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BTG Pactual (BPAC11) lança fundo de tecnologia do Janus Henderson no Brasil

BTG Pactual (BPAC11) lança fundo de tecnologia do Janus Henderson no Brasil

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BTG Pactual

O BTG Pactual (BPAC11) está lançando o primeiro fundo feeder de tecnologia do Janus Henderson no Brasil.

O fundo feeder vai investir no fundo Janus Henderson Horizon Global Technology Leaders UCITS, domiciliado em Luxemburgo, um dos maiores fundos especializados em tecnologia da Europa.

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O objetivo

O objetivo do fundo é gerar crescimento de longo prazo a seus investidores a partir de um portfólio diversificado de empresas de tecnologia de diversas partes do mundo, oferecendo aos investidores brasileiros acesso a setores que ainda não estão disponíveis no mercado local e exposição à companhias internacionais em posição de liderança em países onde a taxa de juros historicamente é baixa. O produto atende também à forte demanda dos investidores brasileiros por produtos lastreados em dólar.

Os fundos Janus Henderson Global Technology Dolar Fundo de Investimento de Ações Investimento no Exterior (feeder fund) e o Janus Henderson Global Technology Dolar FI em Cotas de FI Ações Investimento no Exterior foram lançados em outubro deste ano.

“Nossa parceria com o BTG Pactual e o lançamento deste novo fundo feeder nos aproxima dos clientes brasileiros e nos permite apresentar nossa expertise em investimento. O novo produto é uma resposta ao interesse brasileiro crescente por oportunidades de investimento no exterior. Janus Henderson está comprometido com o desenvolvimento e aumento de sua presença no Brasil, e o lançamento desse novo fundo é um importante primeiro passo nessa direção”, afirma Ignacio De La Maza, Head of Intermediary and Latin America para o Janus Henderson Group.

“O cenário de taxas mais baixas de juros no Brasil impulsionou a busca pela diversificação de carteira para alcançar retornos mais atrativos. Diante deste cenário, o BTG Pactual fortaleceu seu portfólio para oferecer mais alternativas e produtos exclusivos para seus clientes, inclusive oportunidades de investimentos no exterior. A parceria com o Janus Henderson Group é parte importante dessa estratégia, afirma Phylipe Corsini, Associate Partner do BTG Pactual.

Veja BPAC11 na Bolsa:

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Leilão do Santander oferece mais de 400 imóveis com até 70% de desconto

Santander Imóveis oferece casas e apartamentos totalmente quitados, distribuídos entre todas as regiões do país, com valor entre R$ 36 mil e R$ 6,5 milhões.

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Leilão de imóveis

Quem planeja sair do aluguel em 2021 terá uma excelente oportunidade para adquirir a casa própria. O Santander Imóveis vai realizar leilões digitais de mais de 400 imóveis com até 70% de desconto. As casas e apartamentos disponíveis estão distribuídos entre todas as regiões do país.

O valor dos imóveis varia entre R$ 36 mil e R$ 6,5 milhões. Embora todos estejam totalmente quitados, caso o imóvel esteja ocupado pelo dono inadimplente ou por terceiros, o comprador é quem terá que arcar com as despesas para a retirada do inquilino.

Para Marcelo Prata, fundador da startup Resale, que foi contratada pelo Santander para cuidar da organização do Portal de Imóveis, a compra dos imóveis oferecidos pelo banco é uma grande chance, uma vez que os interessados terão acesso a descontos significativos com menores riscos.

Os leilões serão realizados pelas plataformas credenciadas Biasi Leilões, Cravo Leilões, Frazão Leilões, Leiloei.com, Mega Leilões, Sold Leilões e Zukerman Leilões. Os interessados devem estar atentos ao edital antes de participar do leilão para conhecer todas as condições para a aquisição dos imóveis.

Para participar, basta acessar o site www.santanderimoveis.com.br e escolher a região, tipo de imóvel, valor e situação, ou seja, se ele está ocupado ou vazio, para filtrar a busca e localizar os imóveis mais adequados ao seu perfil e necessidades.

O leilão do Santander disponibiliza ainda imóveis da Empresa Gestora de Ativos do Governo (Emgea), uma empresa pública federal não financeira vinculada ao Ministério da Economia que visa a recuperação de créditos por meio de soluções conciliatórias. Neste caso, são cerca de 300 imóveis disponíveis em todo o país, com desconto de até 68%.

