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Finanças

Dinheiro na mão: Negativados têm 5 modalidades de empréstimos à disposição

Pra acertar as contas

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Produtor familiar tem linha de crédito também em bancos digitais e agritechs

Quem precisa de dinheiro rápido, seja por estar negativado na praça ou qualquer outra razão, pode contar com algumas modalidades de empréstimos que, inclusive, não fazem consulta ao CPF para, assim, facilitar o crédito aos interessados.

Para te ajudar a fazer a melhor escolha, o Capitalist listou algumas instituições que podem conceder empréstimo com a menor burocracia possível. Então, vamos lá:

  1. Empréstimo FGTS

Tendo como garantia o saque-aniversário do FGTS, trabalhadores com saldo disponível conseguem antecipar até três parcelas do que receberiam no benefício. O valor mínimo liberado é de R$ 2 mil e a taxa de juros é fixa, de 0,99% ao mês. O serviço é oferecido pela Caixa Econômica Federal.

  1. Empréstimo Olé Consignado Santander

Voltado para servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS, a opção garante crédito de até R$ 250 mil e prazo entre 24 e 96 meses para pagamento do acordo. Em relação às taxas de juros, elas variam de 1,95% a 2,5% ao mês. O diferencial do serviço está na isenção de comprovante de renda.

  1. Empréstimo FinanZero

A oferta do correspondente bancário online FinanZero utiliza de tecnologia sueca para facilitar a contratação do serviço pelos consumidores que estão em busca de dinheiro rápido. Quem optar pela empresa poderá conseguir acordos de até R$ 5 mil. Com contratação 100% digital, as requisições são feitas em apenas 5 minutos e o dinheiro é depositado em até 24 horas úteis.

  1. Empréstimo Agibank

Disponibiliza contratação virtual e sem burocracia para quem é aposentado ou pensionista do INSS (consignado). Os limites dos acordos variam de R$ 200 a R$ 4 mil. Em relação às taxas de juros, elas oscilam de 33,97% a 39,48% ao ano. O parcelamento acontece entre 3 e 72 meses.

  1. Empréstimo Simplic

Habilitado para negativados, a oferta da financeira garante crédito no valor de R$ 500 a R$ 3,5 mil, com prazo de pagamento entre 3 e 12 meses. Através de solicitação online, o dinheiro é creditado na conta do requerente poucas horas depois de fechado o acordo. As taxas de juros oscilam conforme o perfil do empréstimo, variando de 15,8% a 17,9% ao ano.

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Economia

Aumento de juros, em série, ocorre no pior momento

Alta do IOF e da Selic penalizam contribuinte e investidor, apontam analistas

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Crédito: Empréstimo Pessoal Online – Anjo Cred

Uma taxação dupla que não poderia vir em pior momento para o país, em que a economia dá sinais de desaquecimento e a população apresenta endividamento recorde. Essa é a percepção de analistas, diante de um cenário em que o investidor, por um lado, é atingido pelo aumento do Imposto de Operações Financeiras (IOF) – a título (eleitoral) de financiar o programa social Auxílio Brasil (ex-Bolsa Família) – e por outro, pelo encarecimento dos financiamentos (relativos ao período de 20 de setembro a 31 de dezembro deste ano) de Pessoas Físicas e Jurídicas, por conta das sucessivas elevações da Selic (taxa básica de juros).

Fora do teto – Em contrapartida, do ponto de vista fiscal, o aumento do IOF poderia representar êxito da equipe econômica, ao evitar lançar mão de créditos extraordinários que garantam o auxílio emergencial, mas ficariam fora do teto de gastos, pois não se justificaria hoje seu uso, devido a outro momento da pandemia, em que as vacinações estão em curso.

Preceito fiscal – Igualmente relevante é a sinalização do Executivo, de que haverá compensação para o novo programa (Auxílio Brasil), já neste ano e no próximo, sem descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), cujo preceito é de que para cada aumento permanente de despesa (como é o caso do novo programa social federal) deve haver, igualmente, a determinação da fonte de custeio desse novo gasto.

