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Embraer entrega 34 aeronaves entre abril e junho e divulga relatório periódico mensal

Formulário de Informações Periódicas

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A Embraer entregou 34 aeronaves entre abril e junho e divulgou seu relatório periódico mensal, conforme comunicado encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, a carteira de pedidos firmes sobe 12%, para US$ 15,9 bilhões, e das 34 aeronaves, 14 foram comerciais e 20 executivas (12 leves e 8 grandes).

Também disse que no mesmo intervalo de tempo a carteira de pedidos firmes, chamada de backlog, subiu 12% ante o primeiro trimestre, alcançando o valor de US$ 15,9 bilhões.

Ainda no primeiro semestre, a fabricante de aeronaves acumula 56 entregas, das quais 23 para aviação comercial e 33 para a executiva (22 jatos leves e 11 grandes).

Na última terça-feira (20), ação da Embraer (EMBR3) fechou em alta de 5,90%, negociada a R$ 18,32.

Prejuízo na EMBR3

Embraer

Ainda de acordo com o relatório, o prêmio emitido em maio foi de R$ 585,9 milhões, queda de 26,1% em relação a maio de 2020, sendo R$ 388,2 milhões no Brasil e R$ 197,7 milhões no exterior.

O prêmio emitido no Brasil cresceu 33,0% em relação a maio de 2020, sendo compensado pela redução de 60,6% no exterior.

Já nos cinco primeiros meses de 2021, o prêmio emitido de R$ 3.302,3 milhões apresentou redução de 7,8%, em relação ao mesmo período de 2020, sendo R$ 1.797,3 milhões no Brasil (+19,2%) e R$ 1.505,0 milhões no exterior (-27,5%).

A redução dos prêmios com origem no exterior está em linha com a estratégia de re-underwriting amplamente divulgada pela companhia.

Prêmio Ganho de R$ 498,1 milhões, uma redução de 9,0% em relação a maio de 2020. Já nos cinco primeiros meses de 2021, o prêmio ganho foi de R$ 2.520,2 milhões, um decréscimo de 3,2% em relação ao mesmo período de 2020.

A redução observada tem a mesma origem comentada no parágrafo anterior, ou seja, a estratégia de re-underwriting.

Índice de sinistralidade de 73,2% em maio de 2021, uma melhora em comparação ao índice de sinistralidade de 126,7% registrado em maio de 2020.

A despesa de sinistro em maio de 2021 foi de R$364,4 milhões, 47,4% inferior em relação a maio de 2020 (R$693,0 milhões). Nos cinco primeiros meses de 2021, o índice de sinistralidade foi de 75,1%, equivalente a uma despesa de sinistro de R$1.892,4 milhões.

Já nos cinco primeiros meses de 2020, o índice de sinistralidade foi de 96,1% ou R$ 2.501,2 milhões.

Resultado antes dos Impostos de R$ 10,8 milhões, uma melhora em relação a maio de 2020, que apresentou resultado negativo de R$ 327,9 milhões. Já nos cinco primeiros meses de 2021, o resultado antes dos impostos foi positivo em R$ 21,9 milhões, comparado a um resultado negativo de R$500,0 milhões no mesmo período de 2020.

Resultado líquido positivo de R$ 7,5 milhões ante um prejuízo líquido em maio de 2020 de R$202,1 milhões.

Nos cinco primeiros meses de 2021, o lucro líquido foi de R$9,4 milhões ante um prejuízo líquido no mesmo período de 2020 de R$ 337,2 milhões.

“Ao excluirmos o efeito dos negócios descontinuados (run-off) e dos eventos não recorrentes (one-offs), o lucro líquido em maio de 2021 seria de R$ 51,4 milhões. Já nos cinco primeiros meses de 2021 a companhia teria um lucro líquido de R$ 92,9 milhões neste mesmo conceito”, informou.

E acrescentou: “importante salientar que a natureza de nossa atividade está sujeita a sazonalidades mensais e que, portanto, as informações mensais não devem ser consideradas para projeções de resultados dos próximos meses.”

A Embraer está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker EMBR3.

Veja o documento:

Embraer entrega 34 aeronaves entre abril e junho e divulga relatório periódico mensal

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Empresas

Moody’s concede upgrade à nota de crédito da Petrobras

De “Ba2“ para “Ba1”

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A agência de classificação de risco Moody’s concedeu upgrade à nota de crédito da Petrobras, conforme documento encaminhado ao mercado pela petroleira.

De acordo com a companhia, a Moody’s elevou sua nota de crédito em 1 nível, de “Ba2“ para “Ba1”, com perspectiva estável.

Também disse que a agência também elevou o rating intrínseco da companhia em 1 nível, de “ba2” para “ba1”.

E acrescentou que com este upgrade a Petrobras é classificada um nível acima do governo brasileiro, o que, segundo a Moody’s, decorre do perfil de crédito superior da companhia, incluindo a comprovada resiliência em condições econômicas e de negócios adversas.

Petrobras

Ainda de acordo com o documento, o Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobras Rodrigo Araujo Alves considera que “o upgrade mostra o reconhecimento da Moody’s aos esforços para melhorar nossas finanças e otimizar operações. Lembrando que em 2015 tínhamos uma dívida superior a US$ 130 bilhões, desconsiderando arrendamentos. Se os incorporarmos, estamos falando de mais de US$ 150 bilhões de dívida bruta. No 2T21, esse número foi reduzido para US$ 64 bilhões, o que representa uma redução da ordem de US$ 90 bilhões, equivalente ao valor de mercado de várias empresas de grande porte. Toda essa trajetória é sustentada por uma estratégia consistente, um portfólio resiliente e ações para tornar a Petrobras uma empresa cada vez mais forte”.

