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Finanças

Cartão de crédito Nubank é liberado para novo grupo; Confira

Assim como acontece no roxinho tradicional, novo produto tem o objetivo de facilitar o dia a dia financeiro dos usuários.

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O Nubank começou a liberar um novo cartão de crédito voltado para seus clientes pessoa jurídica (PJ). A ferramenta, assim como o tradicional “roxinho” da fintech, que é voltado para pessoas físicas (PF), possui similaridades em relação aos seus benefícios, como isenção de anuidade e de outras taxas.

Leia mais: Salário mínimo de R$ 1.192 muda BPC, aposentadoria e pensão do INSS

O lançamento do cartão tem como objetivo facilitar a vida financeiras de quem é dono de um empreendimento. Isso porque o plástico permite realizar compras com a conta empresarial, “ajudando na organização das finanças, separando o dinheiro PF e PJ e minimizando o impacto no caixa da empresa no momento das compras para o negócio”, explica o Nubank em seu blog oficial.

O cartão começou a ser liberado na última semana de forma gradual aos clientes PJ do banco digital. A princípio, de acordo com a empresa, a ferramenta será oferecida para um grupo de 50 mil clientes. O intuito é testar o produto, melhorá-lo e garantir que ele atenda a todas as expectativas quando chegar para mais pessoas.

Como solicitar o cartão PJ do Nubank?

O cliente PJ que não for contemplado com o cartão Nubank PJ pode se inscrever em uma lista de interesse. Segundo o banco, a previsão é de que, com o passar do tempo, mais e mais clientes PJ tenham o serviço à sua disposição.

Vale ressaltar que a lista de espera do produto é aberta não só a clientes do banco digital, como também para quem não é cliente ou possui conta PJ na instituição. O único requisito é ter um CNPJ.

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Finanças

Na ponta do lápis: Quanto rende uma aplicação de R$ 200 por mês no Tesouro Direto?

Para começar a investir na modalidade não é necessário ter altos salários. Veja como investir com pequenos valores também pode ser vantajoso.

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Muita gente deixa de aplicar o que ganha por acreditar que precisa de muito para investir. A crença de que só grande fortunas valem a pena o esforço deve ser abdicada, principalmente quando o mercado das finanças oferece diferentes formas de fazer o dinheiro trabalhar sozinho.

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Em suma, a pessoa não precisa ter altos salários e uma vida financeira já estabilizada para começar a investir de forma segura. É possível fazer isso em qualquer fase da vida, inclusive no caso de quem está dando os primeiros passos na vida profissional. Uma aplicação que tem ganhado popularidade no mercado é o Tesouro Direto.

Modalidades de títulos do Tesouro Direto

O indivíduo que pensa em investir nessa aplicação pode consultar a chamada “calculadora do Tesouro Direto”. Por ela, é possível acessar todos os títulos públicos disponíveis na atualidade, entendendo melhor sua forma de rentabilidade.

Atualmente, existem três modalidades de títulos:

  • Pós-fixados: onde os juros acompanham a taxa básica de juros da economia (Selic);
  • De inflação: aqui opera o juro fixo mais IPCA, medidor da inflação oficial do país;
  • Prefixados: garante juros fixos, ou seja, a pessoa já sabe a rentabilidade no momento da compra.

Qual a rentabilidade?

Pela calculadora do Tesouro Direto, o cliente pode se informar de maneira precisa sobre a remuneração das aplicações. A partir daí, ele pode decidir da melhor forma o quanto será investido além de definir o prazo de resgate do dinheiro no futuro.

Em um exemplo que considera uma primeira aplicação no valor de R$ 1 mil, seguida por aportes mensais no valor de R$ 200, um investimento em Tesouro Direito ficaria da seguinte forma (já considerando os resgates referentes ao Imposto de Renda):

  • Tesouro Prefixado 2024: R$ 8.568;
  • Tesouro Prefixado 2026: R$ 13.555; 
  • Tesouro Selic 2026: R$ 16.601; e
  • Tesouro IPCA 2026: R$ 15.246.

