Saúde
Cheirar a comida é suficiente para detectar se está estragada? Os fatos que você precisa saber
Cheirar alimentos para ver se estão bons pode ser algo comum, porém, extremamente ineficaz para detectar perigos.
O hábito constante de cheirar os alimentos para ver se eles estão bons é algo que faz parte da nossa cultura, mas, na prática, revela-se pouco confiável. De acordo com especialistas, nem todo micróbio ou bactéria pode ser reconhecido por meio de odores gerados na comida.
Existem microorganismos capazes de provocar perigosos estados de intoxicação alimentar e que simplesmente não oferecem claros sinais olfativos da sua presença. Apesar de ser plenamente possível identificar o estado de conservação do leite através do aroma, com outros itens específicos, a história é outra.
Nem toda comida estragada fede
Utilizar o nariz para identificar alimentos podres é um impulso natural que o ser humano herdou de seus antepassados primitivos. Naquela época, não havia métodos mais modernos e muito menos noções de higiene básicas que pudessem ser usadas.
Dessa forma, os homens primitivos podiam confiar apenas em seus cinco sentidos para saber se o que estavam prestes a comer ainda se encontrava fresco e bom para o consumo. É claro que diversas mortes aconteceram por conta da ineficácia desse método e logo as tribos aprenderam que algumas coisas deveriam ser evitadas.
“Esses gases [que provocam o mau cheiro] surgem quando as populações microbianas estão crescendo e se tornando abundantes — quando o metabolismo de cada residente microbiano converte o carbono e os outros elementos em fontes de energia ou blocos de construção para sua própria estrutura celular”, explica Mateus Gilmour, diretor da rede de pesquisa em segurança alimentar do Quadram Institute, no Reino Unido, em artigo para a plataforma The Conversation.
O que ocorre é que essa não é uma regra universal. O especialista afirma que os microorganismos que mais causam males de origem alimentar, como a Salmonella e a Listeria, são praticamente impossíveis de detectar somente por via olfativa.
Por sorte, tais infecções bacterianas não costumam ser muito comuns. Quando os pratos são preparados com ingredientes frescos e respeitam as boas normas de higiene, tais riscos se minimizam. Além disso, lavar as mãos com antecedência é essencial antes de começar a preparar qualquer coisa.
Lembrando que, outra estratégia que se mostra bastante eficaz para impedir problemas de saúde relacionados a isto é sempre buscar manter a comida bem refrigerada, ou seja, na geladeira ou freezer. Afinal, somente as baixas temperaturas podem impedir ou atrasar a proliferação de “inquilinos indesejados“.

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