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Bradesco e Enel X fecham acordo para construção de 9 usinas de energia solar

Geraçao distribuída

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Crédito: Veja

O Bradesco e a Enel X firmaram contrato para o desenvolvimento e construção de nove usinas fotovoltaicas de geração distribuída nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Goiás.

De acordo com a instituição financeira, com capacidade instalada total de 11 MWpm as plantas serão responsáveis por gerar energia limpa para mais de 300 agências do Bradesco nos três estados.

Também disse que o acordo foi estabelecido pelo prazo de 10 anos, com possibilidade de prorrogação do prazo contratual.

E acrescentou que o projeto de geração distribuída da Enel X para o Bradesco reafirma o compromisso sustentável de ambas as empresas, uma vez que vai evitar a emissão anual de cerca de 12 mil toneladas de CO², o que corresponde à neutralização que seria obtida a partir do plantio de cerca de 86 mil árvores.

Bradesco

Ainda de acordo com a instituição financeira, as plantas estão sendo instaladas nos municípios de Quixeré, no Ceará; Buriti Alegre, em Goiás; e Seropédica e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

Ao todo, serão 18.550 painéis solares, distribuídos em uma área total de 246.431 metros quadrados. A previsão é que as usinas iniciem as operações em junho de 2022.

“Em 2020, assumimos o compromisso de, a partir do fim do mesmo ano, ter 100% das operações do Bradesco abastecidas por energia de fontes renováveis. Com esse objetivo já conquistado, nos tornamos uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar a transição”, explica Adelmo Romero Perez Junior, Diretor do Departamento de Patrimônio do Bradesco. Essa parceria reafirma a preocupação do banco com as mudanças climáticas e está em linha com o esforço de se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

​“O acordo com o Bradesco demonstra a competitividade deste modelo de negócio. A construção de usinas solares de geração distribuída é um dos focos da Enel X no Brasil e nos ajuda em nossa missão de auxiliar empresas de todos os portes e segmentos a atingirem suas metas de descarbonização, em linha com a relevância e a urgência da agenda ESG”, afirma Francisco Scroffa, Responsável da Enel X no Brasil. “Oferecemos aos nossos clientes soluções tecnológicas que garantem uma gestão inteligente e sustentável do consumo energético, com foco no controle de custos, previsibilidade e redução de riscos”.

Geração distribuída

A Enel X, por meio da linha de negócios e-Industries, oferece o serviço de geração distribuída para empresas, permitindo que geradores privados realizem a troca da energia produzida com a rede elétrica.

Por meio desta e de outras soluções integradas em energia, é possível reduzir a conta de energia de forma significativa e contribuir para a sustentabilidade do sistema elétrico ao utilizar uma fonte renovável de energia, auxiliando clientes comerciais e industriais na jornada da transição energética.

Após a instalação, a economia é imediata e os painéis duram por mais de 25 anos. Ao todo, a Enel X possui cerca de 13,2 MWp em sistemas de geração distribuída solar instalados no Brasil.

Contexto de mercado

O Brasil está na lista dos dez países que mais instalaram sistemas de energia solar no mundo em 2020 e em primeiro lugar na América Latina com 3,15 gigawatts em novos empreendimentos no ano passado. Dessas instalações, 80% são consideradas de pequeno porte, com placas solares em telhados para o atendimento da demanda de clientes residenciais e pequenas empresas. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nos próximos dez anos, a mini e a microgeração distribuídas podem ultrapassar 40 gigawatts (GW) no Brasil.

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Ações, Units e ETF's

Hypera (HYPE3): Operação segue robusta, mas operação descontinuada polui, diz BB

Para a corretora, o resultado referente ao terceiro trimestre foi misto

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O BB Investimentos analisou o ativo Hypera (HYPE3) em seu portfólio e optou por recomendar Compra com preço-alvo para o final de 2022 em R$ 45,00.

“O resultado referente ao terceiro trimestre foi misto, em nossa visão. Se, por um lado, a companhia entregou expressivo crescimento de vendas e ganho de participação de mercado por mais um trimestre, combinado com maior alavancagem operacional e consequente crescimento de EBITDA, por outro, o resultado líquido de operações descontinuadas referente a um acordo com a Ontex sobre o negócio de descartáveis vendido em 2017 maculou a rentabilidade do período. A companhia vem negociando a 10,7x EV/EBITDA e 14,4 P/L, ante uma média de 2 anos de 12,6x e 15,5x, respectivamente”, disse.

E acrescentou que os papéis HYPE3 acumulam queda e 14,1% nos últimos 30 dias até sexta (22), reflexo da divulgação do fato relevante sobre o acordo firmado com a Ontex e que contempla a obrigação da Hypera em pagar o valor de R$ 500 milhões.

