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Bancos

IPO da Unifique reforça presença do setor de telecomunicações na B3

Recursos decorrentes de oferta pública financiarão o crescimento orgânico da companhia

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Com forte presença no mercado de banda larga por meio de fibra óptica, a Unifique Telecomunicações (FIQE3) concluiu hoje (27) a sua oferta pública inicial (IPO) na B3.  Na oportunidade, a companhia fixou em R$ 8,60 o valor de seus papéis, que, ao final do exercício, recuaram 8,14%, fechando na cotação de R$ 7,90.

A operação – que movimentou R$ 818,073 milhões –  teve valor por ação próximo do piso da faixa indicativa (intervalo de R$ 8,41 a R$ 10,49).

Realizada nos termos da ICVM 400 (segmento do Novo Mercado), a IPO contou com a coordenação da XP Investimentos (coordenador líder), BTG Pactual e Itaú BBA (coordenadores da oferta).

Crescimento orgânico já – A informação divulgada pela empresa é de que os recursos decorrentes da oferta primária se destinam a investimentos de suporte ao crescimento orgânico da companhia, além de servir para futuras aquisições estratégicas de outros players na Região Sul, bem como à expansão das equipes técnica, comercial, de pesquisa e desenvolvimento, além de outros investimentos.

Em cerimônia realizada na sede paulista do B3, a empresa – que abrange atuações em segmentos diversos, de serviços de Internet, TVHD por assinatura, telefonia fixa, telefonia móvel e data center, até soluções de comunicação para empresas, residências e governos, visando facilitar o acesso à tecnologia de última geração, assim como fomentar um relacionamento diferenciado.

Ao prestigiar o evento que marcou a IPO, o vice-presidente de Tecnologia e Segurança Cibernética da B3, Rodrigo Nardoni – acompanhado do CEO da Unifique, Fabiano Busnardo –  saudou o ingresso de mais uma empresa de tecnologia na B3, a segunda de Santa Catarina a lançar IPO este ano.

“Ficamos muito felizes, todas as vezes que encontramos empresas e empresários com espírito empreendedor que reconhecem o valor de se tornar uma companhia listada no Novo Mercado da B3”, comentou Nardoni. Já Busnardo reconhece que sua empresa se “propõe a levar aos seus clientes, de forma constante, as melhores tecnologias”.

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Ações, Units e ETF's

Santander e Getnet: Ações e Units sofrerão ajuste no valor negociado na B3

O movimento se dá no contexto da cisão parcial do Santander Brasil

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O Santander Brasil informou na manhã desta sexta-feira (15), por meio de comunicado ao mercado, que suas ações e units sofrerão ajuste no valor negociado na B3, a bolsa brasileira.

De acordo com o documento, o movimento se dá no contexto da cisão parcial do Santander Brasil, com o objetivo de segregar a totalidade das ações emitidas pela Getnet, aprovada em assembleias gerais extraordinárias de ambas as companhias.

Também disse que as ações e os units Santander Brasil serão modificados considerando que a parcela cindida na cisão corresponde a 3,1422% do patrimônio líquido do Santander Brasil, a cotação no leilão de abertura de suas ações ordinárias (SANB3), ações preferenciais (SANB4) e Units (SANB11) corresponderá a 96,8578% da respectiva cotação de encerramento do dia 15 de outubro de 2021.

Crédito: Seu Dinheiro

Santander – Getnet

Ainda de acordo com o documento, no caso da Getnet, considerando o percentual acima indicado e que, conforme anteriormente informado, para cada 1 ação ordinária, ação preferencial ou Unit de emissão do Santander Brasil será entregue 0,25 ação ordinária, ação preferencial ou Unit, respectivamente, de emissão da Getnet, a cotação no leilão de abertura de cada uma de suas ações ordinárias (GETT3), ações preferenciais (GETT4) e Units (GETT11) corresponderá a 12,5688% da cotação de encerramento do dia 15 de outubro de 2021 de cada ação ordinária (SANB3), ação preferencial (SANB4) e Unit Santander Brasil (SANB11), respectivamente.

