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Criptomoedas

Investindo em ativos de altíssimo risco

De acordo com a declaração do CEO da Ripple, 99% das criptomoedas terão zero valor no futuro próximo.

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Um dos questionamentos, realizados no setor da economia, é sobre qual a razão de investir em uma startup ou criptomoeda se a chance do resultado positivo é mínima. Além disso, os números apontam que mais de 90% delas irão falir nos próximos dois anos.  

A reflexão teve início com a declaração do CEO da Ripple, alegando que 99% das criptomoedas terão zero valor no futuro próximo. A indagação fica ainda mais significativa quando é ponderado que mais pessoas têm sido impulsionadas a correrem riscos pelos rendimentos irrisórios, em função da queda das taxas de juros. Inclusive, em setembro, a B3 alcançou a marca de 3 milhões de investidores, com avanço de mais de 80% em comparação a 2019. Essa é, portanto, uma indicação evidente do movimento. 

O modo tradicional de investir em ativos de alto risco é procurar diversificar ao máximo, não aplicando só em uma, mas em diversas startups/criptomoedas. A indicação é de pelo menos dez e, de preferência, mais de 30, o que acaba por atingir uma porcentagem maior de acertar a que não vai quebrar. 

Em outra perspectiva, analisando apenas sobrevivência, o meio mais fácil de ganhar dinheiro com esse investimento poderia ser constituindo uma posição vendida – na aposta que ela valerá zero no futuro próximo. E o setor financeiro já desenvolveu estratégias para isso, com opções, futuros, vendas a descoberto, entre outros. 

No entanto, além da taxa de sucesso, a magnitude de crescimento do negócio exponencial, o que abrange todos tokens de iniciativas em blockchain, devem ser considerados. O poder de transformação, adequação ao novo ambiente e de ser onipresente na atualidade são fatores que não podem ser esquecidos. Assim, se for investir em ativos de altíssimo risco, a melhor alternativa é comprar essas iniciativas e diversificar ao máximo.

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