Conecte-se conosco

Economia

Brecha do governo ajuda quem quer diminuir o Imposto de Renda

Além das deduções com gastos na saúde e educação, é possível deduzir valores na declaração por meio de outra despesa; confira.

Publicado

em

Imposto de Renda

O envio da declaração do Imposto de Renda costuma acontecer até o fim do primeiro semestre de cada ano. Apesar de ainda estar um pouco distante, já é possível ir se preparando para conseguir pagar o mínimo de imposto em 2022.

Leia mais: Auxílio Brasil: Caixa libera o calendário de pagamentos de novembro e dezembro

Contribuintes e donos de empresas com fontes de renda diversas tentam se organizar para sempre aproveitar as melhores alíquotas. Porém, o trabalhador que recebe salário todos os meses não tem a mesma sorte, pois a mordida do leão acontece direto do seu holerite.

Como reduzir o Imposto de Renda

Apesar dos descontos, existe uma forma de fazer parte do valor descontado ser devolvido com o processo de restituição do Imposto de Renda – ajuste feito pelo governo quando o imposto devido é menor do que aquilo que foi retido na fonte.

Isso acontece por meio das chamadas deduções, que são os gastos debitados dos rendimentos tributáveis (saúde e educação, por exemplo). Essa diferença faz com que a base de cálculo fique menor e, por sua vez, reduza o valor do imposto. Ou seja, quanto mais deduções houver, maior será a restituição.

Brecha para reduzir o Imposto de Renda

O que muita gente não sabe é que existe uma rachadura que obriga o governo a cobrar menos Imposto de Renda. Estamos falando dos fundos de previdência privada. Neste caso, quem investir nesse tipo de aplicação ainda este ano pode pagar menos imposto em 2022 ou então ter direito a uma restituição mais gorda.

Apesar de os fundos da previdência privada funcionarem como qualquer outro fundo de investimento, eles podem ajudar a reduzir o IR. A diferença é que eles contam com a finalidade de servir como complemento para a aposentadoria do investidor, garantindo assim vantagens tributárias.

São elas:

  • Dedução de até 12% da renda tributável;
  • Imposto menor no longo período; e
  • Ausência do come-cotas, que é quando os fundos de previdência não passam pela análise da cobrança automática do IR.

Por tudo isso, considerando um período de longo prazo, as diferenças permitem o contribuinte reduzir significativamente a cobrança do IR. Isso, ao final, acaba gerando uma rentabilidade extra com o passar dos anos.

Publicidade
Comentários

Economia

PIS/Pasep: Veja se você recebe o benefício a partir de janeiro

Se você trabalha de carteira assinada e recebe até dois salários mínimos, veja como fica o pagamento do abono do PIS/Pasep para 2022.

Publicado

em

Depois que o pagamento do abono salarial PIS/Pasep foi adiado, a nova previsão é de que os valores sejam pagos a partir de janeiro de 2022. O adiamento foi por conta do Programa Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda. O pagamento é um direito de quem teve carteira assinada por pelo menos 30 dias e recebe até dois salários mínimos.

Leia mais: Veja como consultar o PIS pelo CPF através do site ou aplicativo

O PIS é pago para quem trabalha de carteira assinada em empresas privadas. Já o Pasep é para os servidores públicos. O valor pago pelo PIS/Pasep é de no máximo um salário mínimo. Sendo que o valor final pago aos trabalhadores depende do tempo de serviço durante o ano.

Quem recebe o PIS/Pasep em janeiro?

Entre as regras para ter direito ao PIS/Pasep é necessário ter trabalhado de carteira assinada por pelo menos 30 dias no ano referência. Além de ter como salário máximo dois salários. Outra exigência é estar há pelo menos cinco anos inscrito no PIS/Pasep.

O PIS é pago pela Caixa Econômica e o Pasep pelo Banco do Brasil. Por outro lado, quem não tem conta nesses dois bancos pode sacar o PIS/Pasep em qualquer caixa eletrônico, desde que esteja com o Cartão Cidadão e a senha.