Conforme a empresa, o leilão de abertura de negociação da Getnet no dia 18 de outubro de 2021 será mais longo que o usual, com início às 9:45 e término às 10:30, sujeito às prorrogações aplicáveis, conforme normas da B3.

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Bancos

Getnet processa Nubank e Mastercard por “abuso de dependência econômica”

Também alega violação do princípio de boa-fé e pede R$62 mi em ressarcimento

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A Getnet processou O Nubank e a Mastercard por “abuso de dependência econômica”, segundo o Valor Econômico.

De acordo com o jornal, trata-se de disputa entre bancos digitais e credenciadoras, cujo estopim foi a decisão do Banco Central de mudar as regras do cartão pré-pago.

A Getnet também alega violação do princípio de boa-fé, e esse movimento pode atrair outras credenciadoras a entrarem na justiça pela mesma razão.

Também disse que a Getnet quer ser ressarcida em no mínimo R$ 62 milhões.

Cartão Nubank

Cartão Nubank

Nubank

O Valor explicou que a proposta do BC de estabelecer o teto de 0,5% nas operações com pré-pago faz parte da discussão de assimetria regulatória que opõe fintechs e instituições tradicionais, nesse caso as credenciadoras.

E acrescentou que estas se queixam de que as instituições de pagamento que trabalham com contas pré-pagas oferecem cartões que, apesar de utilizarem a mesma plataforma dos cartões de crédito, representam operações de débito.

Também disse que o problema é que as fintechs não levam em conta o teto da tarifa de intercâmbio aplicável às transações de débito, como fazem os bancos. Como a norma do BC que estabeleceu o teto se refere apenas a quem opera conta de depósito – e não diz nada sobre conta pré-paga -, bancos digitais interpretam que não há nenhuma ilegalidade.

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Bancos

Banco Pine reporta alta de 27% na concessão de crédito no 3º tri

A originação de crédito continuou acima do patamar dos bilhões pelo quarto trimestre consecutivo

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O Banco Pine reportou alta de 27% na concessão de crédito no terceiro trimestre de 2021, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com a instituição financeira, a originação de crédito continuou acima do patamar dos bilhões pelo quarto trimestre consecutivo, e somou R$ 1,101 bilhão.

“Esse crescimento reflete a proximidade com o cliente por parte do time comercial, a agilidade nos canais digitais, bem como adaptação e criação de produtos para atender à maior demanda do mercado”, disse.

Banco Pine

Ainda de acordo com o documento, a alta de 27% diz respeito à comparação com o terceiro trimestre de 2020.

Também disse que a produção do crédito no segmento Grandes Empresas cresceu 61% quando comparado ao trimestre de 2020, principalmente devido ao maior volume de originação de recebíveis de curto prazo, conforme gráficos abaixo.

“Na visão por produto, a originação de operações ancoradas em   recebíveis   cresceu   25%   em   relação   ao   trimestre   anterior, e 154% na comparação com o trimestre de 2020, denotando o reaquecimento da atividade econômica após período mais crítico da pandemia”, destacou.

E acrescentou: “as operações de capital de giro e trade finance tiveram redução em relação ao trimestre de 2020, período em que originamos crédito por meio do programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas, do Bacen, cujo objetivo era apoiar as médias empresas na obtenção de recursos.”

Por fim, disse que a mudança na composição do mix dos produtos refletiu nos prazos da produção de crédito, especialmente na comparação com o terceiro trimestre de 2020, quando   a originação de recebíveis de curto prazo foi afetada pela pandemia. No terceiro trimestre de 2021, os créditos concedidos tiveram duration menor, com vencimento até 12 meses representando 86% da produção ante 58% no trimestre de 2020.

O Banco Pine está listado na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PINE4.

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