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Irã afirma que negociações sobre acordo nuclear serão retomadas em breve

Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irã, Hossein Amir-Abdollahian, anunciou o regresso do país à mesa das negociações.

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O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irã, Hossein Amir-Abdollahian, anunciou o regresso do país à mesa das negociações, acrescentando, segundo a agência Reuters, que as discussões serão retomadas em breve.

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“Não pretendemos afastar-nos da mesa das discussões, vamos certamente prosseguir com as negociações que servem aos direitos e aos interesses da nossa nação”. disse o chefe da diplomacia iraniana

O ministro afirmou ainda, por ocasião de sua visita a Nova York para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), que o governo iraniano examina os contatos feitos para a retomada das negociações. “Se Deus quiser, voltaremos à mesa na primeira oportunidade”.

Os Estados Unidos e a União Europeia tinham, nesta semana, manifestado sua preocupação à ONU por não haver, por parte do Irã, qualquer indicação concreta sobre as intenções de voltar às negociações, que estão paralisadas desde junho último.

O acordo de Viena, de 2015, prometia suspender as sanções econômicas ocidentais em troca de um compromisso do Irã de não se tornar potência nuclear e de limitar o seu programa nuclear. Mas as obrigações do país prescreviam automaticamente a partir do momento em que os EUA, sob a Administração Trump, em 2018, denunciaram unilateralmente o acordo.

Embora o Irã tenha decidido manter o compromisso na expectativa de que os outros signatários continuassem a honrar o acordo, foi verificando que também eles cediam à pressão norte-americana e , com isso, cancelando progressivamente suas próprias contrapartidas.

* Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

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Autor de ataque na Noruega é levado para centro psiquiátrico

Polícia considerou que ataque que matou cinco pessoas com arco e flecha e outras armas na Noruega como “ato de terrorismo” aleatório.

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Um homem suspeito de ter matado cinco pessoas com arco e flecha e outras armas na Noruega estava sob os cuidados de profissionais de saúde nesta sexta-feira (15), informou a polícia.

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Investigadores identificaram o suspeito como Espen Andersen Braathen, cidadão dinamarquês de 37 anos que passou a maior parte da vida em Kongsberg, onde o ataque ocorreu na quarta-feira (13). Ele admitiu ter assassinado as vítimas.

Braathen foi “transferido para os cuidados dos serviços de saúde depois de uma avaliação da situação de saúde”, disse a polícia, sem entrar em detalhes a respeito de seu estado.

Hoje, um tribunal determinou que ele pode ser mantido em detenção pré-julgamento durante até quatro semanas.

Braathen é convertido ao Islã e mostrou sinais de radicalização, de acordo com a polícia. Ele também tem um histórico de “entrar e sair” de instituições de saúde, acrescentou a corporação.

O suspeito será submetido a uma avaliação psiquiátrica completa, disse seu advogado, Fredrik Neumann, nessa quinta-feira.

A polícia informou que o ataque ocorreu em uma “área ampla” de Kongsberg, cidade e município situado cerca de 70 quilômetros a oeste da capital Oslo.

Quatro mulheres e um homem, de idades entre 50 e 70 anos, foram mortos, e a polícia considerou o ataque um “ato de terrorismo” aleatório. Mais três pessoas, incluindo um policial de folga, ficaram feridas.

Um estudante contou à Reuters como ele e seus amigos se trancaram no quarto, enquanto o agressor tentava entrar em sua casa.

A polícia disse que Braathen está cooperando com a investigação. Um eventual julgamento demorará meses.

O primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Stoere, que venceu as eleições no mês passado e tomou posse na quinta-feira, visitará Kongsberg hoje, junto com a ministra da Justiça, Emilie Enger Mehl.

O número de mortos foi o pior de qualquer ataque na Noruega desde 2011, quando o extremista de direita Anders Behring Breivik matou 77 pessoas, a maioria adolescentes, em um acampamento para jovens.

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Capitão Kirk: astro de ‘Jornada nas Estrelas’ vai ao espaço

“Impressionante como é fina a camada de oxigênio do planeta”, disse William Shatner, famoso por interpretar o Capitão Kirk.

