Ações, Units e ETF's
CAE do Senado aprova projeto do arcabouço fiscal, que vai ao crivo do Plenário
Após receber 19 votos favoráveis e seis, contra, matéria legislativa deixou duas emendas em separado para apreciação
Por 19 votos favoráveis e seis contrários, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (21), o texto-base do projeto do novo arcabouço fiscal – que substitui a regra anterior, do teto de gastos – com o objetivo de manter sob controle as contas públicas. Agora, a matéria legislativa terá de passar pelo crivo do Plenário da Casa, para depois retornar à Câmara.
Para facilitar a aprovação do projeto, os senadores fecharam um acordo para analisar, em separado duas emendas. Uma delas é a que exclui os gastos com piso da enfermagem, entre as despesas sujeitas ao critério do limite de gastos. A outra estabelece gatilhos de restrição de despesas, a serem disparados, no momento em que a relação dívida/PIB superar 70%, o que representaria redução de despesas já no ano que vem, uma vez que, atualmente, tal paridade é de 73,1%. Em paralelo, o relator Omar Aziz (PSD-AM) aceitou a inclusão de emenda que trata de medidas de ajuste fiscal, alienação de ativos e privatização de estatais, mas sem caráter impositivo, apenas opcional, por parte do Executivo.
Antes mesmo da votação da CAE, Aziz já havia concordado em remover, do critério de limite de gastos, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e despesas com ciência, tecnologia e inovação, cuja sistemática de atualização de valores foi mantida. Outra sugestão acatada pelo relator diz respeito à criação do Comitê de Modernização Fiscal, que teria participação dos ministérios da Fazenda e Planejamento, Tribunal de Contas da União (TCU) e representantes da Câmara e Senado.
Igualmente mantida foi a forma de apuração da inflação, pelo projeto, que continua em linha com o texto encaminhado pela Fazenda, que considera o valor oficial da inflação de janeiro a junho deste ano, acrescido da projeção da inflação de julho a dezembro. Tal metodologia teria por finalidade evitar o aumento de despesas em 2024, uma vez que, no final do ano, a tendência é de aceleração da inflação.
Anteriormente, o Senado havia cogitado a possibilidade de mudar, de dezembro para novembro, o fim do período de cálculo da inflação, a pretexto de atualizar os valores oficiais pelo teto da lei orçamentária, mas a proposta foi abandonada, após o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) sinalizar que vetaria a mudança.

-
Mundo2 dias atrás
A curiosa razão pela qual cidades europeias estão dando galinhas a moradores
-
Tecnologia2 dias atrás
Pouca gente sabe que usar Starlink em prédios pode dar problema! Veja por quê
-
Finanças2 dias atrás
Caixa Tem lança cartão sem anuidade e com limite inicial de R$ 800
-
Cotidiano1 dia atrás
Feriados de abril: veja quais caem em dias úteis e podem virar descanso prolongado
-
Cotidiano2 dias atrás
7 mil vagas para tirar CNH grátis: período de inscrição já começou
-
Investimentos2 dias atrás
Tudo o que você deve avaliar em uma franquia antes de investir
-
Automobilística2 dias atrás
Renault Sandero sai de linha no Brasil após 17 anos: veja os motivos
-
Bancos2 dias atrás
Nubank altera regras do Ultravioleta e pode impactar clientes do cartão premium