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Do tik ao clique: Shein inspira nova loja online do TikTok
A famosa plataforma de vídeos curtos TikTok comunicou que deverá lançar uma loja destinada ao comércio eletrônico que se chamará TikTok Shop Center. A notícia levou muita gente à loucura! O empreendimento será instalado nos Estados Unidos e comercializará itens feitos na China, segundo notícias do Wall Street Journal.
O lançamento será no mês de agosto e o principal objetivo é competir com marcas asiáticas que já atuam no país e fazem muito sucesso entre o público norte-americano, como a Temu e a Shein. Ainda segundo o mesmo veículo de comunicação citado acima, o modelo de gestão será parecido com o já utilizado pela Amazon.
Portanto, a marca vai armazenar produtos como eletrônicos, roupas, brinquedos e demais objetos importados da China, enviando-os aos clientes que fizerem as compras por meio do sistema on-line. Logo, a própria empresa cuidará da parte do marketing, logística e atendimento pós-venda (SAC).
Como será o TikTok Shop?
Essa conhecida rede social está enfrentando um momento bastante delicado, já que autoridades chinesas a classificaram como um perigo para a segurança nacional, o que está trazendo diversos problemas para a companhia recentemente.
Então, seguindo o mesmo padrão vigente na Amazon, o TikTok Shop Center fará a integração de diferentes canais de vendas, onde as pessoas poderão navegar e adquirir as mercadorias que desejam. Assim, também será possível que os usuários visualizem produtos vendidos por varejistas de fora, podendo fazer comparativos de preço.
As expectativas da multinacional asiática é que o seu faturamento seja quadruplicado e atinja em torno de US$ 20 bilhões neste ano de 2023, já que o preço bruto dos itens comercializados será exponencialmente aumentado.
Segundo um porta-voz do TikTok, a novidade também irá promover a capacitação de comércios e empresas locais para que esses locais possam se integrar ao sistema e assim vender de maneira mais eficiente e calculada.
Porém, espera-se que a organização enfrente muitos desafios para se adaptar a esse nicho de negócios, já que varejo exige técnica e experiência, e a área de vendas é bastante diferente do nicho de mídia social no qual a instituição está acostumada a atuar.
Por fim, as últimas informações atestam inclusive que compradores já estão sendo contratados para escolher fornecedores e mercadorias de modo a suprir os estoques e negociar preços. Portanto, por ora, só nos resta esperar e torcer para a ideia dar certo e ser implementada posteriormente no Brasil.

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