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Iguatemi registra lucro líquido de R$882 mi no 4º tri, queda de 26,7%

Lucro líquido anual ficou em R$ 202,3 milhões, queda de 35,6%

Publicado

em

Shopping Iguatemi

A Iguatemi (IGTA3) reportou lucro líquido de R$ 8882 milhões no quarto trimestre de 2020, queda de 26,7% ante igual período de 2019, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o lucro líquido anual ficou em R$ 202,3 milhões, uma queda de 35,6% em comparação com o ano anterior.

Iguatemi (IGTA3) reporta lucro líquido de R$882 mi no 4º tri, queda de 26,7%

Iguatemi

Já o FFO (lucro líquido excluindo depreciação, amortização e efeitos não caixa) atingiu R$ 351,3 milhões em 2020, 20,6% abaixo de 2019 e R$120,2 milhões no trimestre, 17,2% abaixo do mesmo período do ano anterior.

O Ebitda (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) atingiu R$ 162,2 milhões no período, com uma queda de 19,0% ante o mesmo trimestre de 2019. A margem Ebitda foi para 88,0%.

Balanço

A receita líquida somou R$ 684,2 milhões em 2020 e R$ 184,4 milhões no último trimestre do ano, representando um recuo de 9,3% e 12,7%, respectivamente.

Na última segunda-feira (1), em função da recomendação do governador de São Paulo, João Doria, como forma de conter o avanço da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a companhia comunicou o novo horário de funcionamento de suas unidades.

Pandemia

As unidades funcionarão, temporariamente, em horário reduzido de segunda à sábado, das 12h às 20h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h.

Outras unidades no interior do estado, assim como em outras localidades, também terão seus horários de funcionamento alterados. Entre eles estão os shoppings de Ribeirão Preto (Ribeirão Preto), Porto Alegre (Porto Alegre), e o Praia de Belas Shopping Center (Porto Alegre).

As ações da Iguatemi fecharam o pregão em alta de 3,05%, a R$ 31,47 neste pregão.

Veja IGTA3 na Bolsa:

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Ações, Units e ETF's

Dohler, Movida, Localiza e Tim anunciam pagamento de proventos

JCPs

Publicado

em

Toro Investimentos

A Dohler, Movida, Localiza e Tim anunciaram pagamento de proventos aos acionistas, conforme documento encaminhado ao mercado.

A joinvilense Dohler anunciou pagamento de R$ 6.687.620,71 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), conforme aviso aos acionistas.

De acordo com o documento, o movimento foi aprovado pelo conselho e teve como base as demonstrações financeiras intermediárias referentes ao terceiro trimestre de 2021.

Também disse que a distribuição de proventos a seus acionistas será considerado como valor do dividendo obrigatório do exercício de 2021.

Modalmais anuncia parceria estratégica com a G5 Partners

Dohler

Ainda de acordo com o documento, o montante corresponde a R$ 0,0860 e R$ 0,0946 por ação, e o crédito correspondente será efetivado nos registros contábeis da companhia em 30 de setembro de 2021, de forma individualizada a cada acionista, com base na posição acionária de 30 de setembro de 2021, de forma que, as ações nominativas, a partir de 01 de outubro de 2021, passarão a ser negociadas “exjuros” na B3.

Do valor a ser pago a título de JCP será deduzido o Imposto de Renda na Fonte, conforme legislação em vigor, exceto para os Acionistas que sejam imunes, isentos ou dispensados de retenção.

Localiza

A Localiza Rent a Carvai pagar R$82.142.021,43 em juros sobre capital próprio.

O pagamento ocorrerá no dia 22 de novembro de 2021 na proporção da participação de cada acionista, com retenção do Imposto de Renda na fonte, exceto para os acionistas que já sejam comprovadamente imunes ou isentos.

Farão jus ao pagamento os acionistas constantes da posição acionária da companhia em 29 de setembro de 2021, sendo que as ações, a partir do dia 30, serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio.

O valor bruto por ação dos juros sobre capital próprio a ser pago é equivalente a R$0,109203628.

Movida

Já a Movida vai pagar R$53.513.960,81 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalentes a R$ 0,1058796052 por ação, tendo como data-base a posição acionária de 29 de setembro de 2021, sendo que, a partir de 30 de setembro de 2021 as ações serão negociadas “ex” estes juros.

TIM

A TIM, por sua vez, vai pagar R$ 137.500.000,00 milhões em juros sobre capital próprio (JSCP). O pagamento ocorrerá no dia 27 de outubro de 2021, sendo a data de 29 de setembro de 2021 como aquela que servirá para identificar os acionistas com direito a receber tais valores.

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Ibovespa fecha em baixa de 0,69%, aos 113.282,67 pontos

O dólar encerrou cotado a R$ 5,3438, alta de 0,64%

Publicado

em

Crédito: Suno

O Ibovespa fechou a sessão desta sexta-feira (24) em baixa de 0,69%, aos 113.282,67 pontos, com volume financeiro mais fraco, de R$ 29,5 bilhões.

De acordo com o BTG, a piora do clima no exterior em meio a novas preocupações com Evergrande na China e inflação acima do esperado no Brasil influenciaram o Ibov.

