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Criptomoedas

Investindo em ativos de altíssimo risco

De acordo com a declaração do CEO da Ripple, 99% das criptomoedas terão zero valor no futuro próximo.

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Veja como declarar Bitcoin e outros ativos digitais no IR 2021

Um dos questionamentos, realizados no setor da economia, é sobre qual a razão de investir em uma startup ou criptomoeda se a chance do resultado positivo é mínima. Além disso, os números apontam que mais de 90% delas irão falir nos próximos dois anos.  

A reflexão teve início com a declaração do CEO da Ripple, alegando que 99% das criptomoedas terão zero valor no futuro próximo. A indagação fica ainda mais significativa quando é ponderado que mais pessoas têm sido impulsionadas a correrem riscos pelos rendimentos irrisórios, em função da queda das taxas de juros. Inclusive, em setembro, a B3 alcançou a marca de 3 milhões de investidores, com avanço de mais de 80% em comparação a 2019. Essa é, portanto, uma indicação evidente do movimento. 

O modo tradicional de investir em ativos de alto risco é procurar diversificar ao máximo, não aplicando só em uma, mas em diversas startups/criptomoedas. A indicação é de pelo menos dez e, de preferência, mais de 30, o que acaba por atingir uma porcentagem maior de acertar a que não vai quebrar. 

Em outra perspectiva, analisando apenas sobrevivência, o meio mais fácil de ganhar dinheiro com esse investimento poderia ser constituindo uma posição vendida – na aposta que ela valerá zero no futuro próximo. E o setor financeiro já desenvolveu estratégias para isso, com opções, futuros, vendas a descoberto, entre outros. 

No entanto, além da taxa de sucesso, a magnitude de crescimento do negócio exponencial, o que abrange todos tokens de iniciativas em blockchain, devem ser considerados. O poder de transformação, adequação ao novo ambiente e de ser onipresente na atualidade são fatores que não podem ser esquecidos. Assim, se for investir em ativos de altíssimo risco, a melhor alternativa é comprar essas iniciativas e diversificar ao máximo.

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Criptomoedas

China torna ilegais todas as transações com criptomoedas no país

Comércio e mineração de bitcoins e outras moedas digitais passam a ser consideradas atividades ilegais no país.

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A China voltou a declarar guerra contra as criptomoedas nesta sexta-feira, 24. A partir de agora, o país considera “atividade ilegal” a mineração de moedas digitais em todo o país, bem como seu comércio. Em maio, o Conselho de Estado da China havia prometido uma medida como essa.

Veja também: Jogos de azar podem ser legalizados com reforma do IR; Arrecadação será de R$ 50 bi

As instituições financeiras, empresas de pagamento e de internet que operam no país também estão proibidas de facilitar a negociação de bitcoins e outras criptomoedas.

Além do Banco Popular da China, outras dez agências governamentais enviaram um comunicado conjunto detalhando as novas medidas para conter o comércio de criptoativos.

O governo “reprimirá resolutamente a especulação com moeda virtual, e atividades financeiras relacionadas, além de mau comportamento, de modo a salvaguardar as propriedades das pessoas e manter a ordem econômica, financeira e social”, explicou o BC em seu site.

Após o anúncio, a bitcoin registrou queda de 5%.

O governo chinês vem adotando uma política de repressão às criptomoedas há algum tempo. Em junho, o BC do país fechou uma empresa de software que estava sob suspeita de envolvimento com o comércio de moedas digitais. Uma semana depois, as autoridades fecharam ‘minas’ e pediram aos bancos que impeçam transações ligadas a elas.

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Criptomoedas

FinbyCoin chega ao mercado de criptomoedas e abre ICO

88 milhões de tokens a USD 2,00 cada

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Veja como declarar Bitcoin e outros ativos digitais no IR 2021

A Finby, primeira plataforma de cofinanciamento e crédito colaborativo descentralizado, informou a abertura do seu processo de ICO (Oferta Inicial de Moedas), a Finbycoin.

