Curiosidades
Descoberta Incrível na Hungria: Joias de Rainha Medieval Desenterradas
Uma incrível descoberta arqueológica revela joias únicas do período Anjou, possivelmente pertencentes à rainha Elizabeth Piast. Explore a elegância da realeza medieval e os detalhes surpreendentes desse achado.
Em uma descoberta que transporta os amantes da história para os tempos medievais, pesquisadores do Museu Rei Matias e do Instituto Arqueológico Nacional do Museu Nacional Húngaro desenterraram joias datadas de aproximadamente 700 anos, sugerindo uma ligação intrigante com a rainha Elizabeth Piast.
Mais conhecida como Elizabeth da Polônia, essa rainha desempenhou papéis importantes na Hungria e na Polônia durante o século XIV.
Ecos da realeza: joias únicas do período Anjou
Imagem: reprodução / Museu Nacional Húngaro
As joias descobertas, com apenas 3,5 centímetros de largura, pertencem ao distintivo período Anjou, marcando uma era rica em cultura e elegância. Utilizadas para adornar o decote dos vestidos femininos na Idade Média, essas peças oferecem um vislumbre fascinante da moda da época, um costume que perdurou até o século XVI.
A descoberta não apenas enriquece nosso entendimento sobre o vestuário medieval, mas também ilumina a vida e o estilo da rainha Elizabeth Piast.
Detalhes datados e escavações históricas
A datação das joias, remontando ao século XIV, é confirmada não apenas pela forma característica de roseta hexagonal, mas também pela minúscula forma de letra presente (quatro linhas).
Esses artefatos, encontrados no contexto de um edifício construído durante o reinado de Carlos I, fornecem insights valiosos sobre a evolução arquitetônica da época. A estrutura, inicialmente uma casa de madeira do final do século 13, foi posteriormente ampliada após a morte do rei, revelando transformações significativas ao longo dos anos.
A residência real e o legado de Elizabeth Piast
No cenário histórico, em meados da década de 1340, registros mencionam a mansão independente da rainha-mãe viúva, um local que ganhou importância após a morte de Carlos I.
Com a ampliação do edifício e sua conversão em uma casa térrea, a história do lugar se entrelaça com o legado de Elizabeth Piast. Na segunda metade do século XIV, quando o palácio real foi erguido, sugere-se que a rainha recebeu uma nova suíte, marcando uma continuidade de influência e presença na esfera real.
A descoberta dessas joias medievais não apenas resgata a elegância de uma era passada, mas também proporciona uma conexão tangível com a figura histórica da rainha Elizabeth Piast.
Cada peça desenterrada conta uma história de moda, arquitetura e vida na realeza medieval, revelando uma parte valiosa do que um dia foi a vida dessa rainha. A jornada arqueológica continua, trazendo à luz tesouros que enriquecem nossa compreensão da história e da cultura.

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