O dólar, por sua vez, encerrou cotado a R$ 5,3438, alta de 0,64% em dia de alta generalizada ante moedas rivais e emergentes.

Em Nova York, o Dow Jones avançou 0,10% (34.798,00 pontos), e o S&P 500 subiu 0,15% (4.455,50). O Nasdaq recuou 0,03% (15.047,70).

Os juros dos Treasuries voltam a subir no ajuste ao tapering, que deve ser anunciado pelo Fed na reunião de novembro.

Já o Note-10 anos escalou para 1,4561% (de 1,4328%) e o T-Bond 30 anos para 1,9836% (de 1,9446%).

Do lado das commodities, os contratos futuros de petróleo fecharam em alta, em sua terceira semana de valorização.  O Brent para novembro subiu 1,09%, a US$ 78,09 o barril, na ICE, e WTI do mesmo prazo, subiu 0,93%, a US$ 73,98, na Nymex.

Divulgação

B3; Bolsa; Bovespa; Painel; Investimento; Ações
Foto: Germano Lüders
16/11/2020

Ibovespa: empresas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:

📈#BEEF3  +4,52%  (R$ 10,17)

📈#PRIO3   +3,87%  (R$ 21,99)

📈#JBSS3  +3,72%  (R$ 35,13)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:

📉#CASH3   -7,09%  (R$ 6,95)

📉#CSNA3   -3,59%  (R$ 29,03)

📉#AMER3   -3,55%  (R$ 34,24)

Evergrande

Mais uma vez a incorporadora chinesa Evergrande não entrou em contato com investidores estrangeiros para discutir o pagamento de US$ 83,5 milhões (R$ R$ 445,4 milhões) em juros de títulos que venceram na quinta-feira (23).

O silêncio da companhia fez subir a percepção de risco dos investidores, afetando os mercados neste dia.

Reforma do IR

Outro fator que influenciou a bolsa brasileira neste dia diz respeito à Reforma do Imposto de Renda. Isso porque o relator do projeto estuda aumentar ainda mais a tributação sobre mineradoras (CFEM) por considerar que as empresas do setor pagam menos no Brasil do que em outros países. A proposta aprovada na Câmara já previa um aumento da CFEM de 4,0% para 5,5%.

Juros futuros

Os juros futuros avançaram em meio às pressões dos Treasuries e da inflação, além da piora na percepção do quadro fiscal.

Após os ajustes, o DI para janeiro de 2022 subiu para 7,130% (de 7,109% ontem); para janeiro de 2023 foi a 8,960% (8,919%); para janeiro de 22024 a 9,720% (9,626%); para janeiro de 2025 a 10,050% (9,955%).

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou 661 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 593.018 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 534. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +18% e aponta tendência de alta –pelo segundo dia, após 3 meses em estabilidade ou queda.

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Risco de ‘colapso’ da Evergrande afeta mercados mundiais

Wall Street Journal: Pequim teria admitido possibilidade de falência

Publicado

em

Crédito: Bem Paraná

Colapso. A expressão, empregada em tom apocalíptico pelo governo chinês – segundo o jornal ianque Wall Street Journal – para o futuro imediato da falida incorporadora Evergrande (dívidas superiores a US$ 300 bilhões), continua fazendo estragos nos mercados mundiais.

Aviso sombrio – Para especialistas, o aviso sombrio equivale à uma ‘preparação para a possível tempestade’, uma vez que Pequim não estaria disposta a ‘salvar’ a Evergrande, como exemplo de que pretende manter o critério de responsabilidade financeira por parte dos agentes do setor imobiliário local.

‘Eventuais distúrbios’ – Nesse caso, a orientação é no sentido de que os governos locais se previnam contra eventuais distúrbios, assim atenuem um provável efeito cascata sobre compradores de casas e na economia, de maneira geral. Mesmo não assumindo diretamente uma suposta recuperação da Evergrande, o governo de Pequim estaria disposto a oferecer algum tipo de apoio, para essa finalidade.

Hora de pagar – A maior dificuldade da incorporadora chinesa, no momento, diz respeito a honrar o pagamento de juros sobre títulos lastreados (com variação) em dólar, como os não quitados nessa quinta (23), o que pode contaminar todo o setor imobiliário, caso as datas de quitação programadas, no prazo de 30 dias, sejam ignoradas pela empresa, a segunda maior do país.

Injeção urgente – Como medida de ‘jogar água na fervura’ global, o Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) injetou US$ 17 bilhões (R$ 89,9 bilhões) no sistema financeiro local, o maior volume aportado desde o fim de janeiro. Essa seria a quarta injeção de liquidez consecutiva, determinada pela autoridade monetária chinesa.

Calmantes monetários – A reportagem diz que, antes da injeção desta quinta, a autoridade monetária já havia ofertado liquidez aos mercados por três sessões consecutivas nos dias anteriores, o que, na visão dos investidores, representa uma sinalização de que o governo local tem trabalhado para acalmar os ânimos na região. Em paralelo, o gigante asiático também teria flexibilizado regras de liquidez exigidas dos bancos, por questões regulatórias.

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