$ 7.

Política de preços

Desde 2016, a Petrobras adora um reajuste de preços pautado pelas variações internacionais do petróleo. Desde a última alta anunciada pela estatal no Brasil, o petróleo já subiu quase 4%. Atualmente, o barril do tipo Brent (padrão) aumentou e ficou cotado a US$ 86,35.

A ANP também chegou a apontar mais de oito altas consecutivas no preço do barril de petróleo. O valor está em constante elevação e reflete diretamente no preço dos combustíveis. Entenda o que fez o prelo subir:

Por que o petróleo está tão caro?

Aumento na demanda

No último dia 28 de setembro, o preço do barril do tipo Brent passou de US$ 80. É a primeira vez que atinge um valor nesse patamar desde 2018. Porém, este não é um fator isolado que faz o preço crescer no mundo inteiro.

A China, por exemplo, tem utilizado mais gás natural para substituir o uso do carvão. Isso faz com que o petróleo eleve seu custo. Na Europa, o gás natural também tem sido utilizado com mais frequência.

Alguns parques eólicos produziram menos por conta da escassez de ventos. De modo geral, o mundo passa por uma crise energética, o que faz o petróleo seu mais utilizado e subir de preço. Em contrapartida, a produção do combustível fóssil não aumentou.

Dólar em alta

O preço do barril é avaliado em dólar. Portanto, toda vez que o dólar sobe, o petróleo acompanha a alta. Em especial no Brasil, o dólar tem quebrado recordes de altas.

Analistas dizem que um dos principais problemas está na crise institucional. As brigas entre os poderes geram insegurança e pouco investimento no país. Isso eleva cada vez mais a cotação da moeda norte-americana.

Biocombustíveis caros

Os biocombustíveis também ficaram mais caros. Eles são componentes que compõe combustíveis como gasolina e diesel. Tanto o etanol quanto o biodiesel ficaram mais caros.

Esse encarecimento também está ligado à crise energética e à crescente demanda diante da mesma oferta.

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