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Commodities

Inflação e commodities: panorama

A semana começou agitada no que refere-se as commodities e a inflação que está ocorrendo no Brasil e nos EUA. Entenda!

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Como tudo na vida, na maioria das vezes, é decidido de forma binária, baseados em “um” e “zeros”, no mercado o cenário não difere-se tanto desse sistema. De fato, existem muitos aspectos positivos (um) e aspectos negativos (zeros).

Nesse sentido, o ponto positivo é que depois de uma intensas semanas pautadas em restrições atreladas à mobilidade, a China, efetivamente, ao que tudo indica, parece estar conseguindo controlar os surtos de Covid-19 que estavam ameaçando a economia do país e, consequentemente, a economia global.

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Evidentemente, sem sombra de dúvidas, o crescimento da segunda maior economia que existe no globo atualmente configura-se como um sinônimo de manutenção da demanda das commodities, desse modo, o petróleo e o minério de ferro alcançaram altas, diga-se de passagem, robustas.

No entanto, a notícia negativa está atrelada aos indicadores de inflação do Brasil e dos Estados Unidos da América, que, a priori, seguem “salgados” e demonstram características que levam-nos a entender a existência de uma tendência pautada na persistência dessa problemática por mais tempo do que a população gostaria.

Dessa forma, levando em consideração essa proposições, a alta das commodities acarreta para os investidores um clima de cautela no que tange os investimentos.

Em vista disso, a primeira notícia conseguiu animar o Ibovespa, já que as empresas de maior peso no índice — como Petrobras e Vale — tiveram um dia de recuperação expressiva. Todavia, Nova York, não teve a mesma “felicidade”.

De fato, Wall Street até tentou uma reação mediante a surpresa negativa da inflação mas não foi muito efetivo ao tentar combater a disparada dos preços.

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