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Finanças

Carro popular? Pandemia faz preço do Kwid e Mobi chegar aos R$ 60 mil

Falta de semicondutores no mercado, associada à alta demanda, fez com que veículos “populares” se tornassem inviáveis para os brasileiros.

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Não é mais novidade que os preços de carros zero quilômetro dispararam desde o início da pandemia, sobretudo em 2021, quando a falta de semicondutores tem dificultado a produção de modelos de várias marcas.

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Com a redução na oferta, associada à demanda aquecida e a escassez de matéria-prima, o preço de veículos no país, inclusive os usados, disparou. Dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), de fevereiro de 2020 e julho de 2021, mostram que os valores de carros zero subiram em média 19,9%.

Expressão “carro popular” cai em desuso

A situação afetou inclusive os dois veículos mais baratos do país, que são: o Renault Kwid e o Fiat Mobi. Eles chegam a custar mais de R$ 60 mil, valor que já deixou de ser acessível para a maioria dos brasileiros. Neste sentido, a expressão “carro popular” perdeu força diante dos aumentos.

Para se ter uma ideia, o Kwid na versão de entrada Life, que não contém itens de série, como sistema de som, direção assistida e ar-condicionado, custa hoje a partir de R$ 47.690. Já o mesmo modelo, na versão Outsider, que possui motor 1.0 flex de 70 cv e 9,8 kgfm, além de câmbio manual de cinco marchas, o valor sobe para R$ 60.290.

No caso do Fiat Mobi, oferecido em três versões diferentes, todas com propulsor 1.0 biocombustível de 75 cv e 9,9 kgfm, transmissão manual de cinco velocidades e dois airbags obrigatórios, tem valor inicial de mercado de R$ 48.448 na sua versão Easy. Atualmente, ele é considerado o segundo automóvel mais barato da atualidade.

Por outro lado, em janeiro, um Mobi Trekking – tido como versão aventureira do modelo – custava em média R$ 48.602, segundo dados da Fipe. De lá até agora, houve um aumento de 20,1% no custo médio do bem, que agora vale R$ 60.833, e podendo subir para R$ 66.406 com a inclusão de todos os opcionais e pintura metálica.

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Finanças

PicPay lança empréstimo entre amigos com apoio até para calote

Nova funcionalidade fica disponível para 500 mil usuários da carteira digital, mas deve ser ampliada aos poucos.

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Emprestar dinheiro para amigos e familiares é uma prática que já se tornou comum entre os brasileiros. Na tentativa de monetizar esse costume, o PicPay lançou o empréstimo entre amigos, funcionalidade que ficará disponível para todos os usuários da carteira digital ainda nos próximos meses.

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O serviço funciona no modelo P2P lending “one a one”, segundo antecipou empresa ao portal Exame Invest. Nesse primeiro momento, 500 mil usuários do super app poderão utilizar o recurso.

O empréstimo poderá ser solicitado a qualquer contato da agenda do usuário. A ideia é formalizar o mercado, que atualmente funciona de maneira informal.

“Ao usar a funcionalidade é automaticamente gerado um contrato entre duas pessoas.  O PicPay se responsabiliza pelas interações. Não é o amigo que vai mandar mensagem dois dias antes cobrando o pagamento do valor. Somos nós que vamos fazer isso de forma amigável e estruturada, antes e depois do vencimento”, explica Eduardo Chedid, vice-presidente de Serviços Financeiros do PicPay.

Se o amigo não pagar, a plataforma oferece suporte operacional, mas não arca com a dívida.”Temos estrutura jurídica para negativar a pessoa, caso seja necessário. Só não iremos disponibilizar isso de forma automática. Como é uma relação delicada, entre amigos, quem empresta terá de nos procurar para contratar o serviço”, diz Chedid.

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Finanças

Com a Selic a 6,25%, quanto rendem R$ 10 mil na poupança?

Taxa básica de juros da economia (Selic) influencia o rendimento de investimentos em renda fixa, como a poupança.

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A Selic, taxa básica de juros da economia, sofreu um novo reajuste e está em 6,25% ao ano. Com a mudança anunciada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), as opções de investimento em renda fixa passam a render um pouco mais, a exemplo da poupança.

Veja também: Inflação atinge 10%: Até quando os preços vão subir? Confira previsões

Segundo cálculos da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade), a caderneta agora rende 0,36% ao mês e 4,38% ao ano. Até então, com a Selic a 5,25% ao ano, a poupança gerava retorno de 0,30% ao mês e 3,68% ano.

