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Bancos

Caixa anuncia programa de financiamentos de até R$ 2 mil

Mais de 10 milhões de brasileiros terão acesso aos recursos do microfinanças, afirmou Pedro Guimarães, presidente da Caixa.

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Presidente da Caixa - Pedro Guimarães

A Caixa Econômica Federal anunciou um novo programa de financiamentos, nomeado de “microfinanças”. De acordo com o presidente da estatal, Pedro Guimarães, a iniciativa objetiva pagar de R$ 500 a R$ 2 mil com taxas de juros que oscilam entre 1,5% a 2,5% ao mês, contemplando mais de 10 milhões de brasileiros.

“São taxas muito menores de juros e que vão permitir que mais de 10 milhões de brasileiros tenham acesso ao crédito de maneira segura, rápida, sem precisar ir à agência. Isso reforça a bancarização e reforça o acesso dessa população mais carente ao setor financeiro”, afirmou Guimarães durante entrevista ao programa Voz do Brasil.

O presidente do banco também mencionou outros programas em andamento, como é o caso do Programa Casa Verde e Amarela, substituto do Minha Casa Minha Vida. Os financiamentos serão geridos pelo aplicativo Caixa Tem, depois de transição para a ferramenta. 

“Todos os contratos desse programa serão, a partir do ano que vem, via aplicativo”, disse Guimarães. O intuito é migrar antigos e novos contratos para a plataforma, complementa. 

E só em projeções recentes do banco, já haviam sido contabilizados 4,5 milhões de brasileiros com contrato de habitação na Caixa. Entre janeiro e março de 2020, a Caixa totalizou a maior quantidade de contratações de crédito imobiliário, autorizando 33,2 milhões. 

O número é 21,5% acima do registrado no segundo semestre de 2020 e 58,7% superior ao de igual período de 2019.

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Bancos

Após falha com PIX, Itaú transfere R$ 1 milhão a usuários e processa bancos

Processo de PIX feito de forma indevida pelo Itaú, em novembro de 2020, tramita em segredo de Justiça e tem como alvo oito bancos.

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PIX

O Itaú registrou um processo contra oito bancos por conta de uma série de erros de sua autoria em transferências bancárias dos clientes, por meio do Pix. A ação solicita a devolução de R$ 966 mil, transferidos de modo duplicado. As instituições financeiras alvas do processo são o Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Banco Inter, Banco Original, Nubank,  Sicredi e Bancoob. O processo segue em segredo de Justiça, tendo sido revelado pelo site Cointelegraph Brasil.

De acordo com a documentação, no final de novembro de 2020, ocorreu uma falha no sistema do Itaú que afetou o processamento de operação entre bancos. As inconsistências ocorreram especialmente em 26 de novembro, acarretando em valores em excesso para contas destinatárias. Segundo os autos do processo, o acumulado envolvido na falha é acima do valor mencionado.

De imediato, o Itaú conseguiu entrar em contato com alguns clientes para pedir o estorno das quantias. “Assim que constatou a falha, o Itaú entrou em contato imediatamente com alguns correntistas para que estes contatassem aos destinatários das transferências e resolvessem a devolução de forma imediata. Tanto que alguns valores foram recuperados. Em paralelo, também enviou e-mails aos bancos, onde relatou o ocorrido, especificou os valores e solicitou o imediato estorno”, alega a defesa do Itaú.

Na ação, o Itaú alega que as instituições financeiras favorecidas tiveram ciência do problema ainda quando as quantias estavam sob suas responsabilidades. Porém, ao invés de fazer a devolução, possibilitaram o depósito nas contas destinatárias. O banco também afirma que essa espécie de falha é comum no sistema bancário.

Entre os bancos sob cobrança, a maioria optou por não dar nenhum pronunciamento. No entanto, o Banco Original afirmou que os valores foram restituídos ao Itaú e que, inclusive, assinou um acordo de desistência do processo. O Banco do Brasil destacou nos autos a resolução do Banco Central de que “a devolução de um PIX deve ser iniciada pelo usuário recebedor, ou seja, não há previsão legal para que a devolução seja realizada pela Instituição Financeira na qual mantém a conta”.

