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Agronegócio

Cresce uso de drones no agro

Segundo sindicato, fiscalizações do Ministério da Agricultura garantem segurança nas lavouras

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A tecnologia tem revolucionado o agronegócio. Os drones são, cada vez mais, utilizados para monitorar e pulverizar lavouras com a agricultura de precisão.

Para o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Gabriel Colle, o crescimento da atividade tem sido cada vez mais comum. “O número de empresas que chegaram no Sindag para se associar nos últimos 30 dias nos impressiona e a quantidade de empresas que estão nascendo no Brasil também nos impressiona e mostra que, com certeza, essa é uma ótima oportunidade de trabalho”, afirma.

Contudo, para prestar serviço neste segmento é preciso se adequar às normas impostas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a fim de garantir a segurança da lavoura e do operador. “Dá mais tranquilidade pois apesar do drone não ser tripulável, tem potencial de dano muito grande, já que divide espaço com aeronaves, o campo e outros aplicadores. Por isso, a necessidade de regulamentação”, defende.

Junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Ministério da Agricultura (Mapa) fiscaliza a utilização dos equipamentos, enquanto o Sindag oferece orientação para o uso. “É sempre importante a gente chamar a atenção da seriedade dessa atividade, pois está trabalhando com defensivos, sejam biológicos, orgânicos ou zoológicos, não importa. O que importa é que a gente tem que tratar da segurança das aplicações e é isso que essa portaria vem trazer através do Ministério da Agricultura”, conclui Colle.

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Ações, Units e ETF's

BTG coloca no mercado seu 1º fundo de índice de ações de commodities do país

Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras

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O BTG colocou no mercado seu primeiro fundo de índice de ações de commodities do país. Trata-se do ETF BTG Pactual Teva Ações Commodities Brasil Fundo de Índice (CMDB11), que replica o índice Teva Ações Commodities Brasil, negociado em bolsa.

O movimento se dá em parceria com a Teva Indices, e o ETF reúne 29 empresas brasileiras de commodities responsáveis por 97% das exportações do setor.

Segundo o BTG, o ETF é composto por empresas que atuam em mineração e metalurgia, alimentos de carnes e derivados, papel e celulose, açúcar e álcool, extração de petróleo e produção agrícola.

Sócio e head de renda variável da BTG Pactual Asset Management, Will Landers disse que o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de commodities no mundo, que segue com tendência de alta puxada pela recuperação da demanda internacional.

Ele ressaltou que o ETF CMDB11 nasce como ótima alternativa doméstica para diversificar os investimentos, apostando em um setor atrelado à economia global, com receita dolarizada.

Colheita de soja

BTG – Commodities

De acordo com o BTG, entre julho de 2016 e outubro de 2021 o índice acumulou uma performance de 254,4% ante 98,2% do Ibovespa no mesmo período. Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras. No mercado global, o Brasil representa 50% do comércio mundial de soja, 13,4% da produção global de carnes e 4% da produção de petróleo.

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Agronegócio

Efeito ‘Ômicron’: Santander indica companhias do agro com características defensivas à nova cepa

Minerva, Ambev e JBS são alguns dos exemplos apresentados que fecharam em alta apesar da ameaça mundial

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Na última sexta-feira, 26, a Organização Mundial da Saúde (OMS), classificou como ‘preocupante’ a nova variante do coronavírus, denominada “ômicron”. A cepa foi originalmente descoberta na África do Sul e é considerada de preocupação, pois tem cerca de 50 mutações. Apesar do avanço da vacinação no mundo, o surgimento de novas variantes do coronavírus ainda representa ameaça.

Além disso, a variante balançou os mercados globais. Segundo o Santander, a Minerva é uma companhia agro com características defensivas. O analista Rodrigo Almeida explica que, “a escassez global do setor deve continuar a impulsionar os seus resultados“.

Levando em consideração a cotação de fechamento de R$ 8,70 na última sexta-feira (26), o analista estimou que a ação da Minerva teve um desconto de 30%, e o dividend yield neste ano projetou 9%.

Nesta semana, as ações ordinárias da Minerva registraram alta de 1,15%, e o preço da transação foi de R$ 8,80. Ao mesmo tempo, o Ibovespa, com 103.273,54 pontos, subiu para 1,03%.

O Santander também aposta também na Ambev como referência no agronegócio brasileiro. O banco acredita que a cervejaria em breve recuperará participação de mercado, destacando a estratégia e execução operacional da empresa.

Sem indicar preço-alvo, o analista acredita que a companhia, que opera na proteína animal e possui um portfólio geograficamente diversificado, possa gerar estabilidade nas suas margens. “Se trata de um fluxo de caixa livre sólido, fortes dividendos e recompra de ações”, afirma.

De acordo com o Banco Santander, embora as margens de lucro da BRF possam melhorar em 2022, apesar da incerteza na alocação de capital, o potencial de alta da Marfrig está limitado às suas ações, devido à queda nas margens de lucro e os altos múltiplos, além de não especificaram um preço-alvo.

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Agronegócio

Mapfre registra R$ 300 milhões em prêmios com seguro agrícola

A seguradora espera repetir esse número em 2022 com milho, trigo e café

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Reforma tributária do agronegócio prevê imposto de 25%

Devido à quebra da segunda safra de milho, e pelo aumento do risco com a elevação das cotações ao longo do ano, a seguradora espanhola Mapfre registrou R$ 300 milhões em prêmios com seguro agrícola entre os meses de janeiro a outubro. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o resultado apurado registrou aumento de 100%.

Mesmo sendo a cultura mais abrangente do agronegócio brasileiro, a soja não sofreu queda de safra, registrando participação de 45% do total. Já no aumento da carteira contra sinistros de safra da Mapfre, os cereais e culturas menos representativas registraram 40%.

De acordo com as projeções da superintendente de Seguros Agrícolas, Catia Rucco Rivelles, o milho, café e trigo deverão registrar um salto quantitativo no market share em 2022.

Além disso, em relação a 2021, as perspectivas regionais do negócio da Mapfre junto aos produtores registraram grandes contratações de apólices contra intempéries. O Paraná foi o primeiro colocado, seguido pelo Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

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