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Investimentos

Confira ranking dos fundos de previdência com maior rentabilidade para investir em 2021

Pesquisa feita pela Magnetis apresentou rendimento acumulado das aplicações de até 37,56%, entre janeiro e setembro de 2020.

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em

Previdência Privada

Ainda que no cenário da crise econômica, impulsionada pela pandemia de Covid-19, alguns fundos de previdência com maior rendimento permaneceram atrativos em 2020. Por meio do levantamento, feito pela fintech de investimentos Magnetis e divulgado pela revista Exame, o rendimento acumulado de janeiro a setembro deste ano foi de até 37,56%.

Na lista dos fundos brasileiros avaliados com melhor rentabilidade, a liderança ficou para o BB Brasilprev Exterior IV, especialmente por aplicar aproximadamente 30% da carteira no exterior. Desse modo, o fundo ganhou com o avanço do dólar. Além desse, existem outras opções vantajosas de fundos de previdência, como o Bradesco Assurance 3 e o BB Brasilprev Exterior III.

É válido salientar que a previdência privada obteve excelentes resultados neste ano, inclusive pelas avaliações da Magnetis, que entre 2 de janeiro e 2 de setembro listaram fundos abertos para captação. Também devemos frisar que estão presentes na análise somente os que se categorizam como entidade de previdência 4.444 e nas modalidades de fundos de previdência da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Em função do cenário mundial, os fundos com maior destaque foram os de menor risco. Como já mencionado, também aqueles que apresentaram exposição à moeda americana, elevando o rendimento e dando mais segurança a quem investe.  

Porém, na perspectiva do economista da Magnetis, Daniel Januzzi, o bom desempenho dessas aplicações até o momento não assegura que eles permaneçam como as melhores opções mais adiante.

Veja a seguir o ranking completo com os 20 melhores fundos de previdência para 2021:

  1. BB Brasilprev Exterior IV Investimento no Exterior FI Renda Fixa Crédito Privado: 37,56%;
  2. Bradesco Assurance 3 FI Renda Fixa: 21,70%;
  3. Bb Brasilprev Exterior III Investimento No Exterior FI Multimercado Crédito Privado: 20,29%;
  4. Bradesco Toucan XXI Rec FI Renda Fixa: 16,66%;
  5. Santander Prev Annuity FI Renda Fixa Crédito Privado: 16,02%;
  6. Bradesco Assurance 2 FI Renda Fixa: 14,29%;
  7. Cshg Provence FI Multimercado Previdenciário Crédito Privado: 14,26%;
  8. Bradesco Toucan XXI Htm NR FI Renda Fixa: 14,22%;
  9. Bradesco Toucan XXXI Htm NR FI Renda Fixa: 14,19%;
  10. Brasilprev Fix Annuity FI Renda Fixa Crédito Privado: 13,07%;
  11. Itaú Flexprev Macro Prev FIC Multimercado: 12,60%;
  12. BB Prev Público IGP-M I FI Renda Fixa: 11,62%;
  13. Porto Seguro Concedidos Tradicional FI Renda Fixa: 11,50%;
  14. Ibiuna Previdência FIC Multimercado: 11,15%;
  15. Metlife Master S&P FI Multimercado: 11,08%;
  16. Brasilprev Top EXT 1 Investimento No Exterior FI Multimercado: 10,86%;
  17. Ibiuna Previdência Fife FI Multimercado: 10,60%;
  18. Ibiuna Previdência Icatu FI Multimercado: 10,54%;
  19. Arx K2 Previdência FIC Multimercado Crédito Privado: 10,04%;
  20. Arx Sulamérica K2 Inflação Curta Prev FIC Multimercado Crédito Privado: 9,91%.

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Empresas

Vale registra lucro líquido de US$739 mi no 4º trimestre de 2020

O Ebitda ajustado sofreu impacto de despesas de US$ 4,863 bilhões relacionadas às doações de Brumadinho

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A mineradora Vale (VALE3) registrou lucro líquido de R$ 739 milhões no quarto trimestre, ante prejuízo líquido de R$ 1,56 bilhão um ano antes, refletindo um histórico desempenho da unidade de ferrosos guiado por preços mais altos que foi minimizado por despesas pelo desastre de Brumadinho (MG).

