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Distribuição de dividendos pela Petrobras (PETR3, PETR4) sob ameaça
Pagamento de proventos é o ‘prato principal’ da assembleia que a petroleira realiza hoje (27)
A fonte secou. É essa a sensação do mercado, após o anúncio da Petrobras, de que pretende reduzir o montante de dividendos a ser pago aos acionistas neste ano. A princípio, esta cifra seria de R$ 35 bilhões, verdadeiro ‘tombo’, se considerado o volume distribuído no ano passado, que somou R$ 194,6 bilhões (no embalo da alta do petróleo, além de pagamentos extraordinários do período), além de representar, praticamente, a metade do distribuído em 2021, de R$ 73,2 bilhões.
No ‘cardápio’ da assembleia de acionistas, que ocorre hoje (27), o prato principal, com certeza, será a, bem provável, mudança (ou extinção) da política de dividendos, relegando a segundo plano a nomeação da nova diretoria da petroleira, sob indicação do atual presidente, Jean Paul Prates.
Sinal mais recente de mudança de rumos em relação aos dividendos foi dado, no início de março, por ocasião da divulgação de resultados trimestrais de 2022. Na oportunidade, o conselho da companhia propôs a criação de um fundo de emergência, como forma de ‘compensar eventuais volatilidades’ nos preços do petróleo, ou seja, impedir que sejam feitos repasses imediatos da valorização externa da commodity ao preço dos combustíveis no país. Desta forma, a ideia dos conselheiros seria ‘retirar’ até R$ 5 bilhões dos R$ 35 bilhões anunciados em dividendos para este ano.
Segundo a agência internacional de notícias econômicas Bloomberg, a intenção do atual governo é de manter a indicação, para a diretoria da estatal, de nomes já reprovados por auditorias internas realizadas anteriormente. Tal iniciativa seria uma preparação para encerrar, de vez, a atual política de distribuição de dividendos da petroleira.
Na avaliação da corretora BBI, se a Petrobras, de fato, dá importância ao seu valor de mercado, esta deve manter um fluxo ‘robusto’ e ‘previsível’ de dividendos, como forma de lidar com mudanças relacionadas à alocação de capital, ou, ainda, ante flutuações de preço do petróleo.
O questionamento recorrente do mercado, segundo os analistas Vicente Falanga e Gustavo Sadka, é quanto a aferir o nível de payout (pagamento de dividendos) que teria repercussão positiva sobre as ações da Petrobras, partindo do pressuposto de que a distribuição dos proventos, referentes ao quarto trimestre de 2022 (4T22), seja aprovada pela nova diretoria da estatal.

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