Moody’s

A Moody’s destacou que a decisão pela elevação da nota da Petrobras foi baseada principalmente no histórico de melhorias em seu desempenho operacional e financeiro, que resultaram em sólidas métricas de crédito. Adicionalmente, a agência considera que a disciplina operacional e financeira continuarão a favorecer a geração de caixa e a estrutura de capital e que outros fatores como a boa liquidez, o perfil confortável de amortizações e o amplo acesso a mercados de capitais globais também foram importantes para o upgrade.

A companhia está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PETR4.

Veja o documento:

Moody’s concede upgrade à nota de crédito da Petrobras

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Bancos

Bradesco e Enel X fecham acordo para construção de 9 usinas de energia solar

Geraçao distribuída

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Crédito: Veja

O Bradesco e a Enel X firmaram contrato para o desenvolvimento e construção de nove usinas fotovoltaicas de geração distribuída nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Goiás.

De acordo com a instituição financeira, com capacidade instalada total de 11 MWpm as plantas serão responsáveis por gerar energia limpa para mais de 300 agências do Bradesco nos três estados.

Também disse que o acordo foi estabelecido pelo prazo de 10 anos, com possibilidade de prorrogação do prazo contratual.

E acrescentou que o projeto de geração distribuída da Enel X para o Bradesco reafirma o compromisso sustentável de ambas as empresas, uma vez que vai evitar a emissão anual de cerca de 12 mil toneladas de CO², o que corresponde à neutralização que seria obtida a partir do plantio de cerca de 86 mil árvores.

Bradesco

Ainda de acordo com a instituição financeira, as plantas estão sendo instaladas nos municípios de Quixeré, no Ceará; Buriti Alegre, em Goiás; e Seropédica e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

Ao todo, serão 18.550 painéis solares, distribuídos em uma área total de 246.431 metros quadrados. A previsão é que as usinas iniciem as operações em junho de 2022.

“Em 2020, assumimos o compromisso de, a partir do fim do mesmo ano, ter 100% das operações do Bradesco abastecidas por energia de fontes renováveis. Com esse objetivo já conquistado, nos tornamos uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar a transição”, explica Adelmo Romero Perez Junior, Diretor do Departamento de Patrimônio do Bradesco. Essa parceria reafirma a preocupação do banco com as mudanças climáticas e está em linha com o esforço de se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

​“O acordo com o Bradesco demonstra a competitividade deste modelo de negócio. A construção de usinas solares de geração distribuída é um dos focos da Enel X no Brasil e nos ajuda em nossa missão de auxiliar empresas de todos os portes e segmentos a atingirem suas metas de descarbonização, em linha com a relevância e a urgência da agenda ESG”, afirma Francisco Scroffa, Responsável da Enel X no Brasil. “Oferecemos aos nossos clientes soluções tecnológicas que garantem uma gestão inteligente e sustentável do consumo energético, com foco no controle de custos, previsibilidade e redução de riscos”.

Geração distribuída

A Enel X, por meio da linha de negócios e-Industries, oferece o serviço de geração distribuída para empresas, permitindo que geradores privados realizem a troca da energia produzida com a rede elétrica.

Por meio desta e de outras soluções integradas em energia, é possível reduzir a conta de energia de forma significativa e contribuir para a sustentabilidade do sistema elétrico ao utilizar uma fonte renovável de energia, auxiliando clientes comerciais e industriais na jornada da transição energética.

Após a instalação, a economia é imediata e os painéis duram por mais de 25 anos. Ao todo, a Enel X possui cerca de 13,2 MWp em sistemas de geração distribuída solar instalados no Brasil.

Contexto de mercado

O Brasil está na lista dos dez países que mais instalaram sistemas de energia solar no mundo em 2020 e em primeiro lugar na América Latina com 3,15 gigawatts em novos empreendimentos no ano passado. Dessas instalações, 80% são consideradas de pequeno porte, com placas solares em telhados para o atendimento da demanda de clientes residenciais e pequenas empresas. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nos próximos dez anos, a mini e a microgeração distribuídas podem ultrapassar 40 gigawatts (GW) no Brasil.

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Economia

Pronampe registra queda de inadimplência em agosto

Recuo foi de 0,9% em relação a julho e de 3% para igual mês de 2020

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Crédito: AIC contadores

Criado em regime de emergência, durante a pandemia, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) observou queda na inadimplência do segmento em agosto. Estudo elaborado pelo Serasa Experian aponta que o número de pequenas e médias empresas em situação de inadimplência no mês passado era de 5,33 milhões, contingente 0,9% abaixo do registrado em julho e 3% menor  do que agosto de 2020.

Socorro oportuno – Na avaliação de técnicos do Pronampe, o bom resultado reflete o ‘socorro’ prestado pelo governo federal, que destinou, no ano passado, cerca de R$ 5 bilhões para manter a liquidez de empresas em dificuldades decorrentes da crise econômica provocada pela sanitária.

Micro e pequenas – Linha de crédito concebida pelo governo federal, o Pronampe atende microempresas com faturamento anual até R$ 360 mil e pequenas empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

Limite de 30% – Pela sistemática do programa, os empréstimos por ele concedidos podem corresponder até 30% da receita bruta anual registrada em 2019, além de atendimento a negócios em funcionamento por um período inferior a um ano, limitados à metade do capital social ou a 30% da média do faturamento mensal.

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