Segundo a Reuters, a empresa assinou em fevereiro um acordo de R$ 37,69 bilhões para reparação de danos coletivos causados pelo rompimento de barragem da mineradora em 2019 em Brumadinho, com autoridades de Minas Gerais, encerrando ações coletivas na Justiça.

Vale (VALE3) reporta lucro líquido de US$739 mi no 4º trimestre de 2020

Vista de mina da Vale em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG)

Vale: o acordo

O acordo impactou o resultado do quarto trimestre em R$ 3,872 bilhões, informou a Vale na noite de quinta-feira, ao relatar o balanço do ano 2020.

Além disso, a empresa realizou provisões adicionais para descaracterização de barragens de US$ 617 milhões.

Também afetou o resultado a realização de US$ 1,5 bilhão em baixas contábeis, principalmente relacionado a ativos de carvão e níquel.

Considerando todas as unidades da companhia, o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou US$ 4,24 bilhões entre outubro e dezembro, alta de 20% ante o mesmo período de 2019.

Vale: Ebitda

O Ebitda ajustado sofreu impacto de despesas de US$ 4,863 bilhões relacionadas às doações de Brumadinho e à pandemia de Covid-19 no quarto trimestre.

O Ebitda de Minerais Ferrosos de US$ 8,8 bilhões no quarto trimestre foi US$ 2,944 bilhões superior ao do terceiro trimestre, alcançando seu segundo maior Ebitda ajustado da história.

Já a receita de vendas da companhia somou US$ 14,8 bilhões no quarto trimestre, ante cerca de US$ 10 bilhões um ano antes, com impacto positivo de um aumento dos preços do minério de ferro.

O preço médio realizado do minério de ferro foi de US$ 130,7 por tonelada no último trimestre de 2020, forte alta ante os US$ 83,5 por tonelada no mesmo período de 2019.

Vale: preço/toneladas

A Vale produziu 300,4 milhões de toneladas de minério de ferro em 2020, com recuo de 0,5% ante o ano anterior, em meio a efeitos da pandemia, restrições para a disposição de rejeitos e atrasos na abertura de novas frentes de lavra em Serra Norte, que anularam efeitos do retorno das atividades em algumas minas e o desenvolvimento da mina S11D, no Pará.

A companhia citou que retomou minas no sistema Norte e Sul em dezembro de 2020 e janeiro de 2021, ressaltando que assim mantém a meta de alcançar capacidade de 400 milhões de toneladas até o fim de 2022.

Já as vendas de sua principal commodity no ano passado somaram 254,9 milhões de toneladas, queda de 5,4% ante o ano anterior, à medida que a companhia buscou repor estoques apesar das compras recordes da China.

Em 2020 completo, a mineradora teve um lucro líquido de US$ 4,9 bilhões, ante prejuízo de US$ 1,7 bilhão no ano anterior.

Dividendos, dívida e guidance

Em comunicado separado, a Vale informou que o conselho de administração aprovou nesta quinta-feira distribuição de remuneração aos acionistas referente ao segundo semestre de 2020 no valor bruto de R$ 4,262386983 por ação.

“A continuação da Política de Dividendos visa devolver aos acionistas… uma parcela relevante da geração de caixa da Vale, em um padrão previsível e alinhado com o pilar estratégico da companhia de ‘Disciplina na Alocação de Capital'”, disse a empresa, citando que o pagamento da remuneração ocorrerá em 15 de março de 2021.

A Vale encerrou o ano com US$ 14,258 bilhões em caixa, mais do que a sua dívida bruta de US$ 13,360 bilhões, e portanto com uma posição líquida de caixa de US$ 898 milhões no quarto trimestre.

“Espera-se que a dívida líquida expandida continue com a tendência de queda para os US$ 10 bilhões de meta de longo prazo, uma vez que a companhia continua a gerar caixa e a pagar suas obrigações com Refis, Brumadinho, Renova (RNEW11) e Samarco”, afirmou a empresa.

Em outra nota separada, a Vale revisou sua estimativa para a produção de cobre de 390 mil toneladas para um intervalo entre 360-380 mil toneladas em 2021.