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Bancos

Caixa libera linhas de crédito sem consulta ao SPC e Serasa em 2021

Duas linhas de crédito são disponibilizadas pelo banco aos consumidores com nome sujo. Dívida pode ser quitada em até 4 anos.

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Empréstimo Caixa

Segundo uma pesquisa divulgada pela Serasa Experian, já são mais de 63 milhões de brasileiros negativados. Esse quantitativo totaliza quase 40% dos brasileiros adultos que possuem dificuldade em conseguir crédito no mercado financeiro, por conta da restrição no CPF.

Para ajudar com isso, a Caixa Econômica Federal disponibiliza duas linhas de crédito para negativados em 2021. Confira:

Empréstimo com garantia do FGTS

Esse crédito é na modalidade consignado, sendo disponibilizado para trabalhadores formais (carteira assinada). Em funcionamento desde setembro de 2018, a garantia desse empréstimo se dá pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do solicitante.

A Caixa libera 10% do saldo na conta vinculada ao FGTS. Porém, 40% poderão ser adicionados por conta da multa rescisória em caso de demissão. Assim, é permitida a liberação de até 50% do valor do FGTS e sem consulta ao SPC e Serasa.

O empréstimo pode ser pago em até quatro anos (48 anos), sendo descontadas automaticamente da conta do trabalhador.

Penhor Caixa

Entre as linhas de crédito disponibilizadas, o Penhor Caixa é uma das que apresenta menor taxa do mercado e é livre de burocracia. Por meio dela, é possível sair com o dinheiro na hora e sem precisar de avalista ou análise do cadastro.

Mas para isso, os seus bens de valor (joias, metais preciosos etc.) ficam penhorados no cofre da Caixa. Porém, lhe é permitido renovar o contrato quantas vezes desejar.

Ainda, o bem lhe é entregue de volta assim que liquidar o contrato. Os limites liberados podem alcançar até 100% do valor de garantia, isso para aqueles que fazem jus ao crédito salário na instituição financeira.

Para saber mais sobre essas e mais opções de crédito disponíveis, basta acessar o site da Caixa (www.caixa.gov.br).

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Bancos

Banco do Brasil renegocia R$ 40 milhões em dívidas por WhatsApp

Foram cerca de 4,5 mil acordos feitos pelo banco, em pouco mais de quatro meses de funcionamento da solução tecnológica.

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Banco do Brasil

De acordo com o Banco do Brasil (BB), em cerca de quatro meses de atuação, a renegociação de dívidas via WhatsApp chegou a R$ 40 milhões de endividados. Uma função inédita no sistema financeiro brasileiro, o assistente virtual está em funcionamento desde agosto de 2020, sendo exclusivo para os clientes da instituição financeira.

A ferramenta utiliza inteligência artificial e isenta a necessidade de um atendente. Segundo o banco, aproximadamente 4,5 mil acordos de clientes pessoas físicas foram consolidados pela solução tecnológica. 

Com renegociações de até R$ 1 milhão e na média de quatro minutos para conclusão, a plataforma contempla clientes com pagamentos atrasados. Pessoas do sexo feminino, com faixa etária entre 18 e 29 anos, lideram o uso do recurso. 

Para fazer a comunicação com o BB pelo WhatsApp é necessário ter o dispositivo liberado para transações via rede social. Basta salvar o número (61) 4004-0001 e entrar em contato com o banco. As renegociações de dívidas devem ser feitas diretamente com o assistente virtual ou pelo envio da palavra #renegocie.

A própria plataforma de inteligência artificial localiza as ofertas de renegociação possíveis para cada usuário. Ao selecionar uma, o negócio é automaticamente fechado e o boleto enviado pelo WhatsApp. Também é possível solicitar uma conversa direto com o atendente. 

Além da renegociação, o sistema permite cancelar o acordo efetuado, emitir segunda via de boleto de renegociação e liquidar antecipadamente os acordos.

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