Se você também não tem o Cartão Cidadão, outra forma de ter acesso ao dinheiro é apresentando um documento de identificação com foto numa agência da Caixa, além da carteira de trabalho.

Existe uma expectativa por parte dos trabalhadores de que o governo federal libere o pagamento em dobro do PIS/Pasep. Ou seja, seria o pagamento retroativo depois que os valores foram adiados durante a pandemia da Covid-19. Apesar dessa expectativa, ainda não se tem nenhuma confirmação a respeito.

Caso o trabalhador tenha dúvida dos valores a receber em janeiro, veja abaixo o cálculo de acordo com os meses trabalhados:

  • 1 mês de trabalho: R$ 100;
  • 2 meses de trabalho: R$ 200;
  • 3 meses de trabalho: R$ 300;
  • 4 meses de trabalho: R$ 400;
  • 5 meses de trabalho: R$ 500;
  • 6 meses de trabalho: R$ 600;
  • 7 meses de trabalho: R$ 700;
  • 8 meses de trabalho: R$ 800;
  • 9 meses de trabalho: R$ 900;
  • 10 meses de trabalho: R$ 1.000;
  • 11 meses de trabalho: R$ 1.100;
  • 12 meses de trabalho: R$ 1.200

Continue lendo

Economia

Boletim Focus prevê inflação de 10,18% em 2021

Essa foi a 35ª elevação consecutiva da projeção.

Publicado

em

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 10,15% para 10,18% neste ano. Essa foi a 35ª elevação consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa das instituições para os principais indicadores econômicos.

Confira também: Alta da inflação muda a expectativa do salário mínimo para 2022

Para 2022, a estimativa de inflação subiu de 5% para 5,02%. Para 2023, a previsão passou de 3,42% para 3,50% e para 2024 foi mantida em 3,10%.

A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%. Para 2022 e 2023, as metas são 3,5% e 3,25%, respectivamente, também com intervalo de tolerância 1,5 ponto percentual.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 7,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Na última reunião do Copom deste ano, marcada para esta terça (7) e quarta-feira (8), a previsão do mercado financeiro é que a Selic suba para 9,25% ao ano.

Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica chegue a 11,25% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é de Selic em 8% ao ano (a previsão da semana passada era 7,75% ao ano) e 7% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 4,78% para 4,71%. Para 2022, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 0,51%. Na semana passada, a estimativa de expansão era de 0,58%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB de 1,95% e 2,10%, respectivamente.

A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,50 de R$ 5,56 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão passou de R$ 5,50 para R$ 5,55.

Continue lendo

Empresas

BRF pretende investir R$55 bi até 2030, incluindo desembolsos de 2021

A BRF está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker BRFS3

Publicado

em

A BRF pretende investir R$ 55 bilhões até 2030, incluindo os desembolsos de 2021, conforme fato relevante encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, a estimativa prevê limite prudencial de alavancagem financeira líquida (razão entre a dívida líquida e o EBITDA Ajustado dos 12 meses anteriores) de até 3 vezes.

Também disse que o período de 2021 a 2024 leva em consideração a estimativa de atingimento de receita líquida de aproximadamente R$ 65 bilhões, com crescimento do EBTIDA em duas vezes em relação aos últimos 12 meses findos em 30 de setembro de 2020.

E acrescentou que o período de 2025 a 2027 leva em consideração a estimativa de crescimento da receita líquida e do EBTIDA em aproximadamente 2,5 vezes em relação aos últimos 12 meses findos em 30 de setembro de 2020 e com crescimento da receita em mais de 60% no mercado brasileiro.

BRF

Ainda de acordo com o documento, em relação ao período de 2028 a 2030, a companhia leva em consideração a estimativa de atingimento de receita líquida em mais de R$ 100 bilhões e de crescimento do EBTIDA em mais de 3,5 vezes em relação aos últimos 12 meses findos em 30 de setembro de 2020, com Margem EBITDA média acima de 15%, margem líquida média de 6% e retorno sobre o capital investido (“ROIC”) de 16%, aproximadamente.

A BRF está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker BRFS3.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS