Conecte-se conosco

Criptomoedas

Dicas para começar a investir em criptomoedas

Entre as centenas de tipos de criptomoedas, o Bitcoin é o mais popular. As moedas digitais são compradas e vendidas pela internet.

Publicado

em

Veja como declarar Bitcoin e outros ativos digitais no IR 2021

O pontapé inicial nos investimentos em criptomoedas deve ser articulado de forma estratégica, para que seja bem aproveitado. Presentes desde 2008 no cenário brasileiro, as criptomoedas passaram por um giro de 360º no mercado financeiro. Inclusive, no contexto da pandemia de covid-19, o ativo tem se tornado recorrente nas modalidades de investimento.

Segundo informações da Wise&Trust, fintech de investimentos em ativos digitais, as frações de negociações dessa natureza aumentaram 45,6% desde o começo do ano. Os percentuais estimados saltaram de U$ 185,45 bilhões para U$ 270 bilhões. 

No entanto, ainda que com o avanço, grande parcela da população ainda possui dúvidas sobre o que são as criptomoedas, quais os riscos e qual é o seu público-alvo. Para ajudar com isso, o cofundador da Wise&Trust, Rudá Pellini, preparou algumas dicas para os investidores calouros. 

Em primeiro lugar, é fundamental compreender em que está investindo, ou seja, é necessário entender sobre o mercado. As criptomoedas são uma categoria específica de moeda digital, que utilizam criptografia para esquivar da interceptação de dados. Assim, a compra e venda só é feita na internet, e o seu tipo mais popular é o Bitcoin.

Tendo conhecimento de causa, escolha uma empresa de confiança para fazer a negociação das moedas. Segundo Pellini, é importante analisar riscos, reputação, transparência, tempo de mercado e perspectivas futuras. Além disso, é fundamental ter os pés no chão quando for fazer o investimento inicial. Assim, nada de aplicar mais do que está propenso a perder. 

Também, fique alerta com “fórmulas mágicas” para enriquecer rápido, fugindo das pirâmides financeiras. Mantenha a atenção para a segurança do seu dinheiro, deixando as criptomoedas em corretoras apenas se realizar operações de trade, compra e venda. Caso contrário, possua uma carteira para acomodá-las. Por fim, estude constantemente.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Criptomoedas

Alta do mercado eleva preço de criptomoedas, que superam desempenho do bitcoin

Anúncio do FED sobre encerramento de parte de seu programa de estímulos financeiros impulsiona cotações de moedas digitais.

Publicado

em

Na última quinta-feira, 23, as criptomoedas voltaram a subir, na esteira de outros mercados globais. Na véspera, o banco central dos Estados Unidos anunciou políticas monetárias mais rigorosas para o país, sinalizando o fim de parte do seu programa de estímulo financeiro.

Leia mais: China torna ilegais todas as transações com criptomoedas no país

O bitcoin e o ether chegaram a ser negociados em alta de 1%, enquanto ADA, SOL e LUNA dispararam entre 6 e 25%. O AVAX, o token nativo da blockchain Avalanche, saltou 24% e era vendido a 79,58, segundo dados da Messari.

O desempenho das altcoins superou o do bitcoin, mas os ativos também tiverem quedas mais expressivas durante o aumento do volume de vendas do início desta semana. A volatilidade acentuada nos preços mantém o bitcoin no posto de porto seguro do mercado, em especial por conta de sua posição consolidada e maior capitalização.

“A alta volatilidade presente em moedas menos conhecidas faz com que elas se tornem, de certa forma, um investimento mais arriscado, portanto, elas tendem a cair ou subir mais do que o bitcoin, dependendo do movimento do mercado”, explica Mati Greenspan, CEO da Quantum Economics.

Anúncio do FED

Na última quarta-feira, o FED dos EUA anunciou que pretende encerrar parte do programa de estímulo financeiro criado durante a pandemia. Jerome Powell, presidente da instituição, antecipou que o programa de flexibilização quantitativa (QE) deverá ser implementado até meados de 2022.

