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Fim de rebelião na Rússia e bloqueio europeu às importações russas não evitam avanço do petróleo
Enquanto tipo WTI subiu 0,20% a US$ 69,30 o barril, o tipo Brent avançou 0,35% a US$ 74,27 o barril
A despeito do fim da rebelião armada na Rússia e o anúncio, pela União Europeia (UE), de bloqueio quase total das importações de petróleo russo, os preços da commodity avançaram, nesta segunda-feira (26).
Em consequência, as duas principais referências da commodity, WTI (Estados Unidos) e Brent (global), avançaram, em que o primeiro chegou a valorizar 0,20% a US$ 69,30 por barril, enquanto o segundo subiu 0,35% a US$ 74,27 o barril. Em média, ambas as modalidades tiveram alta média de US$ 1,35.
No caso do bloqueio da UE às importações russas, tais compras foram substituídas por outros fornecedores, como Estados Unidos, Arábia Saudita, Argélia, Reino Unido, Brasil, Angla e Emirados Árabes.
Enquanto isso, na Rússia, o grupo de mercenário Wagner teria aceitado uma trégua com Moscou, sob mediação do presidente bielorrusso Alexander Lukashenko, ainda que a tensão na região continue alta.
Sobre o episódio, analistas do ING emitiram nota, na qual acentuam que, “embora os riscos imediatos de fornecimento tenham desaparecido, o mercado provavelmente começará a precificar um prêmio de risco maior para o petróleo, devido à crescente instabilidade na Rússia”, ao acrescentarem que “a magnitude desse prêmio de risco dependerá de como a situação pós-revolta fracassada será tratada”.
Apesar da incerteza predominante do momento, o secretário-geral da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), Haitham al-Ghais, ao participar de conferência setorial, ressaltou que o ‘ouro negro’ é ‘insubstituível no futuro previsível’. “Consideramos que a demanda aumentará para 110 milhões por barris por dia até 2045, o que poderia fazer com que o consumo mundial de energia cresça 23% no período”, afirmou.
Também contribuiu para trazer um pouco mais de tranquilidade ao mercado da commodity as declarações do CEO da Saudi Aramco, Amin Nasser, ao reafirmar que “os fundamentos do mercado estão ‘sólidos’ para o segundo semestre, com a demanda dos mercados emergentes, liderados pela China e Índia, compensando o risco de recessão nos mercados desenvolvidos”.

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