Política
FGTS: PL beneficia uso para energia solar residencial
Projeto de Lei 2554/24.
A Câmara dos Deputados está analisando o Projeto de Lei 2554/24, que permite aos trabalhadores utilizarem o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra e instalação de sistemas de energia solar fotovoltaica em suas residências. A proposta visa incentivar o uso de fontes de energia renováveis e, ao mesmo tempo, proporcionar benefícios econômicos à população.
De acordo com o deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), autor do projeto, a iniciativa busca não apenas reduzir os custos com energia elétrica, mas também contribuir para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa, promovendo uma transição para uma matriz energética mais sustentável.
Pela proposta, os trabalhadores poderão usar até 50% do saldo disponível no FGTS a cada cinco anos para investir em energia solar residencial. No entanto, o valor máximo que poderá ser retirado ainda será definido em regulamento, que será elaborado pelo Poder Executivo.
Além disso, o Conselho Curador do FGTS será responsável por estabelecer as regras para a implementação da lei. Isso inclui os procedimentos necessários para o saque dos recursos, os critérios de elegibilidade dos sistemas de energia solar e as certificações exigidas das empresas fornecedoras dos equipamentos.
O projeto segue para análise, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para que se torne lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
FGTS
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um benefício criado pelo governo brasileiro para proteger o trabalhador em situações de demissão sem justa causa. Funciona como uma poupança compulsória, em que os empregadores depositam mensalmente um percentual do salário do empregado em uma conta vinculada ao nome do trabalhador, administrada pela Caixa Econômica Federal.
O FGTS também pode ser utilizado pelo trabalhador em situações específicas, como na compra da casa própria, em tratamentos de doenças graves, para complementar a aposentadoria ou em momentos de calamidade pública. Além disso, o fundo serve para financiar programas de habitação, saneamento e infraestrutura urbana no país.
(Com Agência Câmara).

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