Conecte-se conosco

Economia

Brasil registra taxa de desemprego de 13,8% no trimestre até julho, diz IBGE

Resultado ficou pouco acima das projeções feitas em pesquisa da Reuters, que previa que a taxa seria de 13,7% no período.

Publicado

em

A taxa de desemprego registrada no Brasil foi de 13,8 por cento no período de três meses até julho. A informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 30.

O resultado ficou pouco acima das projeções feitas em pesquisa da Reuters, que previa que a taxa de desemprego no país seria de 13,7 por cento por cento no período.

Publicidade
Comentários

Bancos

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

A S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional da instituição financeira em um degrau, de “brAA-” para “brAA”

Publicado

em

Banco PAN

A Caixa Econômica Federal enviou pedidos de proposta a bancos de investimentos para alienar sua participação no Banco Pan (BPAN4).

Na mesma data, em resposta à iniciativa da Caixa, o Pan divulgou fato relevante na mesma data, afirmando ter recebido informação da Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR, braço de participações da Caixa em empresas, a respeito da avaliação da transação e do processo de seleção das instituições financeiras participantes.

Segundo a XP Investimentos, após a vendas de suas ações preferenciais no último mês de agosto, a Caixa se tornou acionista do Banco Pan por meio de 49,2% das suas ações ordinárias, as quais são vinculadas a um acordo de acionistas com o BTG Pactual, acionista majoritário, que possui direito de preferência em qualquer operação que o banco estatal queira fazer.

“Ressalta-se que os estudos ainda encontram-se em caráter inicial, não havendo qualquer tomada de decisão acerca da efetiva realização da operação, que está sujeita à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”, destacou a XP.

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

Banco Pan: rating

Após elevar o rating do Banco Inter (BIDI11), a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional do Banco Pan (BPAN4) em um degrau, de “brAA-” para “brAA”, e manteve a nota na escala global em “B+”. A perspectiva de ambos os ratings é estável.

A decisão, de acordo com a S&P, foi tomada diante da migração bem-sucedida do banco para as operações digitais, a menor dependência da receita de empréstimos e o foco em crédito consignado e financiamento de veículos.

Segundo a agência de rating, considerando que o crédito consignado e o financiamento de veículos são produtos de crédito de menor risco e representam 91% do total de empréstimos da instituição, o desempenho financeiro dela foi “mais resiliente e mais forte do que o de seus pares com ratings semelhantes, apesar do choque econômico decorrente da pandemia”.

“Nos últimos anos, o Banco Pan vem expandindo suas operações digitais, ao mesmo tempo em que se distancia do segmento de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e se concentra no crédito consignado e financiamento de veículos. Como resultado, o banco vem reportando resultado operacional superior ao de seus pares, enquanto sua rentabilidade aumentou nos últimos anos”, diz trecho do comunicado.

A transformação digital do banco foi bastante elogiada pela agência. Para ela, apesar de o negócio de empréstimos ainda ser a principal ferramenta de monetização de clientes, o Banco Pan está “constantemente lançando novos recursos e desenvolvendo parcerias, potencializando produtos de varejo como cartões de crédito, contas correntes e empréstimos pessoais”, e isso vendo gerando bons frutos.

A S&P destacou ainda que o esforço do Banco Pan em reduzir sua dependência de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) – que controla a instituição com o BTG Pactual desde 2011, quando o antigo dono, Silvio Santos, vendeu a instituição para liquidar uma dívida de quase R$ 4 bilhões que contraiu com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e cobrir dois rombos no banco.

Veja BPAN4 na Bolsa:

Continue lendo

Bancos

Clientes da Caixa podem acessar portal de serviços do governo pelo aplicativo

Além da Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Banrisul e BRB também estão integrados ao Portal Gov.br.

Publicado

em

Caixa Econômica Federal (CEF)

Mais de 47 milhões de usuários da Caixa Econômica Federal podem acessar serviços digitais oferecidos pelo governo utilizando a mesma senha do aplicativo do banco. Os serviços são do Portal de Serviços Públicos do Governo Federal (www.gov.br). Além da União, 11 estados, 74 municípios e o Distrito Federal estão integrados à plataforma. 

Atualmente, 93 milhões de pessoas estão cadastrados no gov.br. Entre os principais serviços disponíveis estão o Meu INSS, carteira digital de trânsito, carteira de trabalho digital, saque do abono salarial e pedido de seguro-desemprego. 

Nos estados e municípios que aderiram ao Portal, o usuário pode acessar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além de taxas de limpeza e de iluminação pública. 

Atualmente, o Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco e BRB disponibilizam o acesso aos serviços através dos aplicativos. Na semana passada, o Sicoob, uma instituição financeira cooperativa, também passou a oferecer acesso ao portal. 

A Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, responsável pela plataforma gov.br, indica que o acesso por meio do aplicativo é seguro. Com a integração, o governo tem acesso apenas ao nome completo, CPF, e-mail e telefone do usuário. 

Como acessar

Ao acessar sites ou aplicativos governamentais que permitam a autenticação através da opção gov.br, o usuário será redirecionado a uma tela que apresentará o item “Bancos Credenciados”. Ao acioná-lo e escolher uma das opções, o cliente será direcionado ao ambiente do sistema cooperativo, onde informará suas credenciais de acesso e receberá uma mensagem no aplicativo.

Após esse processo, o correntista deve aprovar o compartilhamento dos dados pessoais. Por fim, o usuário será direcionado ao serviço que acessou originalmente já identificado.

Continue lendo

Economia

‘Bolsa de startups’: Fintech propõe negociação no mercado secundário

Objetivo da proposta é oferecer um sistema de negociação organizado em um ambiente apropriado e que forneça proteção aos investidores.

Publicado

em

O que significa investir a curto, médio e longo prazo?

A fintech SMU, em parceria com o escritório de advocacia Demarest, propôs à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a criação de um mercado secundário de ativos de startups, abrangendo segmentos como crowdfunding (vaquinhas virtuais), investidores anjos, bolsas de investimentos, associações de investimento, entre outros. 

A iniciativa de uma bolsa de startups tem objetivo de disponibilizar um sistema de negociação organizado em um ambiente apropriado e que forneça proteção aos investidores e ao mercado em geral. Com a criação desse sistema, a ideia é solucionar o problema de liquidez desse mercado e torná-lo mais atrativo para o investimento em startups. 

Rodrigo Carneiro, presidente da SMU e da Crowdinvest, afirma: “A falta de liquidez é uma das dores desse mercado. O investidor brasileiro gosta de investir em startups, ele assume o risco, mas fica desconfortável com a falta de liquidez. Para ganhar dinheiro com esses ativos, hoje ele precisa ter um evento de liquidez, como uma incorporação da empresa”.

Atualmente, as plataformas que oferecem ofertas públicas de aplicação em startups são proibidas de intermediar o mercado secundário, ressalta Carneiro. Por outro lado, com um mercado secundário com liquidez, as startups devem ter seu caminho facilitado para a captação de investimentos. 

Thiago Giantomassi, sócio de mercado de capitais e fusões e aquisições do Demarest, explica que a vantagem de participar do sandbox é ter flexibilidade para adaptação de todos os processos em um ambiente experimental. 

O sandbox é um ambiente de testes de projetos aprovados pela CVM, com condições limitadas e especiais. Em suma, é uma espécie de laboratório onde são realizados testes que podem ou não funcionar naquele ativo ou ambiente de negociação, antes de determinar validade, oficializando a criação e funcionamento do mesmo.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS