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Após cinco altas seguidas, Focus recua projeção de IPCA para 2023
Segundo o boletim do BC, índice oficial de inflação deve cair de 6,05% para 6,02% este ano
Pela primeira vez, após uma longa sequência de altas, por cinco semanas seguidas, o Boletim Focus – consulta semanal do Banco Central (BC) às 100 principais instituições financeiras nacionais – projetou ligeiro recuo do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), de 6,05% para 6,02% para este ano. A retração também ocorreu em relação a 2024, ao passar de 4,18% para 4,16%, enquanto que para 2025 e 2026, o indicador se manteve em 4%.
No que se refere ao critério de ‘preços administrados’, a projeção de inflação para 2023, igualmente cessou o avanço das últimas 22 semanas, ao recuar 10,73% para 10,70%, mas ainda bem acima dos 9,79% registrados há um mês. Para o próximo ano, a previsão continuou em 4,50%, assim como para 2025 e 2026, mantidas em 4,0%.
Enquanto a estimativa inflacionária ‘deu uma trégua’, a expectativa do mercado financeiro em relação ao PIB ‘estacionou’ no crescimento de 1%, verificado no boletim anterior, ao passo que para o ano que vem, esta caiu de 1,41% para 1,4%.
Quanto à Selic, o Focus manteve em 12,50% ao ano, pela terceira semana seguida, a taxa básica de juros; também continuou em 10% ao ano, pela 12ª semana seguida, a Selic projetada para 2024, e em 9% ao ano, pela 13ª semana, para 2025. A única exceção coube a 2026, que subiu de 8,88% ao ano para 9% ao ano.
No plano cambial, a projeção é de que o dólar se mantenha, ao cabo de 2023, em R$ 5,20, o mesmo valendo para o ano seguinte, em R$ 5,25, ao passo que para 2025, houve recuo da previsão, de R$ 5,30 para R$ 5,25, depois de permanecer inalterada por 19 semanas. Também houve declínio para 2026, de R$ 5,32 para R$ 5,30.
No que toca ao resultado primário, houve estabilidade nas previsões, de um déficit de 1% do PIB para este ano e de outro déficit, de 0,8% do PIB, para 2024, enquanto melhoraram os prognósticos para 2025 – que baixou de um déficit de 0,40% do PIB para um déficit de 0,39% – e para 2026 – redução do déficit, de 0,15% do PIB para 0,10% do PIB.
Já a previsão para a dívida líquida do setor público foi ampliada de 60,55% para 60,70% do PIB, ao passo que a projetada para 2024 cresceu menos, de 64% do PIB para 64,10%. Para 2025, ela foi mantida em 67,0% do PIB, enquanto que para 2026, esta avançou de 67,% do PIB para 67,20% do PIB.

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