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Economia

Gasolina batizada? Entenda por que se coloca etanol na gasolina

No Brasil, a lei permite usar 27% de etanol na gasolina comum. Saiba de onde veio essa lógica e como a presença do álcool impacta em vários aspectos.

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Os motivos que levam à presença de etanol na gasolina são misteriosos para muitos consumidores. Essa prática é comum e permitida por lei. Diferente do que alguns acham, a gasolina não está “batizada” e também não oferece riscos às peças dos veículos. Claro que isso vale para combustíveis de boa procedência e fiscalizados.

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Entretanto, a presença de etanol na gasolina influencia diretamente nos preços. Por isso, o assunto voltou à tona depois de um certo tempo nos bastidores.

Álcool na gasolina

Atualmente, é permitido 27% de álcool (etanol) na gasolina comum. Essa prática surgiu ainda no século passado como forma de minimizar o impacto no valor do petróleo. Como o etanol é mais barato, ele interferiria diretamente no valor da gasolina.

Além disso, a adição correta de etanol à gasolina pode melhorar o desempenho do combustível. Em outras palavras, o combustível gerado da mistura é de melhor qualidade.

Pedido de redução

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustível) alerta para alguns riscos. Apesar da boa qualidade final da gasolina, outro fator pode acabar pesando na vida dos brasileiros.

A federação citada diz que a atual crise hídrica impactará diretamente na produção de cana-de-açúcar. O vegetal é a matéria prima de onde é extraído todo o etanol existente no país.

Por isso, com a escassez de água, a Fecombustível pede por mudanças. O órgão quer reduzir para 18% o máximo de etanol permitido. Contudo, essa proposta ainda deve ser analisada pelas autoridades competentes.

Mais benefício

Na prática, a adição do etanol deve permanecer. Afinal, outro bom motivo está nos impactos ambientais. Todo o gás CO2 emitido pelo etanol é neutralizado pelas próprias plantações de cana. Esse balanço energético permite ao etanol ser uma energia muito pouco poluente do ar.

Vale destacar que o Brasil é o país pioneiro na larga utilização do etanol em automóveis desde 1970. Além de ser um dos que mais utiliza o produto, o país é o segundo maior produtor do mundo.

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Empresas

PetroRecôncavo: Ativo industrial de Guamaré passará por manutenção

Petroleira

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A PetroRecôncavo informou que recebeu comunicado da Petrobras dando conta de que o ativo industrial de Guamaré (RN) passará por manutenção planejada, conforme comunicado encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, trata-se da UPGN-III e a manutenção visa adequações necessárias ao cumprimento da NR-13 (Norma Regulamentadora 13 – Caldeiras e Vasos De Pressão).

Também disse que a manutenção está prevista para ocorrer entre os dias 28 de setembro e 11 de outubro, e a Petrobras informa que não receberá gás no referido período.

De acordo com a empresa, sua produção de óleo não deverá ser afetada e a produção de gás não associado do Ativo Potiguar será fechada, de modo a preservar as reservas durante o período.

PetroRecôncavo informa que ativo industrial de Guamaré passará por manutenção planejada

A PetroRecôncavo está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker RECV3.

Veja o documento:

PetroRecôncavo informa que ativo industrial de Guamaré passará por manutenção planejada

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Commodities

Eneva (ENEV3) assina acordo com GVA para operar Tepor

Companhia de energia responderá pela operação do Terminal Portuário de Macaé

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Crédito: Eneva

Nova iniciativa que se insere no plano de diversificação de operações no restante do país, a Eneva (ENEV3) anunciou, nessa terça-feira (28), a assinatura de acordo de exclusividade com o Grupo Vale Azul Participações (GVA), para a formação da joint venture responsável pelo desenvolvimento e operação do projeto do Terminal Portuário de Macaé (Tepor), no Rio de Janeiro.

Eneva é majoritária – Caso o acordo se confirme – condicionado a estudos técnicos e de viabilidade financeira – a joint venture contará com uma participação de 65% da Eneva, como acionista controlador, ficando os 35% restantes com a GVA. Outra repercussão relevante do acordo é que ele garante a Eneva direitos para analisar e negociar, de forma exclusiva, a entrada do projeto até dezembro de 2022.

Projeto diversificado – O projeto integrado de gás natural inclui também, um terminal de granel líquido, um terminal de apoio marítimo, outro de gás natural liquefeito (GNL) – com capacidade para movimentar diariamente 21 milhões de metros cúbicos por dia – e mais um terminal para manuseio de operações de petróleo bruto.

UPGN na fila – Mais à frente, mas fora da transação, será a vez da construção de uma unidade de processamento de gás natural (UPGN), conforme licença ambiental prévia obtida para o empreendimento de infraestrutura e logística.

Marco de entrada – Além disso, o novo empreendimento constitui o marco de entrada da Eneva nesse mercado da região Sudeste, uma vez que a companhia só desenvolvia projetos de geração de energia elétrica integrada à produção de gás natural (gas-to-wire) no Norte e Nordeste.

Diversificação geográfica – De acordo com a Eneva, o projeto desenvolvido em Macaé faz parte da estratégia de diversificar geograficamente as operações, o que inclui o desenvolvimento de um hub de gás no Sudeste, junto a térmicas, infraestruturas associadas, sem contar o suprimento de GNL, por meio do terminal de regaseificação.

Potencial do Tepor – A companhia de energia destaca, ainda, o grande potencial do Tepor, no sentido de acessar gás produzido no país, pois se situa próximo ao Terminal de Cabiúnas e à chegada na costa do gasoduto Rota 2, pelo qual é levado o gás natural do pré-sal da Bacia de Santos à costa.

Distribuição de GNL – “Adicionalmente, se concretizada, a transação dará a Eneva a opção de desenvolvimento de outros negócios no Tepor, como a distribuição de GNL em pequena escala, transbordo de óleo, líquidos e outras cargas”, acrescentou, em nota, a companhia.

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Empresas

Petrobras assina contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia

Operação de R$102 mi

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A Petrobras assinou contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia, conforme documento encaminhado ao mercado.

De acordo com a petroleira, trata-se de transação com a empresa Excelerate Energy Comercializadora de Gás Natural Ltda. (Excelerate) acerca de contrato de arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA) e instalações associadas, no valor de aproximadamente R$ 102 milhões, com vigência até dezembro de 2023, além dos demais contratos acessórios associados ao processo.

Também disse que a iniciativa é um importante passo para o processo de abertura e aumento da competitividade do segmento de gás natural no Brasil e está prevista no Termo de Compromisso de Cessação (TCC) firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para construção de um ambiente favorável à entrada de novos investidores no setor.

Petrobras

Ainda de acordo com o documento, com a conclusão da negociação, a Excelerate está buscando, com o apoio da Petrobras, a transferência das licenças e autorizações necessárias para a operação de um novo navio regaseificador no TR-BA.

“Tão logo a nova empresa esteja apta a operar, a Petrobras deslocará o seu navio regaseificador que se encontra no TR-BA para o Terminal de Regaseificação de GNL de Pecém, no Ceará”, destacou.

A Petrobras está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PETR4.

Veja o documento:

Petrobras assina contrato para arrendamento do Terminal de GNL da Bahia

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