Veja VALE3 na Bolsa:

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Ações, Units e ETF's

IPO: moldalmais traça estratégia para financiar aquisições e expandir crédito

Operação tem como objetivo captar recursos para ampliar os investimentos em tecnologia, marketing e aquisição de negócios, além de aumentar a oferta de crédito.

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Modalmais

O banco digital e plataforma de investimentos modalmais oficializou nesta quarta-feira, 24, o registro de pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Com isso, a instituição, que tem como nome societário Banco Modal, pretende captar recursos para ampliar os investimentos em tecnologia, marketing e aquisição de negócios, além de aumentar a oferta de crédito.

Ademais, o Modal Controle, que é o principal sócio da companhia, irá vender sua participação no negócio, sendo que a oferta será acompanhada por um grupo de acionistas pessoas físicas.

A operação será coordenada pelo Credit Suisse, Bank of America e Itaú BBA. Atualmente, além da oferta da modalmais, há mais 37 pedidos de registro de IPO na lista da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Ações, Units e ETF's

Ibovespa recua 2,7% com exterior avesso ao risco e reagindo aos balanços

Perto das 17h20, o principal índice da B3 marcava 112.566 pontos, próximo da mínima do dia

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O índice Ibovespa acelerava a queda, recuando 2,68%% na tarde desta quinta-feira (25), em linha com o exterior mais avesso ao risco e reagindo à temporada de balanços local, com Ultrapar (UGPA3) pesando na ponta vermelha.

Perto das 17h20, o principal índice da B3 marcava 112.566 pontos, próximo da mínima do dia.

“Piora do clima nos mercados externos e temores relacionados ao quadro fiscal doméstico pressionam o Ibovespa, que tem forte queda de 2,95% e fecha a quinta-feira nos 112.256 pontos. Já o dólar sobe 1,72% e encerra a R$ 5,514, maior cotação desde 5 de novembro”. (BTG Pactual)

Lá fora, a alta nos rendimentos dos títulos de dívida dos EUA, uma reação à expectativa de maior inflação no país que poderia levar a um aumento das taxas de juros mais rápido que o esperado, derruba os papéis de tecnologia e outros considerados de maior risco, levando os índices junto.

A queda no número dos pedidos por seguro-desemprego da semana passada, divulgada nesta manhã, ajuda a impulsionar a percepção de uma melhora econômica mais acelerada no país.

Por aqui, a realização de lucros de algumas empresas que subiram com força esta semana por conta dos respectivos balanços ajudava a derrubar o Ibovespa, com Ultrapar, WEG (WEGE3) e GPA (PCAR3) e entre as maiores quedas.

Do outro lado, os papéis da Multiplan (MULT3) e da Qualicorp (QUAL3) eram os únicos a subir.

Ibovespa recua 2,7% com exterior avesso ao risco e reagindo aos balanços

Bolsa de valores de São Paulo

Ibovespa – Dólar

O dólar teve firme alta ante o real nesta quinta-feira, dia em que o Banco Central interveio duas vezes no mercado de câmbio, com as operações locais replicando um rali da moeda norte-americana no exterior em meio à escalada das taxas de juros de títulos soberanos dos Estados Unidos, movimento que deprime ativos de risco e ameaça a recuperação econômica global.

O dólar spot subiu 1,62%, a 5,5096 reais na venda. É o maior patamar desde 5 de novembro de 2020 (5,5455 reais).

A moeda manteve oscilações discretas pela manhã até cerca de 11h40, quando começou a ganhar força conforme a alta dos yields no exterior ganhava ímpeto. Às 13h20, com o dólar já em 5,50 reais, o BC anunciou o primeiro leilão do dia, na forma de oferta de venda de dólares à vista, colocando 920 milhões de dólares.

A cotação desacelerou a valorização, mas não demorou para voltar a tomar fôlego. Às 15h37, o dólar bateu a máxima da sessão (5,5393 reais, alta de 2,17%). No mesmo minuto, o BC anunciou a segunda oferta de dólar spot do dia, com venda efetiva de 615 milhões de dólares.

No total, a autoridade monetária colocou 1,535 bilhão de dólares nessa modalidade, com liquidação em 1º de março. É o maior valor de venda a ser liquidado no mesmo dia desde a liquidação de 2,175 bilhões de dólares em moeda à vista em 28 de abril do ano passado.

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