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BTG recomenda Compra para Lavvi (LAVV3) e atualiza premissas para Orizon (ORVR3)

Trata-se de ativos dentro do portfólio do banco de investimentos

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O BTG Pactual recomenda Compra para Lavvi (LAVV3) e atualizou suas premissas para Orizon (ORVR3).

De acordo com o banco de investimentos, a Lavvi apresentou números operacionais sólidos no 4T21, pois as vendas líquidas ficaram acima das expectativas, apesar de menores lançamentos.

“A construtora lançou apenas um projeto de alta renda no 4T21 (Grand Vitrali), no valor de R$ 211 milhões (-58% a/a). Este projeto apresentou forte desempenho de vendas, sendo 49% vendido no 4T21”, destacou.

E disse mais: “os lançamentos do ano de 2021 totalizaram R$ 1,25 bilhão (+151% a/a), próximo às nossas expectativas. As vendas brutas totalizaram R$ 179 milhões (-50% a/a) e os distratos foram de R$ 23 milhões, resultando em vendas líquidas de R$ 155 milhões (-42% a/a; 10% acima de nós), impulsionadas por sólidas vendas de projetos recentemente lançados.”

Para o BTG, o índice de vendas sobre oferta foi de 22% (vs. 28% no 3T21). “Apesar do cenário macro difícil (taxas de juros mais altas), continuamos positivos em Lavvi, pois a empresa está entregando seus fortes planos de crescimento e o valuation é muito atraente (5x P/L 2022E e 0,8x P/VP), daí nossa classificação de Compra”, frisou.

BTG: Lavvi (LAVV3) – Orizon (ORVR3)

Em relação à Orizon, o banco de investimentos destaca que com base nas recentes conquistas recentes, atualizou o modelo para a Orizon e está elevando o preço-alvo de R$ 30 para R$ 38, representando um aumento de 58% em relação aos preços atuais.

“Vemos as ações atualmente sendo negociadas a uma TIR real implícita de 13,1%. Em setembro de 2021, a empresa conquistou um PPA de 20 anos a R$ 549/MWh para sua Usina de Transformação de Resíduos em Barueri (São Paulo) – estimamos uma TIR real de 25% para esta planta, que se traduz em VPL de R$ 130 milhões, adicionando R$ 1,8 ao nosso preço-alvo”, disse.

Em 21 de novembro, a Orizon, juntamente com o fundo Jive, venceu o leilão dos ativos da Estre (7 aterros sanitários mais 1 usina de recuperação de resíduos) ‎com um lance de R$ 840 milhões – a transação deve ser concluída no 1T22 e deve ter uma TIR real de cerca de 20% ou VPL de R$ 412 milhões, adicionando R$ 5,8 ao preço-alvo.

Também na última sexta-feira a empresa anunciou a venda de 100% dos créditos de carbono gerados em 2021 (1,57 milhão de toneladas) por R$ 44 milhões, ou cerca de US$ 5/ton. O contrato tem potencial de remuneração adicional de R$ 16 milhões, sujeito a determinadas condições, o que elevaria o preço para US$ 7/ton.

“Nosso modelo tinha uma suposição de preço de US$ 2,3/ton para créditos de carbono e o atualizamos com US$ 5,1/ton. Ajustamos nossos números com algumas premissas mais conservadoras, como margem EBITDA consolidada de 40% em 2022 (vs. 44%), aumentando gradualmente para 42% em 2026 (vs. 46%), postergação de aterros em Minas de Gerais e no Rio Grande do Sul para abril de 2022 (vs. 4T21) e janeiro de 2023 (vs. 2022), e atraso de 1 a 3 anos na entrada em operação de novas UBMs (unidades de processamento de materiais) e UTMs (usinas de reciclagem); e menor receita líquida de consultoria ambiental (R$ 21 milhões em 2022 vs. R$ 28 milhões). Assim, o valor gerado pelos preços mais altos dos créditos de carbono foi totalmente compensado por essas novas premissas”, concluiu.

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