Para Matthew Lam, analista de pesquisa na Aspen Digital, o ambiente de juros baixos e QE no país aumenta o apelo do bitcoin como proteção contra a inflação.

“Nós acreditamos que o bitcoin continua a ganhar apelo institucional como um ativo de proteção e o fim da QE no próximo ano provavelmente não será um fator importante para elevar os preços do bitcoin”, avalia Lam.

Continue lendo

Criptomoedas

China torna ilegais todas as transações com criptomoedas no país

Comércio e mineração de bitcoins e outras moedas digitais passam a ser consideradas atividades ilegais no país.

Publicado

em

A China voltou a declarar guerra contra as criptomoedas nesta sexta-feira, 24. A partir de agora, o país considera “atividade ilegal” a mineração de moedas digitais em todo o país, bem como seu comércio. Em maio, o Conselho de Estado da China havia prometido uma medida como essa.

Veja também: Jogos de azar podem ser legalizados com reforma do IR; Arrecadação será de R$ 50 bi

As instituições financeiras, empresas de pagamento e de internet que operam no país também estão proibidas de facilitar a negociação de bitcoins e outras criptomoedas.

Além do Banco Popular da China, outras dez agências governamentais enviaram um comunicado conjunto detalhando as novas medidas para conter o comércio de criptoativos.

O governo “reprimirá resolutamente a especulação com moeda virtual, e atividades financeiras relacionadas, além de mau comportamento, de modo a salvaguardar as propriedades das pessoas e manter a ordem econômica, financeira e social”, explicou o BC em seu site.

Após o anúncio, a bitcoin registrou queda de 5%.

O governo chinês vem adotando uma política de repressão às criptomoedas há algum tempo. Em junho, o BC do país fechou uma empresa de software que estava sob suspeita de envolvimento com o comércio de moedas digitais. Uma semana depois, as autoridades fecharam ‘minas’ e pediram aos bancos que impeçam transações ligadas a elas.

Continue lendo

Criptomoedas

FinbyCoin chega ao mercado de criptomoedas e abre ICO

88 milhões de tokens a USD 2,00 cada

Publicado

em

Veja como declarar Bitcoin e outros ativos digitais no IR 2021

A Finby, primeira plataforma de cofinanciamento e crédito colaborativo descentralizado, informou a abertura do seu processo de ICO (Oferta Inicial de Moedas), a Finbycoin.

O ICO é uma prática comum do mercado de criptomoedas, similar ao IPO do setor financeiro. Na prática, é quando alguém oferece aos investidores novas unidades de criptomoedas ou cripto-token, e nesse caso em específico, representa uma oportunidade de fazer parte de um ecossistema desde sua fase inicial.

Conforme a empresa, na terceira etapa do processo de ICO, a Finbycoin tem 88 milhões de tokens a USD 2,00 cada moeda, totalizando USD 75 milhões e até 175% de deságio.

“Em março de 2021, a moeda começou a USD 1,00. O valor de listagem, quando for ao mercado em fevereiro de 2022, é que se mantenha dentro do seu planejamento natural e esteja a USD 3,50”, explica o CEO da Finby, Marcos Lecasi.

FinbyCoin

De acordo com Lecasi, a fintech é o primeiro ecossistema em Blockchain do mundo que realiza sonhos, e a Finbycoin vem tanto para usuários, atendendo a demanda de mercado, quanto para empresas em um mercado que já existe.

“A Finby proporciona ao ecossistema uma solução completa, por isso, consideramos que ela tem dois lados. O mercado tem uma demanda no consórcio tradicional que não sofre nenhuma alteração há pelo menos 60 anos, e o sistema Finby,  junto com a moeda veio para mudar essa situação”, explica.

A Finby é uma fintech que nasceu com o propósito de realizar sonhos e desburocratizar o acesso ao cofinanciamento de bens e serviços, conectando empresas e pessoas, sem a cobrança de taxas e juros. E para garantir transparência e segurança nas transações, a startup conta com parceria de uma das empresas de tecnologia mais conhecida mundialmente.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS