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Mercados e Cotações

Dólar tem leve queda contra o real diante de sinais de progresso nas relações entre EUA e China

O otimismo do mercado em relação à busca de uma vacina e tratamento para a Covid-19 também influenciou positivamente o resultado na manhã desta terça-feira, 25.

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Na abertura desta terça-feira, 25, o dólar era negociado em leve queda ante o real. O resultado reflete a melhora do ânimo global diante de sinais de progresso nas relações entre Estados Unidos e China. Outro ponto que influenciou positivamente foi o otimismo do mercado em relação à busca de uma vacina e tratamento para a Covid-19.

Ainda assim, vários analistas indicavam que ainda há preocupações sobre a situação fiscal do Brasil, o que pode trazer volatilidade para a sessão, exigindo cautela.

Às 9:10, o dólar recuava 0,31%, a 5,5771 reais na venda, enquanto o dólar futuro negociado na B3 tinha queda de 0,60%, a 5,580 reais.

Na véspera, o dólar negociado no mercado interbancário teve queda de 0,22%, a 5,5942 reais na venda.

O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional para rolagem de até 12 mil contratos com vencimento em março e julho de 2021.

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BC amplia oferta de swaps em rolagem e sinaliza venda líquida de dólares mirando overhedge

Caso continue ofertando 16 mil contratos de swap para rolagem até o fim de dezembro, com colocação integral, a instituição terminará negociando US$ 21,4 bilhões.

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O Banco Central decidiu aumentar o volume ofertado em leilão de rolagem de swap cambial tradicional previsto para esta segunda-feira, para um ritmo que, caso venha a ser mantido até o fim do próximo mês, representará colocação líquida de dólares no mercado futuro. A medida já havia sido sinalizada pelo BC diante da expectativa de compra bilionária da moeda norte-americana na virada do ano relacionada ao overhedge.

Na última sexta-feira, o BC anunciou que, entre 11h30 e 11h40 desta segunda, disponibilizaria 16 mil contratos de swap cambial, ou 800 milhões de dólares, para rolagem do vencimento 4 de janeiro de 2021.

A autarquia vem fazendo operações de rolagem desse vencimento deste o dia 17 de novembro. Até então, o BC vinha ofertando 12 mil contratos de swap (600 milhões de dólares) em cada leilão, período em que vendeu 5,4 bilhões de dólares nesses papéis.

Caso continue ofertando 16 mil contratos de swap para rolagem até o fim de dezembro, com colocação integral, a instituição terminará negociando 21,4 bilhões de dólares, 9,602 bilhões de dólares a mais do que o estoque a vencer em 4 de janeiro (11,798 bilhões de dólares). A estimativa considera que o BC não irá operar nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro.

“Com isso, (o BC) alivia pressão do overhedge de 16 bilhões de dólares”, disse Marcos Mollica, do Opportunity.

O overhedge é um tipo de proteção cambial adicional adotada por bancos que deixou de ser interessante depois das mudanças em regras tributárias anunciadas no início deste ano. Desfazer o overhedge implica compra de dólares, movimento em curso desde os primeiros meses do ano e que, segundo analistas, tem grande peso na disparada de 32,72% da moeda em 2020.

O mercado aguarda que o BC faça colocação líquida de swaps desde o último dia 16, quando a instituição sinalizou essa possibilidade ao anunciar início de rolagens de swaps a vencer em janeiro.

Na ocasião, o BC declarou em nota que poderia “recalibrar o montante ofertado, conforme as condições de mercado”.

O texto foi considerado por agentes de mercado como uma “oficialização” de indicação dada pelo diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, no começo deste mês, quando ele afirmou que a autoridade monetária deveria atuar no final do ano no mercado de câmbio em função de grande fluxo esperado no país devido ao overhedge dos bancos.

Mais recentemente, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e o diretor de Política Monetária do banco, Bruno Serra, reforçaram que a instituição poderia intervir caso houvesse alguma disfuncionalidade.