O valor das unidades em oferta no portal Emgea Imóveis varia entre R$ 12 mil e R$ 1,5 milhão. Os imóveis, que também estão livres de qualquer dívida, podem ser adquiridos por meio do leilão ou por venda direta, sem a necessidade de oferecer um lance no site.

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BTG Pactual anuncia banco digital BTG+ para todos e mais novidades

Isenta de taxa de abertura e manutenção, conta no BTG+ dispões também de transferências ilimitadas e mais vantagens aos clientes.

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BTG Pactual

Em 18 de janeiro, o BTG Pactual divulgou a abertura oficial ao mercado do seu banco digital, o BTG+. Agora, qualquer cidadão consegue fazer a abertura da conta por meio do aplicativo, tornando a experiência financeira acessível a todos. Totalmente gratuita, sem taxa de adesão ou manutenção, a conta no BTG+ oferece transações ilimitadas e mais benefícios.

Desde setembro de 2020, o BTG+ já estava disponível para clientes do BTG Pactual digital, a plataforma do investimento de varejo. A instituição financeira dispõe de vários recursos interligados, tais como conta corrente, cartão de crédito modular e programa de fidelidade, liberados para todos a partir de então.

Além da abertura de contas, o banco procura fidelizar os clientes com a função de gestão do dia a dia. Por meio da ferramenta, a instituição financeira consegue compreender as necessidades de cada usuário e oferecer condições que descompliquem o controle do dinheiro.

Há também a funcionalidade “Dicas”, com tutoriais e novidades conforme os perfis financeiros. Já a opção Mais (+) monitora a navegação na plataforma, avaliando a conta, cartão, benefícios e investimentos. Além disso, existe a função Sinc BTG+, sincronizando contatos do celular para transferências em tempo real.

Ainda, o Invest+ converte uma parcela dos gastos com cartão de crédito em investimentos, fazendo render o seu dinheiro. E os clientes do BTG+ também possuem a alternativa de um plano Premium para desfrutar de mais vantagens, como uma espécie de assinatura mensal.

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Após falha com PIX, Itaú transfere R$ 1 milhão a usuários e processa bancos

Processo de PIX feito de forma indevida pelo Itaú, em novembro de 2020, tramita em segredo de Justiça e tem como alvo oito bancos.

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PIX

O Itaú registrou um processo contra oito bancos por conta de uma série de erros de sua autoria em transferências bancárias dos clientes, por meio do Pix. A ação solicita a devolução de R$ 966 mil, transferidos de modo duplicado. As instituições financeiras alvas do processo são o Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Banco Inter, Banco Original, Nubank,  Sicredi e Bancoob. O processo segue em segredo de Justiça, tendo sido revelado pelo site Cointelegraph Brasil.

De acordo com a documentação, no final de novembro de 2020, ocorreu uma falha no sistema do Itaú que afetou o processamento de operação entre bancos. As inconsistências ocorreram especialmente em 26 de novembro, acarretando em valores em excesso para contas destinatárias. Segundo os autos do processo, o acumulado envolvido na falha é acima do valor mencionado.

De imediato, o Itaú conseguiu entrar em contato com alguns clientes para pedir o estorno das quantias. “Assim que constatou a falha, o Itaú entrou em contato imediatamente com alguns correntistas para que estes contatassem aos destinatários das transferências e resolvessem a devolução de forma imediata. Tanto que alguns valores foram recuperados. Em paralelo, também enviou e-mails aos bancos, onde relatou o ocorrido, especificou os valores e solicitou o imediato estorno”, alega a defesa do Itaú.

Na ação, o Itaú alega que as instituições financeiras favorecidas tiveram ciência do problema ainda quando as quantias estavam sob suas responsabilidades. Porém, ao invés de fazer a devolução, possibilitaram o depósito nas contas destinatárias. O banco também afirma que essa espécie de falha é comum no sistema bancário.

Entre os bancos sob cobrança, a maioria optou por não dar nenhum pronunciamento. No entanto, o Banco Original afirmou que os valores foram restituídos ao Itaú e que, inclusive, assinou um acordo de desistência do processo. O Banco do Brasil destacou nos autos a resolução do Banco Central de que “a devolução de um PIX deve ser iniciada pelo usuário recebedor, ou seja, não há previsão legal para que a devolução seja realizada pela Instituição Financeira na qual mantém a conta”.

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