Economia
Bolsa Família: Novas regras a serem seguidas após relançamento
A partir de março, com o relançamento do programa social, os beneficiários deverão seguir as novas regras impostas. Confira.
Aqueles que se beneficiam do programa de cunho social Bolsa Família, dedicado às famílias brasileiras de baixa renda, devem ficar atentos, pois, a partir do relançamento do programa, em março, novas regras entram em vigor.
É importante lembrar que, além de passar por novas regras, o Bolsa Família também contará com novos valores, sendo o base de R$ 600, podendo ser acrescido de R$ 150, caso existam crianças menores de seis anos na família. O valor do benefício poderá chegar a até R$ 900.
As novas regras em si têm um maior foco em famílias que possuam crianças e jovens em sua composição, prezando o bem dessas crianças.
Para que as famílias com crianças pequenas, menores de seis anos, sejam elegíveis ao valor extra, que se limita a duas crianças por cada família, é necessário cumprir essas regras.
A fim de garantir que essa nova juventude tenha a educação necessária, para que o benefício seja concedido, é necessário que crianças e adolescentes das famílias tenham uma frequência escolar satisfatória.
Mas essa não é a única regra que as famílias com crianças deverão seguir. Visando prezar também a saúde dessas crianças para além da educação, será cobrado que as mães, pais ou responsáveis mantenham as carteiras de vacinação de seus filhos em dia.
Segundo o Ministro do Desenvolvimento, Wellington Dias, o mistério vai trabalhar em conjunto com o Ministério da Educação e também o da Saúde, para traçar e garantir que as novas diretrizes sejam seguidas.
Esse valor extra, além dos R$ 600 fixos, para famílias que contam com crianças tem a intenção de amparar os gastos extras que esses acabam por gerar as suas famílias.
Como receber o valor extra?
Para receber o Bolsa Família, é necessário estar com os dados devidamente registrados no Cadastro Único (CadÚnico), que funciona como um banco de dados por meio do qual as famílias conseguem pleitear benefícios aos quais suas características se enquadram.
Para se inscrever no Bolsa Família, é necessário que a renda familiar seja de meio salário mínimo per capita ou que a renda mensal seja de até três salários mínimos.
Aqueles que já estão inscritos podem, também, se encaminhar a um CRAS para atualizar as informações em seu cadastro. Isso é necessário sempre que houver mudanças na composição familiar ou a cada dois anos.

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