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Economia

INSS pode suspender o pagamento de mais de 402 mil segurados

Com o veto do presidente Jair Bolsonaro, aposentados e pensionistas precisam fazer a prova de vida para manter o pagamento do benefício.

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A prova de vida deixou de ser obrigatória durante a pandemia, mas o presidente Jair Bolsonaro vetou a suspensão até 31 de dezembro e isso pode afetar o pagamento aos segurados.

Leia mais: 14º salário do INSS: Segurados podem receber abono extra até 2023

Primeiramente porque, de acordo com Bolsonaro, a decisão por manter a suspensão da prova de vida pode resultar em pagamentos indevidos do benefício. Do mesmo modo, o texto traz alternativas para facilitar o processo de prova de vida sem que os cuidados com a pandemia sejam desrespeitados.

Nesse sentido, aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) precisam fazer a comprovação até 31 de dezembro deste ano. Caso contrário, mais de 402 mil segurados podem perder o benefício só no Rio de Janeiro. E mais de 4,9 milhões em todo o Brasil ainda precisam fazer a prova de vida.

A medida tem pegado muita gente de surpresa, já que o procedimento tinha sido suspenso em março do ano passado.

Então, a prova de vida volta a ser obrigatória uma vez ao ano. Sempre no banco onde os aposentados e pensionistas recebem o benefício do INSS.

Pagamento aos segurados

De acordo com o presidente Jair Bolsonaro, o veto foi feito com a justificativa de que existem várias formas de fazer a prova de vida sem expor os beneficiados. Ou seja, o procedimento pode ser feito com prazos escalonados, evitando filas e aglomerações por conta da pandemia.

Dessa forma a lei orienta que os bancos usem sistemas de biometria no processo de prova de vida. Além disso, dar preferência de atendimento aos que tem mais de 80 anos.

Outra medida para facilitar a prova de vida é que ela possa ser feita por representante legal ou algum procurador do aposentado ou pensionista.

Então quem perder o prazo pode ter o benefício bloqueado, suspenso ou até mesmo cancelado.

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