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Economia

Brasileiros já usam mais lenha que gás para o preparo de alimentos

Atrás apenas da energia elétrica, item se tornou a segunda principal fonte de energia do Brasil, com participação de 26,1% nos lares brasileiros.

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Com a crise econômica afetando o bolso dos brasileiros, e o preço médio do gás de cozinha ultrapassando R$ 100, a lenha acabou ganhando espaço de destaque em muitas casas do país durante a pandemia. A nova forma de preparar alimentos acabou sendo necessária diante das altas dos preços.

Leia mais: Pesou no bolso! Petrobrás encarece gasolina e gás de cozinha

Funcionando como substituto direto do botijão, o consumo de restos de madeira nas residências subiu 18% em 2020 se comparados os dados de 2019, de acordo com um levantamento da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Atualmente, muitas famílias estão reservando o uso do gás de cozinha apenas em situações de emergência. Outras já até venderam o fogão e recorrem à lenha e ao carvão vegetal para preparar sua comida.

Reajustes

Atualmente, de acordo com a EPE, a lenha se tornou a segunda principal fonte de energia do Brasil, com participação de 26,1% – atrás apenas da energia elétrica. Já o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), ou gás de cozinha, conta com 24,4% de participação nos lares do país, ocupando a terceira posição.

O motivo para a troca entre as fontes de energia pelos brasileiros tem a ver com o reajuste nos preços. Em seu último aumento, anunciado pela Petrobras, o preço médio de venda do gás de cozinha subiu de R$ 3,60 para R$ 3,86 por kg, o que equivale a R$ 50,15 no caso de um botijão de 13kg. Como justificativa, de acordo com a estatal, o período de estabilidade nos preços foi mantido por 95 dias.

Mesmo com a expansão da eletricidade e da produção do gás de cozinha no país, que possibilitou o uso de métodos mais modernos no quesito “geração energética”, por exemplo, a diminuição no uso dos produtos é tida para muitos especialistas como um retrocesso. Para fins de comparação, 80% dos lares brasileiros utilizavam lenha para cozinhar ou se aquecer até 1970.

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Empresas

EDP Brasil reporta lucro líquido de R$510,5 mi no 3º tri, alta de 70,3%

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado marcou R$ 753,9 milhões

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A EDP Brasil reportou lucro líquido de R$ 510,5 milhões no terceiro trimestre, alta de 70,3% ante igual período do ano anterior, conforme balanço encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado entre julho e setembro somou R$ 753,9 milhões, elevação de 30,1% na comparação com um ano antes.

Também disse que os segmentos de Distribuição e Transmissão foram os principais destaques do trimestre, e que o volume de energia distribuída apresentou aumento de 4,2% no trimestre em relação ao mesmo intervalo de 2020, em função da recuperação da atividade econômica e expansão do número de clientes.

E acrescentou que, paralelamente, o processo de reajuste tarifário da EDP Espírito Santo resultou no aumento de 9,75% na tarifa média para o consumidor e em uma alta de 46% da Parcela B.

EDP Brasil

Ainda de acordo com o balanço, na EDP São Paulo o reajuste tarifário aprovado promoveu uma elevação de 12,4% na tarifa média para o consumidor e um aumento de 32,6% na Parcela B. Mas, nesse caso, o evento ocorreu após o fechamento do terceiro trimestre, então sem impacto no trimestre avaliado.

Na Transmissão, os empreendimentos em operação apresentaram no trimestre RAP Líquida de 45,8 milhões de reais e Ebitda regulatório de 39,8 milhões de reais.

A companhia está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker ENBR3.

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Economia

Após 2 meses em queda, confiança do consumidor sobe em outubro

Apesar disso, cenário ainda é de cautela, diz FGV.

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1 ponto de setembro para outubro deste ano e interrompeu uma trajetória de dois meses em queda. Com o resultado, o indicador chegou a 76,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Leia ainda: Combustíveis: ICMS com valor fixo vai reduzir o preço para os consumidores?

A alta foi influenciada principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança do consumidor brasileiro no futuro. O subíndice subiu 1,3 ponto, atingindo 82,4 pontos em outubro, puxado pela melhora das perspectivas sobre a situação financeira familiar.

O Índice da Situação Atual, que mede a percepção do consumidor sobre o presente, variou 0,2 ponto e chegou a 69 pontos.

“Contudo, consumidores se mantêm cautelosos em relação a intenção de compra de bens duráveis. O aumento da incerteza, o aumento dos preços e a demanda represada por serviços na pandemia podem estar contribuindo para frear o consumo desses produtos”, disse a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

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Empresas

TIM reporta lucro líquido normalizado de R$474 mi no 3º tri, alta de 21,4%

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização marcou R$ 2,167 bilhões

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A TIM reportou lucro líquido normalizado de R$ 474 milhões no terceiro trimestre de 2021, alta de 21,4% ante igual período do ano anterior.

De acordo com o balanço, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) marcou R$ 2,167 bilhões para o período de julho ao fim de setembro, crescimento de 4,5% na comparação anual.

A companhia pertence ao grupo Telecom Italia e terminou setembro com 51,6 milhões de clientes de telefonia móvel, incremento de cerca de 1% sobre um ano antes.

A companhia está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker TIMS3.

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