Na mira – Horas depois de anunciado, o aumento do IOF já é alvo de questionamentos de tributaristas quanto ao seu uso para elevar a arrecadação, uma vez que sua função regulatória abrindo brecha jurídica que permite esse imposto seja aumentado sem aprovação prévia de lei. Antes dessa nova arremetida no contribuinte, o  governo já havia aumentado temporariamente a tributação dos bancos para custear a desoneração do diesel.

Conta não fecha – Quanto aos precatórios, é bom lembrar a colossal conta de R$ 89,1 bilhões a ser paga pelo governo, em 2020, bem superior ao próprio orçamento federal previsto para o ano, que não passa de R$ 60 bilhões.

Com informações do Estadão*

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Economia

Bolsa cai, mas recurso externo continua chegando

No mesmo dia da queda de quase 1%, B3 recebe R$ 242,6 mi

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Crédito: Exame

Na mesma quarta-feira (15) em que amargou queda próxima de 1%, o mercado nacional comemorou um ingresso de R$ 242,6 milhões de recursos estrangeiros no mercado secundário da B3 (ações já listadas), quando também entraram no país outros R$ 222,9 milhões, referentes ao fluxo de capital externo positivo do período – já acumulado este ano em R$ 47,330 bilhões.

Déficit cai – Também na bolsa, nessa quarta, o investidor Pessoa Física foi responsável pelo ingresso de outros R$ 189,6 milhões líquidos na B3, o que contribuiu para reduzir o déficit mensal para R$ 257,7 milhões, enquanto o saldo anual é superavitário em R$ 2,209 bilhões.

Saque institucional – O investidor institucional, por sua vez, sacou R$ 315 milhões, igualmente na quarta, o que elevou o déficit mensal para R$ 2,33 bilhões, além de projetar uma retirada de recursos anualizada em R$ 54,746 bilhões.

Saldo negativo – Na véspera (14), o ingresso de recursos estrangeiros na B3 foi maior ainda, totalizando R$ 462,9 milhões na última terça-feira (14), quando, coincidência ou não, o Ibovespa também havia caído   0,19%. Se contado até essa data, o saldo de capital externo do país em setembro era negativo em R$ 19,7 milhões.

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Ações, Units e ETF's

IOF e China em queda derrubam Ibovespa: -2,11%

Taxação financeira extra e fraqueza econômica chinesa determinam resultado

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Crédito: Infomoney

A dupla ‘perversa’ de fatores, como a taxação do IOF para financiamento de programa social-eleitoral e as perdas acentuadas de preço do minério de ferro na ‘desacelerada’ China (referência para os papéis da Vale de siderúrgicas nacionais em bolsa) levou o Ibovespa ao patamar de 111.396,49 pontos, mediante uma queda de 2,11% às 13h34.

Rebatizado à força – Repercute negativamente nos negócios, a decisão federal de tributar, ainda mais, o contribuinte, para o financiamento do petista Bolsa-Família, agora rebatizado de Auxílio Brasil. Essa foi a ‘saída’ encontrada pelo Planalto para garantir o ‘benefício’, ainda este ano, enquanto o pleito de 2022 não chega.

Digestão difícil – Também a ser digerida a via alternativa, apresentada no Congresso, para o pagamento bilionário dos precatórios (em torno de R$ 89 bi), incluída na respectiva PEC, em que os maiores valores seriam parcelados, de modo a ‘respeitar a regra de ouro do teto de gastos’.

Não é o fim – Mas o pior ainda pode estar por vir. Segundo o estrategista-chefe de mercados emergentes da BCA Research, Arthur Budaghyan, “o mercado financeiro ainda não precificou nos preços dos ativos e das commodities a desaceleração econômica já em curso na China, tendência que deve se manter, daqui em diante”. Na sua avaliação, “mais importante do que saber o quanto o gigante asiático vai crescer, é identificar quais setores vão deixar de crescer”.

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