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IPCA-15 reverte deflação de 0,07% em julho, ao avançar 0,28% em agosto
Segundo Ibre/FGV, inflação acumulada em 12 meses cresceu de 3,19% para 4,24%
Prova da alegada ‘resiliência’ da inflação, por parte do Banco Central (BC) – como justificativa para a receita de moderação no corte dos juros (Selic) – o IPCA-15, a prévia da inflação saiu de uma deflação de 0,07%, em julho, para uma inflação de 0,28% este mês. Em agosto do ano passado, o indicador ficou em -0,73%. Com o resultado de agosto corrente, o índice agora acumula uma alta de 3,38% no ano e de 4,24% no acumulado de 12 meses, acima dos 3,19% de julho último, pelo mesmo critério.
Nesta pesquisa, o maior impacto para o avanço da prévia veio do grupo habitação, que subiu 1,08%, como reflexo do reajuste das tarifas de energia elétrica residencial em capitais, como Curitiba, Porto Alegre e São Paulo, resultando numa alta, em média, de 4,59% para este item.
Outra influência altista veio do grupo Saúde e cuidados pessoais, que cresceu 0,81%, ‘puxado’, sobretudo, pelo incremento dos itens higiene pessoal (1,59%) e de educação (0,71%), este, a reboque da alta de 0,74% verificada nos cursos regulares. O grupo Transportes, por sua vez, variou 0,23%, pressionado pelas majorações da gasolina e do gás veicular, de 0,90% e 1,88%, respectivamente.
No sentido contrário, a inflação medida pelo IPCA-15 foi ‘contida’ pelo grupo Alimentos e bebidas, que recuaram, em média, 0,65% em agosto, com destaque para as deflações registradas na batata-inglesa (-12,68%), tomate (-5,60%), frango em pedaços (-3,66%), leite longa vida (-2,40%) e carnes (-1,44%). Igualmente exibiu queda o grupo Vestuário, com deflação de 0,03%. Enquanto isso, tiveram alta: despesas pessoais (0,60%), comunicação (0,04%) e artigos de residência (0,01%).
Queda interrompida – A expansão do IPCA-15 deste mês, na verdade, interrompe um ciclo de declínio, que começou a se acentuar, em maio último, quando havia caído para 0,51%, ante a variação de 0,57% de abril, recuando para 0,04%, em junho, até deflacionar 0,07%, no mês seguinte, primeira baixa do indicador em dez meses, desde setembro de 2022, após nove elevações seguidas.
Na ocasião, o resultado veio bem abaixo do projetado por analistas consultados pela agência Bloomberg, que apontavam uma deflação de 0,02%, após a estimativa de ligeira alta de 0,04%, registrada em junho, ao passo que as 27 projeções de analistas de consultorias e instituições financeiras, colhidas pelo Valor Data, apontavam deflação de 0,03% neste mês, com intervalo de estimativas que ia -0,13% a +0,02%.
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