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Economia

Governo trabalha para reduzir custos da aviação civil e aumentar número de brasileiros que viajam de avião

“Temos o objetivo de fazer com que o brasileiro voe mais”, disse ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse, na última terça-feira (14), que o governo federal tem procurado investir em melhorias das instalações aeroportuárias a cargo do Poder Público e simplificar a legislação com o propósito de reduzir os custos da aviação civil e possibilitar que mais brasileiros possam viajar de avião.

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“Partimos do pressuposto de que o brasileiro voa pouco e temos o objetivo de fazer com que o brasileiro voe mais, para mais localidades”, disse Freitas ao participar, esta manhã, de uma reunião pública da Comissão de Viação e Transportes, da Câmara dos Deputados.

“Para [atingir o objetivo] era preciso melhorar a infraestrutura [aeroportuária nacional], diminuir carga regulatória e também os preços dos combustíveis”, acrescentou o ministro, garantindo que o governo vem atuando nas três frentes e que, “talvez, já na semana que vem”, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) submeta à Consulta Pública os editais relativos ao processo de concessão dos aeroportos incluídos na sétima rodada.

“Estamos na iminência de soltar a consulta pública da sétima rodada de concessões de aeroportos, que vai contemplar três blocos: o bloco Norte, com os aeroportos de Belém e Macapá; o bloco que contemplará outros aeroportos do Pará, Mato Grosso do Sul e Congonhas [SP] e um terceiro bloco, com aeroportos de Minas Gerais e o Santos Dumont, no Rio de Janeiro”, disse Freitas, acrescentando que espera levar a leilão, no primeiro semestre de 2022, a 16 aeroportos hoje administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

“Além de diminuir o fardo regulatório do setor, estamos investindo recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil [para estimular a] aviação regional, [investindo] em aeroportos de menor capacidade que alimentarão os aeroportos maiores. E estamos tentando eliminar o [problema do] preço dos combustíveis combatendo a concentração de mercado – principalmente nos aeroportos com infraestrutura de tancagem [armazenamento em tanques] que, por algum motivo, oferecem alguma barreira à entrada a novos distribuidores – e ajudando governos estaduais a promoverem a redução do ICMS da querosene de aviação”, finalizou o ministro, apostando em que as ações do ministério contribuirão para atrair novas empresas aéreas e ampliar a oferta de assentos, ocasionando a queda dos preços das passagens.

Consultada sobre a fala do ministro, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou que aguarda por novas medidas que simplifiquem as regras do setor. “A agenda do governo federal é bastante convergente com a agenda do setor aéreo, uma vez que nossa prioridade é com o alinhamento regulatório nacional ao internacional, impactando na redução de custos e maior competitividade”, comentou, em nota, o presidente da entidade, Eduardo Sanovicz, destacando que medidas de apoio foram determinantes para que as companhias superassem a crise decorrente da pandemia da covid-19.

“O compromisso do ministério com a agenda foi reafirmado recentemente, com a criação do Programa Voo Simples [iniciativa federal para desburocratizar a aviação civil]. Agora, o setor aguarda com muita expectativa a publicação da Medida Provisória que simplifica e desburocratiza o Código Brasileiro de Aeronáutica e outras legislações que regulamentam a operação das companhias aéreas. Essa revisão regulatória será fundamental para dinamizar o setor no pós-pandemia”, complementou Sanovicz.

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Economia

Inflação sobe e revisão do FGTS pode gerar ainda mais dinheiro; Entenda

Revisão do FGTS pode recuperar valores perdidos pelos trabalhadores com a inflação acumulada nos últimos anos.

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LUCRO DO FGTS

A inflação que só dispara no Brasil e pesa no bolso dos cidadãos pode aumentar ainda mais nos próximos meses. Para quem pretende solicitar a revisão do FGTS (fundo de Garantia do Tempo de Serviço), essa alta pode resultar na devolução de valores ainda maiores perdidos com o aumento dos níveis dos preços.

Veja também: Valor dos carros mais vendidos triplicou em apenas uma década

A revisão do FGTS é uma ação que busca a troca do índice usado para corrigir os saldo das contas dos trabalhadores no fundo. Atualmente, é utilizada a Taxa Referencial (TR), que está zerada. Isso gera perda no poder de compra dos cidadãos.

A ação ainda não foi julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas seu objetivo é a utilização do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no lugar da TR. O INPC é o principal medidor da inflação no país, e sua adoção evitaria as perdas causadas por ela

Como calcular o valor da revisão?

Para saber qual seria o valor da revisão, o interessado deve acessar o aplicativo do FGTS e baixar seus extratos em formato PDF. Em seguida, é só acessar a calculadora LOIT FGTS e anexar os documentos.

Para profissionais da área, como advogados e contadores, a ferramenta indicada é o ELI FGTS. A plataforma facilita os cálculos e mostra a diferença entre o valor corrigido pela inflação e o valor que está no extrato.

Segundos resultados de pessoas que já utilizaram a calculadora para descobrir quanto receberiam com uma possível revisão, o valor médio das correções é de R$10 mil. Contudo, ele pode chegar a um montante ainda mais elevado, de acordo com o tempo em que o dinheiro ficou parado na conta.