Quanto rendem R$ 10 mil na poupança hoje?

Atualmente, uma aplicação de R$ 10 mil na poupança retorna aproximadamente R$ 35,75 por mês, ou R$ 120,42 em um ano. Na chamada “velha poupança”, que considera depósitos feitos até abril de 2012, o rendimento seria maior, de R$ 617 em doze meses.

A regra determina que a caderneta de poupança deve render 70% da Selic, mais Taxa Referencial (TR, que está zerada) quando a taxa básica estiver abaixo de 8,5%.

Inflação ainda vence

Embora o rendimento esteja de fato um pouco melhor, a alternativa de investimento mais conhecida pelos brasileiros ainda perde para a inflação. Nos últimos 12 meses, a poupança vem acumulando queda no poder de compra.

Em agosto, a perda em termos reais no prazo de 12 meses foi de 7,15%, descontando a inflação. Os dados da provedora de informações financeiras Economatica também mostram que a aplicação atingiu seu rendimento real mais baixo desde outubro de 1991, quando perdeu 9,72% em um ano.

Mais opções

O reajuste da Selic também melhora a rentabilidade de outras aplicações em renda fixa, como Tesouro Direto, Certificado de Depósito Bancário (CDB) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI).

“A renda fixa tem ganhado cada vez mais espaço. Já há investimentos com rentabilidades acima de 10% ao ano na modalidade pré-fixada, algo que não era visto desde o ano de 2017”, explica Bernardo Pascowitch, CEO e fundador do Yubb.

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Finanças

Nubank, BB e Digio autorizam uso de seus cartões em nova plataforma

Bancos liberam o cadastro de seus cartões de crédito em novo sistema de pagamentos da Apple. Veja como fazer.

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Apple Pay

Nubank, Banco Digio e Banco do Brasil são alguns exemplos de bancos que contam com algumas das melhores opções de cartão de crédito existentes no mercado. O uso de cartões tem acelerado nos últimos anos, especialmente devido ao aumento da necessidade de realizar pagamentos contato.

Leia mais: Caixa lança empréstimo pelo Caixa Tem; Até R$ 1.000

O Apple Pay é um sistema de pagamentos por aproximação e carteira digital que possibilita transações financeiras usando os dispositivos da marca. A partir de agora, é possível cadastrar cartões de todos esses bancos na plataforma.

Digio

O Digio, fintech do Bradesco com o Banco do Brasil, tem um cartão de crédito internacional, sem anuidade e com um programa de pontos incrível. Veja como cadastrar o produto no Apple Pay e fazer pagamentos sem o cartão físico:

  • Abra o app Digio;
  • Acesse a aba “Meus Cartões”
  • Clique na opção “Cartão Virtual” e digite sua senha;
  • Copie os dados do cartão;
  • Abra o aplicativo Wallet no iPhone;
  • Toque em “Adicionar cartão”;
  • Informe os dados do cartão;
  • Autentique a ativação pelo aplicativo do Digio.

Nubank

O banco digital queridinho dos brasileiros permite que seus clientes adicionem cartões de débito e crédito no Apple Pay, incluindo as versões Mastercard Black e Ultravioleta. Confira como fazer:

  • Abra o app do Nubank;
  • Clique em “Meus cartões”;
  • Escolha o cartão que deseja acionar e aperte em “Configurar”;
  • Toque na opção “Adicionar ao Apple Pay”;
  • Insira a senha de quatro dígitos do cartão;
  • Ao ser direcionado para a página da Apple Pay, digite as informações do cartão.

Banco do Brasil

Um dos maiores bancos do país também entrou na onda do sistema de pagamentos da dona do iPhone. Contudo, nem todas as versões dos seus cartões são compatíveis com a ferramenta. Abaixo, confira os cartões que podem ser habilitados no Apple Pay:

  • Ourocard Universitário Mastercard: primeiros dígitos 514895;
  • Ourocard Platinum Mastercard: primeiros dígitos 554906;
  • Ourocard Platinum Estilo Mastercard: primeiros dígitos 546452;
  • Smiles Internacional Mastercard: primeiros dígitos 542661;
  • Smiles Platinum Mastercard: primeiros dígitos 545053;
  • Smiles Gold Mastercard: primeiros dígitos 554927;
  • Ourocard Mastercard Gold: primeiros dígitos 546479;
  • Ourocard Mastercard Internacional: primeiros dígitos 544908;
  • Ourocard Mastercard (doméstico): primeiros dígitos 552289;
  • Ourocard Mastercard Black: primeiros dígitos 552289.

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