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Índices da China avançam com maiores chances de Biden na eleição dos EUA

Candidato democrata deve adotar uma postura de menos confronto nas relações sino-americanas em comparação ao atual presidente.

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O mercado de ações da China encerrou a quinta-feira em alta, uma vez que os resultados da eleição nos Estados Unidos indicam uma liderança firme do candidato democrata Joe Biden, considerado como a favor de uma postura de menos confronto nas relações sino-americanas em comparação ao atual presidente Donald Trump.

Diante da possibilidade de dias ou mesmo semanas de incerteza nos mercados financeiros após Trump ter aberto um ataque em várias frentes sobre a contagem dos votos buscando processos e uma recontagem, os investidores receberam bem qualquer indicação de um vitorioso claro.

“Desde que tenhamos um presidente, o mercado acionário vai comemorar”, afirmou um operador de Xangai.

Reunindo as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, o índice CSI300 teve alta de 1,48%, enquanto o índice de Xangai avançou 1,3%.

O resultado no índice CSI300 foi liderado pelo setor de consumo básico, que registrou ganhos de 1,61%.

Confira outros índices obtidos nesta quinta-feira:

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,73%, a 24.105 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 3,25%, a 25.695 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,30%, a 3.320 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,48%, a 4.885 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 2,40%, a 2.413 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,40%, a 12.918 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 2,89%, a 2.588 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,28%, a 6.139 pontos.

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Investidores se preparam para disputa acirrada e demora na apuração da eleição nos EUA

Clima no mercado é de incerteza, com a possibilidade de a apuração do resultado das eleições se arrastar por dias.

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Os investidores se apressaram nesta quarta-feira, 04, para ajustar suas carteiras para um resultado mais apertado e demorado da eleição presidencial nos Estados Unidos do que muitos haviam previsto. Isso porque as expectativas pré-eleitorais de uma vitória clara do Partido Democrata tanto na disputa pelo controle da Casa Branca quanto do Senado dos EUA se mostraram distantes.

Nos primeiros negócios do dia, os mercados acionários globais giravam em torno dos resultados das eleições norte-americanas, com um resultado final da apuração parecendo improvável por dias e o potencial impasse que complique um rápido pacote de gastos por parte do governo dos EUA para conter os efeitos da pandemia.

Na Flórida, estado crucial para o resultado, o presidente republicano Donald Trump venceu, e ainda lidera sobre o democrata Joe Biden em outros Estados-chave. No entanto, Biden continua demonstrando confiança de que pode vencer se conquistar os três Estados decisivos do Cinturão da Ferrugem.

“Os mercados não gostam de incerteza contínua e não saber o resultado da eleição presidencial e a possibilidade de isso se arrastar por dias, e esse cenário parece provável”, afirmou James Athey, diretor de investimentos da Aberdeen Standard Investments.

As ações dos EUA enfrentavam forte volatilidade na sessão, enquanto as bolsas de valores da Europa abriram em baixa e passaram a subir, depois de dois dias de fortes altas em antecipação a uma vitória folgada de Biden e a um grande pacote de estímulo econômico.

“Parece muito provável que, quem quer que vença a Casa Branca, teremos um Congresso dividido”, disse Stéphane Monier, diretora de investimentos da Lombard Odier. “Isso tem implicações de amplo alcance para os mercados, principalmente porque significa que qualquer pacote de recuperação da pandemia ainda será difícil de aprovar. Nossos portfólios estão bem equilibrados para suportar a volatilidade à frente”, acrescentou.

Na sessão, o dólar registrava alta, enquanto os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA caíam.

“O dólar norte-americano e os Treasuries estão em um rali, o que é esperado em termos de operação de segurança”, afirmou Seema Shah, estrategista-chefe da Principal Global Investors, em Londres.

“Os mercados estão acordando para a ideia de que haverá uma onda de incerteza, e oscilações de mercado são prováveis ao passo que os investidores analisam as implicações”, concluiu o especialista.

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