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Finanças

Unipar e Vale pagam os melhores dividendos do mercado

Enquanto indústria química exibiu DY de 28,26%, mineradora bateu 23,55%

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Sinal de que a velha busca de rentabilidade sempre renova, assim também é a preferência do investidor por ações de empresas que pagam, além dos proventos, dividendos acima da média, os chamados Dividend Yelds (DY) – índice que mede a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço de suas ações.

Destaque da temporada – Nesse sentido, o destaque da temporada fica para a Unipar (UNIP6), que pagou o maior volume em dividendos, nos últimos 12 meses até outubro corrente, quando a indústria química respondeu por quatro distribuições, totalizando um DY de 28,26% e R$ 8,02 em proventos.

Vale é vice – Na vice-liderança, a Vale (VALE3) distribuiu R$ 14,6 em dividendos nos últimos 12 meses, para um DY de 23,55%, bem superior aos rendimentos de títulos e demais produtos de renda fixa atrelados à Selic.

Maiores recordes – Os maiores percentuais citados podem ser considerados recordes, uma vez que, considerando a média de distribuição dos últimos cinco anos (2016 e 2020), a média de distribuição de dividendos da Unipar e Vale foi de 4,90% e 4,52%, respectivamente.

Companhias ‘cíclicas’ – Para o analista da Inversa Publicações, Nicolas Merola, essas companhias são cíclicas, ou seja, têm períodos em que ‘performam’ muito bem por determinadas situações de mercado, e períodos com desempenhos mais ‘mornos’. “São empresas que trabalham com segmentos básicos, como a parte de materiais, saneamento e energia, que são super beneficiadas por esse novo ciclo, que é o ciclo de inflação”, concluiu Merola.

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Seguro para Pix Mercado Pago conta com indenizações de até R$ 10 mil

Aumento na taxa de crimes envolvendo o Pix fez com que a empresa criasse um seguro para casos de coação; veja como funciona.

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O Mercado Pago lançou nesta quinta-feira, 14, seu seguro para transações indevidas realizadas no Pix. A ferramenta surge em meio ao aumento no número de golpes e crimes relacionados ao sistema de pagamentos do Banco Central (BC). Pelo serviço são autorizadas indenizações de até R$ 10 mil mensais caso o cliente seja vítima de coação.

Leia mais: Revisão do FGTS pode pagar de R$ 14 mil a R$ 66 mil ao trabalhador

A novidade foi criada em parceira com a BNP Paribas Cardif e prevê atender cerca de 11 milhões de clientes que utilizam os cartões e contas Mercado Pago.

A princípio, a fintech vai oferecer dois planos. O primeiro, no valor de R$ 3,50 mensais, garante a proteção de perdas de até R$ 5 mil por mês por motivo de crimes com Pix. Já o segundo custa por mês R$ 5, porém garante indenização de até R$ 10 mil.

Em suma, o serviço é parte de um  pacote de proteção ao cliente, que também inclui cobertura contra roubo, perda, invalidez e até morte do cliente advinda do resultado de um crime.

Seguro do Pix cobre apenas casos de coação

Como explica o Mercado Pago, o seguro Pix vai indenizar apenas as situações em que o cliente realizar transações no sistema de pagamentos sob risco de sofrer danos físicos. A ferramenta também cobre saques em caixas eletrônicos sob coação e em caso de roubo do cartão. Para valer o serviço, os crimes precisam ser notificados no devido prazo.

De acordo com Tulio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago, o serviço de segurança do Pix foi pensado para dar mais proteção aos usuários, que demonstravam ter cada vez mais medo de sequestros e de estarem envolvidos em situações de coação, sendo forçados a enviar múltiplas transferências via Pix para contas de criminosos.

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