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Economia

INSS divulga calendário de pagamentos de setembro; Confira as datas

Beneficiários que recebem um salário mínimo serão os primeiros contemplados. Em seguida, será a vez dos segurados com renda acima do piso.

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Segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já podem conferir as datas de pagamento de aposentadorias, pensões e auxílios referentes ao mês de setembro de 2021. Os depósitos vão até o dia 7 de outubro.

Leia mais: Caixa começa os pagamentos da 6ª parcela do auxílio emergencial nesta sexta, 17

Os pagamentos aos segurados são feitos de acordo com o número final do cartão do benefício. Ele pode ser encontrado antes do dígito verificador, que aparece logo após o traço.

Beneficiários que recebem um salário mínimo (R$ 1.100) serão os primeiros contemplados. Os repasses começam no dia 24 de setembro. Somente um pouco depois o dinheiro será liberado para quem ganha acima do piso, neste caso, a partir do dia 1º de outubro.

Calendário de pagamentos do INSS de setembro

Veja a seguir o cronograma com as datas dos repasses:

Para beneficiários que recebem até um salário mínimo por mês

  • Benefício final 1 – Recebe dia 24 de setembro
  • Benefício final 2 – Recebe dia 27 de setembro
  • Benefício final 3 – Recebe dia 28 de setembro
  • Benefício final 4 – Recebe dia 29 de setembro
  • Benefício final 5 – Recebe dia 30 de setembro
  • Benefício final 6 – Recebe dia 01 de outubro
  • Benefício final 7 – Recebe dia 04 de outubro
  • Benefício final 8 – Recebe dia 05 de outubro
  • Benefício final 9 – Recebe dia 06 de outubro
  • Benefício final 0 – Recebe dia 07 de outubro

Para beneficiários que recebem mais de um salário mínimo por mês

  • Benefício final 1 e 6 – Recebe dia 01 de outubro
  • Beneficio final 2 e 7 – Recebe dia 04 de outubro
  • Benefício final 3 e 8 – Recebe dia 05 de outubro
  • Beneficio final 4 e 9 – Recebe dia 06 de outubro
  • Benefício final 5 e 0 – Recebe dia 07 de outubro

O segurado pode consultar o extrato de pagamento do benefício através do site ou aplicativo Meu INSS, clicando na opção “Extrato de pagamento do benefício”. Aqueles que são correntistas da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil podem solicitar o documento em qualquer agência bancária ou nos terminais da autoatendimento.

Lembrando que o INSS repassou aos segurados as quantias referentes ao 13º salário. Os valores foram depositados em duas parcelas, sendo a primeira paga em maio e a segunda em junho. A antecipação teve o objetivo de ajudar os segurados durante a pandemia da Covid-19.

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Economia

Caixa começa os pagamentos da 6ª parcela do auxílio emergencial nesta sexta, 17

Confira as datas de repasses do benefício para quem é inscrito no Bolsa Família ou faz parte do público geral.

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A Caixa Econômica Federal começa a pagar a 6ª parcela do auxílio emergencial 2021 a partir desta sexta-feira, 17. O dinheiro será repassado inicialmente para quem é inscrito no Bolsa Família e tem o Número de Identificação Social (NIS) encerrado em 1.

Leia mais: Fim do auxílio emergencial: Veja quantas parcelas do benefício ainda restam

O cronograma do programa social para quem não está inscrito no Bolsa Família é organizado em ciclos de pagamentos, com etapas de depósito em conta e saques em espécie, conforme o mês de nascimento. Para este grupo, os repasses começam a partir do dia 21 de setembro, próxima terça-feira.

No caso dos beneficiários do Bolsa, não é possível acumular os dois benefícios. Neste caso, faz-se o repasse daquele que for mais vantajoso para o beneficiário.

Calendário 6ª parcela do auxílio emergencial 2021

Veja as datas de pagamento do novo ciclo do programa social, tanto para quem faz parte do Bolsa ou do público de informais:

Datas de pagamento da 6ª parcela para quem faz parte do Bolsa Família

  • NIS com final 1: 17 de setembro
  • NIS com final 2: 20 de setembro
  • NIS com final 3: 21 de setembro
  • NIS com final 4: 22 de setembro
  • NIS com final 5: 23 de setembro
  • NIS com final 6: 24 de setembro
  • NIS com final 7: 27 de setembro
  • NIS com final 8: 28 de setembro
  • NIS com final 9: 29 de setembro
  • NIS com final 0: 30 de setembro

Datas de pagamento da 6ª parcela para quem é público geral

  • Nascidos em janeiro – 21 de setembro
  • Nascidos em fevereiro – 22 de setembro
  • Nascidos em março – 23 de setembro
  • Nascidos em abril – 24 de setembro
  • Nascidos em maio – 25 de setembro
  • Nascidos em junho – 26 de setembro
  • Nascidos em julho – 28 de setembro
  • Nascidos em agosto – 29 de setembro
  • Nascidos em setembro – 30 de setembro
  • Nascidos em outubro – 1º de outubro
  • Nascidos em novembro – 2 de outubro
  • Nascidos em dezembro – 3 de outubro

Lembrando que a partir de novembro, depois de encerrados os pagamentos do auxílio emergencial, o governo federal pretende lançar o Auxílio Brasil, que substituirá o Bolsa Família. O governo deve ainda bater o martelo acerca dos valores do novo programa.

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