Economia
Bolsa Família em risco: Pente-fino do Governo pode cortar pagamentos
Com a volta do programa Bolsa Família no início deste ano, o governo federal promoveu diversas mudanças no programa assistencial. No entanto, foi necessário que os órgãos responsáveis fizessem uma busca minuciosa nos beneficiários, garantindo que apenas aqueles que se adequassem ao programa recebessem os repasses.
Isso porque, o programa com basicamente a mesma finalidade do Bolsa Família do governo anterior, o Auxílio Brasil, contava com algumas inscrições irregulares, principalmente em relação às famílias unipessoais – compostas por apenas um cidadão.
Assim, esse pente-fino do governo federal continua sendo feito, visando atender apenas à parcela da população que realmente necessita da assistência do poder público. Inclusive, pode ser que alguns inscritos tenham os pagamentos suspensos caso não se adéquem aos requisitos.
Como não cair no pente-fino do Bolsa Família
Se você recebe os repasses mensais do Bolsa Família, a recomendação é conferir como está a situação de sua inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), já que os beneficiários dos programas assistenciais do governo que estão sendo suspensos ou bloqueados, normalmente estão com problemas nesse cadastro.
Então, a recomendação é que você confira seu registro no CadÚnico e confira se todas as informações lá dispostas refletem com veracidade a sua situação e de sua família, como quantidade de membros, endereço, renda e demais detalhes.
Desse modo, você evita ter os pagamentos suspensos e se mantém em dia com as informações fornecidas para o governo federal, podendo até mesmo participar de outros programas sociais, caso se enquadre nos critérios estabelecidos.
Por que o governo está tirando pessoas do Bolsa Família?
Como mencionado, a prioridade do governo é atender às famílias que realmente se enquadrem nos critérios estabelecidos para recebimento dos repasses mensais feitos por meio do Bolsa Família. Assim, é preciso realizar esse pente-fino e retirar do programa quem estava recebendo erroneamente.
A ideia surgiu do Ministério do Desenvolvimento Social, chefiado por Wellington Dias (PT), ex-governador do Piauí. A medida se fez necessária, porque, de acordo com Dias, muitos cadastros se encontravam inconsistente, privando quem realmente tinha o direito de receber o auxílio.

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