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Pousou exatamente ao meio-dia (horário de Brasília) no Texas (EUA) a cápsula da Blue Origin que levou ao espaço o ator William Shatner, famoso por interpretar o Capitão Kirk nos filmes e na série de ficção científica Jornada nas Estrelas. A aventura durou cerca de 10 minutos, após a decolagem com a ajuda do foguete New Shepard NS-18.

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Nesse tempo, o ator e mais três passageiros tiveram cerca de quatro minutos para apreciar a paisagem com a sensação de gravidade zero. O pouso foi tranquilo e, após pouco mais de dez minutos de procedimentos, a cápsula foi aberta para que os passageiros encerrassem sãos e salvos a aventura.

Aos 90 anos, Shatner tornou-se a pessoa mais velha a ir ao espaço. Ao deixar a cápsula, o ator falou sobre as sensações e surpresas que teve durante o voo.

“Todos no mundo precisam sentir isso. Foi inacreditável. Rapidamente, o céu deixa de ser azul e escurece, e ao olhar para baixo é a Terra que fica azul. Nunca esperei [essas mudanças de cores]. Um azul que vai ficando tão claro e, em um minuto, fica escuro. De repente, se atravessa o azul e se passa a ver o escuro, enquanto a luz está lá embaixo”, disse o ator que, pela primeira vez, experimentou uma sensação real de seu personagem mais famoso.

A experiência proporcionou a ele reflexões filosóficas sobre a fragilidade da vida. “Impressionante como é fina a camada de oxigênio de nosso planeta. Lá em cima vi que fora dela o que haveria [se não fosse o oxigênio da cabine] seria morte”. “É muito importante que todos tenham essa experiência. Foi a mais profunda de toda minha vida. Espero que nunca me recupere do que senti há pouco”.

Shatner acrescentou que a sensação em voo é “muito mais forte do que a simulação”, em especial no estômago, e que isso é assustador.

Além do ator, estavam a bordo três passageiros: Chris Boshuizen, antigo engenheiro da agência espacial norte-americana (Nasa) e cofundador da empresa Planet Labs, que tira fotografias de alta resolução da Terra, utilizando satélites; Glen de Vries, cofundador da Medidata Solutions, empresa de software para a indústria farmacêutica; e Audrey Powers, responsável pelas operações de voo e manutenção de foguetes da Blue Origin.

Esta é a segunda viagem com passageiros da Blue Origin, após o voo realizado em julho com Jeff Bezos, o bilionário norte-americano de 57 anos, dono da empresa.

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OMS diz que ações para o clima na COP26 podem salvar milhões de vidas

OMS e cerca de três quartos dos profissionais de Saúde do mundo pediram que os governos adotem mais ações pelo clima.

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A Organização Mundial da Saúde e cerca de três quartos dos profissionais de Saúde do mundo pediram na última segunda-feira (11) que os governos adotem mais ações pelo clima na conferência global climática COP26, apontando que isso pode salvar milhões de vidas ao ano.

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O relatório da agência sanitária da ONU sobre mudanças climáticas e os pedidos da área por ações transformadoras em todos os setores, incluindo energia, transporte e finanças, aponta que os benefícios de ações ambiciosas em relação ao clima superam de longe seus custos.

“A queima de combustíveis fósseis está nos matando. As mudanças climáticas são a principal ameaça de saúde que a humanidade enfrenta”, afirmou a OMS.

A OMS disse anteriormente que cerca de 13,7 milhões de mortes por ano, ou cerca de 24,3% do total global, aconteceram por conta de riscos ambientais como a poluição do ar e a exposição a químicos.

Não está claro exatamente quantos dessas mortes estão diretamente ligados às mudanças climáticas, embora a diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, Maria Neira, tenha dito que cerca de 80% das mortes por conta da poluição do ar poderiam ter sido prevenidas se suas orientações fossem cumpridas.

As mudanças climáticas também impulsionam algumas doenças infecciosas como a dengue e a malária, causando mortes em algumas das regiões mais pobres do planeta, segundo Diarmid Campbell-Lendrum, diretor da unidade de Mudanças Climáticas da OMS.

“Nossa saúde não é negociável: estamos indo para negociações sobre o clima, estamos negociando muitas coisas, mas a vida de uma só criança, seja ela perdida para a poluição do ar ou para as mudanças climáticas, não é algo que deveria estar na mesa”, disse.

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