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EUA flexibiliza as regras do Green Card para pessoas com deficiência
Agora, pessoas com deficiência não precisam mais falar inglês para receber cidadania no país, e mais algumas regras foram flexibilizadas.
Emigrantes com deficiência física ou neuro atípicos nos Estados Unidos estão sob novas regras desde o dia 19 de outubro. O Serviço de Cidadania e Imigração Americana concedeu visto permanente para esse grupo de pessoas, sob novos requisitos.
De acordo com o documento publicado, estas pessoas ficam isentas de fazer o teste de inglês e história para ganhar o tão desejado green card. Esse tipo de isenção deve ser solicitado por pessoas que possuem deficiência mental ou de desenvolvimento.
Outras mudanças que facilitam a permanência de pessoas com deficiência em solo americano foram impostas, após consulta pública. Com isso, este grupo de pessoas fica isento de algumas burocracias, além de contar com mais oportunidades e equidade no processo.
Perguntas sobre a vida diária dos indivíduos e como a deficiência afeta sua rotina foram excluídas do formulário de solicitação de residência permanente. Além disso, não é mais necessário preenchimento da data de diagnóstico.
“Se o USCIS conceder a isenção, você não precisará falar inglês ou fazer o teste de história, antes necessário para a obtenção da cidadania. Essa é uma decisão humanitária, que pode criar oportunidades para inúmeras famílias”, disse o CEO da HAYMAN-WOODWARD, Leonardo Freitas. Sua empresa é especializada em consultoria de imigração global.
Hoje, os Estados Unidos conta com 61 milhões de pessoas adultas que possuem algum tipo de deficiência. Este número equivale a 26% dos adultos que vivem por lá. Estes são dados fornecidos pelos Centros de Prevenção de Doenças e Controle (CDC).
Em comparação, o Brasil possui mais de 17 milhões de pessoas com deficiência, o que equivale a 8,4% da população com mais de dois anos de idade, de acordo com os dados do IBGE. Isso significa que os Estados Unidos possui três vezes mais pessoas com deficiência.
Sendo assim, é importante que esse grupo tenha um olhar mais humanitário no país, além de mais representação. Este, com certeza, é um grande passo para garantia de equidade e para a melhoria das políticas de emigrantes nos Estados Unidos.
Muitas famílias, com integrantes com deficiência, poderão agora considerar sua ida para o país, sabendo que algumas regras foram flexibilizadas e garantem melhores oportunidades para estas pessoas.

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