O ICO é uma prática comum do mercado de criptomoedas, similar ao IPO do setor financeiro. Na prática, é quando alguém oferece aos investidores novas unidades de criptomoedas ou cripto-token, e nesse caso em específico, representa uma oportunidade de fazer parte de um ecossistema desde sua fase inicial.

Conforme a empresa, na terceira etapa do processo de ICO, a Finbycoin tem 88 milhões de tokens a USD 2,00 cada moeda, totalizando USD 75 milhões e até 175% de deságio.

“Em março de 2021, a moeda começou a USD 1,00. O valor de listagem, quando for ao mercado em fevereiro de 2022, é que se mantenha dentro do seu planejamento natural e esteja a USD 3,50”, explica o CEO da Finby, Marcos Lecasi.

FinbyCoin

De acordo com Lecasi, a fintech é o primeiro ecossistema em Blockchain do mundo que realiza sonhos, e a Finbycoin vem tanto para usuários, atendendo a demanda de mercado, quanto para empresas em um mercado que já existe.

“A Finby proporciona ao ecossistema uma solução completa, por isso, consideramos que ela tem dois lados. O mercado tem uma demanda no consórcio tradicional que não sofre nenhuma alteração há pelo menos 60 anos, e o sistema Finby,  junto com a moeda veio para mudar essa situação”, explica.

A Finby é uma fintech que nasceu com o propósito de realizar sonhos e desburocratizar o acesso ao cofinanciamento de bens e serviços, conectando empresas e pessoas, sem a cobrança de taxas e juros. E para garantir transparência e segurança nas transações, a startup conta com parceria de uma das empresas de tecnologia mais conhecida mundialmente.

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Criptomoedas

Banco Inter divulga estudo sobre gerações de criptomoedas

No estudo, banco coloca a Bitcoin como pioneira e a Cardano como destaque na terceira geração de criptomoedas.

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O Banco Inter disponibilizou um estudo onde aborda as gerações de criptomoedas no mercado, destacando o Bitcoin como pioneira e a Cardano como destaque da terceira geração. No texto, a equipe do Inter Research faz comparações com as gerações X, Y e Z, que classificam perfis de investidores.

Veja também: Crise da Evergrande faz criptomoedas caírem até 18%; Como fica o Bitcoin?

O material destaca o Bitcoin como a mais importante moeda digital da primeira geração, pontuando que ela “tem se mostrado bastante resiliente nos últimos 12 anos desde seu surgimento”.

Embora tenha alta volatilidade no mercado, o banco acredita que a moeda digital cumpriu sua função principal. Além disso, os pesquisadores avaliam que ela ainda é uma das mais seguras do mundo.

“Os desenvolvedores do Bitcoin foram pioneiros ao criar um sistema de pagamentos descentralizado, isto é, que não dependesse da confiança em terceiros, e sim de poder computacional gerado pela rede como um todo”, diz o relatório.

Segunda geração

O estudo aponta que a segunda geração das criptomoedas pode ser representada pelo ether. Ele também menciona o papel fundamental dos contratos autônomos (ou “smart contracts”), que executam automaticamente diversas funções pré-estabelecidas.

“Um exemplo seria permitir que você envie recursos para seu amigo se, e apenas se, hoje for quarta feira. Apesar de extremamente simplista, este exemplo demonstra bem qual era objetivo dos idealizadores da segunda plataforma mais famosa, a Ethereum”, acrescenta.

No que diz respeito ao “problema do oráculo”, o banco cita a Chainlink como rede capaz de atravessar essa barreira.

Terceira geração já existe?

Os especialistas do Inter afirmam que já existe uma terceira geração de criptomoedas. Para eles, a Cardano poderá ser pioneira em aplicações em blockchain.

“Cardano é mais maleável e permite mudanças no protocolo de forma mais simples e menos burocrática”, avaliam.

A Polkadot (DOT) também é apontada como destaque da terceira geração de criptomoedas. No fim do material, os pesquisadores afirmam que as próximas gerações deverão trazer mais inovações ao mercado.

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