Saúde
Calor extremo: Conheça os países mais ameaçados, segundo cientistas!
Você sabe quais são os países que correm maior risco de sofrer com ondas de calor? Confira a lista completa.
Ondas de calor são fenômenos climáticos extremos que podem ter consequências devastadoras para a saúde, a agricultura e a infraestrutura das populações afetadas. Mas quais são os países e regiões que correm maior risco de sofrer com esses eventos no futuro?
Países com maior risco de enfrentar ondas de calor
Um estudo recente da Universidade de Bristol, publicado na revista Nature Communications, identificou as áreas do mundo com maior probabilidade de experimentar ondas de calor recordes e que também apresentam alta vulnerabilidade socioeconômica.
Os pesquisadores usaram dados de modelos climáticos e observações para estimar a chance de temperaturas extremas em 172 países, bem como fatores como normas de construção, níveis de pobreza e planos de emergência.
Os resultados mostraram que algumas regiões subpreparadas estão em maior perigo, como Afeganistão, Papua-Nova Guiné e América Central, que ainda não enfrentaram as ondas de calor mais intensas e que têm recursos limitados para proteger suas populações.
Outros locais em risco incluem países desenvolvidos como Alemanha, os Países Baixos (Holanda), Bélgica e Luxemburgo e a região chinesa ao redor de Pequim, com alta densidade populacional e podem ser afetados por milhões de pessoas se ocorrerem ondas de calor sem precedentes.
Os pesquisadores alertaram que eventos estatisticamente improváveis, quando os recordes atuais são quebrados por margens que pareciam impossíveis até que ocorressem, podem acontecer em qualquer lugar.
Além disso, citaram como exemplo a onda de calor que atingiu o oeste da América do Norte em 2021, causando centenas de mortes relacionadas ao calor.
Também destacaram a situação das crianças nessas áreas vulneráveis, que representam cerca de um quarto das crianças no mundo e que são mais suscetíveis aos efeitos das mudanças climáticas.
“Frequentemente, as regiões só estão preparadas para eventos tão extremos quanto os que eles já passaram, com seu planejamento motivado por estes desastres anteriores”, argumentam os cientistas.
Diante dessas descobertas, os pesquisadores pediram aos formuladores de políticas nas regiões críticas que considerassem planos de ação relevantes para reduzir o risco de mortes e danos associados aos extremos climáticos. Eles também enfatizaram a necessidade de adaptação e mitigação para evitar cenários piores no futuro.

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