Às 15h30 desta segunda (25) a ação da companhia subiu mais de 4% na bolsa, negociada a R$ 29,21, entre as maiores valorizações do Ibovespa.

Hypera

Considerando que o acordo foi firmado por um valor bastante superior ao provisionado anteriormente pela companhia (R$ 100 milhões), o BB diz entender que o movimento do papel reflete o descontentamento dos investidores com os impactos de curto prazo na rentabilidade e no fluxo de caixa da companhia.

“Contudo, apesar do efeito negativo na rentabilidade do trimestre e no processo de desalavancagem, que será um pouco mais lento do que o originalmente estimado, consideramos que a Hypera segue com um modelo de negócios bastante robusto, com evoluções significativas em seu planejamento estratégico para alavancar vendas e rentabilidade ao longo dos próximos anos, além da sua capacidade em arcar com o pagamento decorrente do acordo sem impactar os investimentos previstos orginalmente”, frisou.

Veja HYPE3 na Bolsa😐

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Bancos

Estoque total de crédito vai a R$4,428 tri sem setembro, diz BC

O levantamento também está separado por setores, como Habitaçao e outros

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O estoque total de crédito marcou R$ 4,428 trilhões em setembro ante agosto, informou o Banco Central (BC).

De acordo com a autoridade monetária, trata-se do total de operações de crédito do sistema financeiro e representa alta de 2,00% no período.

Também disse que em setembro ante agosto, houve alta de 1,0% no estoque para pessoas físicas e elevação de 2,3% no estoque para pessoas jurídicas.

E acrescentou que o estoque de crédito livre avançou 2,4% em setembro, enquanto o de crédito direcionado apresentou alta de 1,5%.

Estoque total de crédito

Ainda de acordo com o BC, no crédito livre houve alta de 2,0% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque avançou 2,9% no período.

O banco informou, também, que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 52,4% para 52,9% na passagem de agosto para setembro.

Habitação e veículos

Os dados mostram que o estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 1,2% em setembro ante agosto, totalizando R$ 789,219 bilhões.

O estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física, por sua vez, subiu 1,1% em setembro ante agosto, para R$ 235,444 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 12,5%.

Setores

A autoridade monetária destacou que o saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária subiu 3,0% em setembro, para R$ 38,355 bilhões.

Já o saldo para a indústria avançou 1,3%, para R$ 744,379 bilhões. O montante para o setor de serviços teve alta de 2,1%, para R$ 1,091 trilhão.

No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 100,3%, aos R$ 19,062 bilhões.

Setor não financeiro

Conforme o levantamento, o saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 1,2% em setembro ante agosto, para R$ 13,076 trilhões. O montante equivale a 156,3% do PIB do Brasil.

Já o crédito ampliado inclui, entre outras, as operações de empréstimos feitas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e as operações com títulos públicos e privados. A medida permite uma visão mais ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando, ao abarcar não apenas os empréstimos bancários.

No caso específico de empresas, o saldo do crédito ampliado cresceu 3,1% em setembro ante agosto, para R$ 4,514 trilhões. O montante equivale a 54,0% do PIB.

BNDES

Também disse que o saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas teve alta de 0,8% em setembro ante agosto, somando R$ 378,166 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 3,8%.

Em setembro, houve avanço de 2,5% nas linhas de financiamento agroindustrial do BNDES, alta de 0,8% no financiamento de investimentos e queda de 1,9% no saldo de capital de giro.

Concessões

Em se tratando de concessões dos bancos, estas, no crédito livre, subiram 3,2% em setembro ante agosto, para R$ 387,5 bilhões. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o avanço foi de 18,6% e, nos 12 meses até setembro, a alta foi de 12,9%.

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Bancos

HSBC reporta lucro líquido de US$3,54 bi no 3º tri, mais que o dobro do ano anterior

A receita ficou em US$ 12,01 bilhões entre julho e setembro,

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O HSBC reportou lucro líquido de US$ 3,54 bilhões no terceiro trimestre de 2021, mais que o dobro ano anterior, conforme balanço encaminhado ao mercado.

Isso porque no terceiro trimestre de 2020 o banco havia obtido lucro líquido de US$ 1,36 bilhão. O resultado ficou bem acima da expectativa de analistas, que previam lucro de US$ 2,22 bilhões.

Já a receita ficou em US$ 12,01 bilhões entre julho e setembro, bem semelhante aos US$ 11,93 bilhões de um ano antes.

A instituição financeira, que tem sede em Londres mas foca o mercado asiático, informou que pretende recomprar até US$ 2 bilhões em ações, diante de seu bom desempenho no terceiro trimestre.

Com o resultado de hoje, às 4h25 (de Brasília) a ação da HSBC subia 0,36% na Bolsa de Londres. Em Hong Kong, onde o HSBC também está listado, seu papel avançava 0,43%.

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