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Economia

Gasolina sobe pela 8ª semana seguida no Brasil; Confira o preço médio

Pesquisa da ANP aponta que combustíveis tiveram alta nos preços, com a gasolina custando mais de R$ 6. Apenas um estado demonstrou queda nos preços.

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A pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que a gasolina teve alta pela 8ª semana seguida no Brasil. Atualmente, o combustível é comercializado em um preço médio superior a R$ 6. Ou seja, o brasileiro sente cada vez mais no bolso os impactos dos aumentos nos combustíveis.

Leia mais:  Não para: Gasolina sobe em 18 estados após atualização do governo

Conforme explica a pesquisa, realizada entre a semana de 19 a 25 de setembro, o valor médio do litro da gasolina é de R$ 6,092. Em comparação ao valor auferido anteriormente, que foi de R$ 6,076, ficou ainda mais caro para o condutor brasileiro encher o tanque.

Outro ponto trazido pelo levantamento da ANP mostra que os motoristas que optam por abastecer com etanol também estão pagando mais caro. Na pesquisa anterior, o preço médio do combustível era de R$ 4,704. No entanto, na pesquisa mais recente, ele subiu para R$ 4,715.

O óleo diesel foi o único que sofreu queda nos resultados da última pesquisa. O valor médio caiu de R$ 4,709 para R$ 4,707. No entanto, o combustível começou o mês de setembro com a cifra em R$ 4,627.

Indo na contramão das tendências, o único estado que teve queda no preço da gasolina foi Minas Gerais. Por lá, o preço do combustível, que estava em R$ 6,332, caiu para R$ 6,315.

A redução se estendeu também para o etanol, que anteriormente era cotado em R$ 4,766 e agora caiu para R$ 4,760. No estado, o óleo diesel foi outro que reduziu, indo de R$ 4,756 para R$ 4,751.

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Empresas

EDP Brasil reporta lucro líquido de R$510,5 mi no 3º tri, alta de 70,3%

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado marcou R$ 753,9 milhões

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A EDP Brasil reportou lucro líquido de R$ 510,5 milhões no terceiro trimestre, alta de 70,3% ante igual período do ano anterior, conforme balanço encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado entre julho e setembro somou R$ 753,9 milhões, elevação de 30,1% na comparação com um ano antes.

Também disse que os segmentos de Distribuição e Transmissão foram os principais destaques do trimestre, e que o volume de energia distribuída apresentou aumento de 4,2% no trimestre em relação ao mesmo intervalo de 2020, em função da recuperação da atividade econômica e expansão do número de clientes.

E acrescentou que, paralelamente, o processo de reajuste tarifário da EDP Espírito Santo resultou no aumento de 9,75% na tarifa média para o consumidor e em uma alta de 46% da Parcela B.

EDP Brasil

Ainda de acordo com o balanço, na EDP São Paulo o reajuste tarifário aprovado promoveu uma elevação de 12,4% na tarifa média para o consumidor e um aumento de 32,6% na Parcela B. Mas, nesse caso, o evento ocorreu após o fechamento do terceiro trimestre, então sem impacto no trimestre avaliado.

Na Transmissão, os empreendimentos em operação apresentaram no trimestre RAP Líquida de 45,8 milhões de reais e Ebitda regulatório de 39,8 milhões de reais.

A companhia está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker ENBR3.

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Economia

Após 2 meses em queda, confiança do consumidor sobe em outubro

Apesar disso, cenário ainda é de cautela, diz FGV.

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1 ponto de setembro para outubro deste ano e interrompeu uma trajetória de dois meses em queda. Com o resultado, o indicador chegou a 76,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Leia ainda: Combustíveis: ICMS com valor fixo vai reduzir o preço para os consumidores?

A alta foi influenciada principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança do consumidor brasileiro no futuro. O subíndice subiu 1,3 ponto, atingindo 82,4 pontos em outubro, puxado pela melhora das perspectivas sobre a situação financeira familiar.

O Índice da Situação Atual, que mede a percepção do consumidor sobre o presente, variou 0,2 ponto e chegou a 69 pontos.

“Contudo, consumidores se mantêm cautelosos em relação a intenção de compra de bens duráveis. O aumento da incerteza, o aumento dos preços e a demanda represada por serviços na pandemia podem estar contribuindo para frear o consumo desses produtos”, disse a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

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Empresas

TIM reporta lucro líquido normalizado de R$474 mi no 3º tri, alta de 21,4%

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização marcou R$ 2,167 bilhões

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A TIM reportou lucro líquido normalizado de R$ 474 milhões no terceiro trimestre de 2021, alta de 21,4% ante igual período do ano anterior.

De acordo com o balanço, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) marcou R$ 2,167 bilhões para o período de julho ao fim de setembro, crescimento de 4,5% na comparação anual.

A companhia pertence ao grupo Telecom Italia e terminou setembro com 51,6 milhões de clientes de telefonia móvel, incremento de cerca de 1% sobre um ano antes.

A companhia está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker TIMS3.

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