Commodities
Grãos se ajustam no positivo sem novidades; quando muito a China trabalha o apoio à soja
Grãos estão em teste na abertura da semana, corrigindo os últimos movimentos semanais
Os preços dos grãos em Chicago não estão sendo trabalhados com novidades.
As altas da soja e o milho são técnicas. Quando muito, para a oleaginosa há uma certa expectativa de a China voltar a cumprir sua programação de importações, depois do feriadão semana.
As do trigo carregam a especulação da Ucrânia.
Também não embutem nenhuma extensão da crise no Oriente Médio, nem a abertura em aversão ao risco nos Estados Unidos com os índices futuros em baixa e dólar index em alta – ainda presos ao payroll da sexta, diga-se.
O bom progresso de safra nos EUA e os bons padrões de chuvas no Sul do Brasil derrubaram bem a soja na sexta.
As correções agora, às 8h45 (Brasília) vão em torno de mais 0,60%, no novembro e até no maio, respectivamente em US$ 12,73 e US$ 13,21.
Milho no mesmo padrão soja. Caiu bem menos que a soja na 6ª, porque ainda carrega um bom progresso de exportações americanas.
O dezembro está em mais 0,74% pontos, US$ 4,95.
Enquanto a Ucrânia carrega o trigo. O cenário de guerra com novos ataques russos em instalações portuárias já na sexta, deixa os contratos já subindo mais de 11 pontos. O dezembro, US$ 5,79.
Das reiteradas declarações de Putin de que vai soltar o cereal “humanitário” para a África, ninguém acredita

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