Conecte-se conosco

Ações, Units e ETF's

Méliuz (CASH3) desdobra ação, de uma para seis

Foco da medida é facilitar acesso a investidor

Publicado

em

meliuz

Com o objetivo de “conferir melhor patamar para a cotação das ações a fim de torná-las mais acessíveis aos investidores”, o conselho de administração da Méliuz (CASH3) aprovou, na última sexta-feira (22), proposta de desdobramento – na proporção de um para seis – das ações ordinárias de emissão da companhia, cuja votação está marcada para 23 de agosto próximo.

Leia também: Mudança ministerial movimenta mercado

Por essa modalidade, as 133,933 mil ações ordinárias emitidas pela Méliuz serão divididas em seis, reduzindo o preço desses ativos na mesma proporção. Uma vez aprovado o desdobramento, seus acionistas passam a receber cinco novas ações para cada papel correspondente à sua data-base, totalizando em seis ações.

A iniciativa, porém, não implicará aumento efetivo do capital social da companhia, que permanece em R$ 722.177.510,00, agora dividido em 803.598.000 ações ordinárias.

Em outra medida de peso, na semana passada, a Méliuz precificou em R$ 57 uma oferta restrita de ações (follow-on), que permitiu a captação de R$ 1,1 bi, na oportunidade. Nesse caso, a oferta restrita correspondeu à distribuição primária de 7,5 milhões de ações e secundária de 12,7 milhões de papéis.

Maior participação – Em fato relevante, a companhia anunciou a intenção de utilizar os recursos líquidos decorrentes da oferta primária, visando aumentar a participação nos serviços financeiros e no marketplace, assim como avaliar potenciais aquisições de empresas consideradas estratégicas.

De acordo com a Instrução 476 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a oferta de ações da Méliuz se limitará aos investidores profissionais, com adesão de 50, a cada conjunto de 75 consultados.

Na última sexta passada (22), a ação do Méliuz (CASH3) encerrou o pregão da Bovespa (B3SA3) em alta de 4,06% – a R$ 71,28, cada.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Ações, Units e ETF's

Gafisa homologa aumento de capital que passa a R$1.248 bi

Movimento de 27.892.638 milhões de ações

Publicado

em

A Gafisa homologou seu aumento de capital que passou a R$ 1.248.574.113,49, conforme aviso aos acionistas encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, trata-se de subscrições de ações recebidas, totalizando o montante de 27.892.638 milhões.

Também disse que o movimento foi aprovado pelo conselho e que o novo capital social está dividido em 337.445.727 milhões de ações ordinárias.

E acrescentou que considerando que um pequeno número de acionistas que optaram por condicionar a sua subscrição ao atingimento do valor total do aumento de capital deliberado, e o aumento de capital não atingiu este valor máximo.

Gafisa homologa aumento de capital que passa a R$1.248 bi

Gafisa

Ainda de acordo com o documento, a companhia procederá à restituição dos valores subscritos por esses acionistas, no valor de R$ 51.320,79 mil – equivalente a 11.181 ações – que será transferido no dia 29 de setembro de 2021.

Esta restituição não afeta os valores descritos no parágrafo anterior.

“A Gafisa reitera todas as informações relativas às ações emitidas expostas no Aviso aos Acionistas originalmente apresentado em 19 de julho 2021 – conforme ajustado – e reforça que os direitos e vantagens atribuídos às ações ordinárias emitidas são os mesmos das demais ações ordinárias que compõem o capital social da companhia.

A Gafisa está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker GFSA3.

Veja o documento:

Gafisa homologa aumento de capital que passa a R$1.248 bi

Continue lendo

Ações, Units e ETF's

Ibovespa fecha em queda de 3,05%, aos 110.123,85 pontos

O dólar encerrou em alta de 0,85%, a R$ 5,4243

Publicado

em

Crédito: Suno

O Ibovespa fechou em queda de 3,05%, aos 110.123,85 pontos, com volume financeiro forte de R$ 39,5 bilhões.

De acordo com o BTG Pactual, a bolsa brasileira foi influenciada pelo mau humor generalizado no exterior e temor fiscal no Brasil.

Em Nova York, o Dow Jones caiu 1,10%, aos 34.487,38 pontos, e o S&P 500 caiu 1,59%, aos 4.372,68. O Nasdaq também caiu 2,26%, aos 14.632,35.

Para se ter ideia, o impasse do Congresso norte-americano para aprovar a elevação do teto da dívida pode contribuir para um default histórico, o que levou investidores a buscar posições defensivas.

O dólar, por sua vez, encerrou em alta de 0,85%, a R$ 5,4243, depois de oscilar entre a mínima de R$ 5,3891 e a máxima de R$ 5,4508.

Já o rendimento dos Treasuries volta a disparar. O Note-10 anos projeta 1,5366% (de 1,4829% da véspera) e T-Bond 30 anos, 2,0817% (de 1,9979%).

Ibovespa: empresas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#BEEF3 +1,75% (R$ 10,48)
📈#BRFS3 +0,99% (R$ 26,54)
📈#MRFG3 +0,25% (R$ 24,34)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#BIDI11 -11,82% (R$ 51,77)
📉#BIDI4 -11,70% (R$ 17,29)
📉#CASH3 -8,65% (R$ 6,02)

Petrobras

No cenário doméstico, a Petrobras anunciou ajuste no preço do diesel A para as distribuidoras a partir de quarta-feira (29). Conforme a petroleira, o valor passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, um reajuste médio de R$ 0,25 por litro.

A companhia justificou a medida dizendo que o ajuste reflete parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo e da taxa de câmbio.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou na segunda-feira (27) 218 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 594.702 desde o início da pandemia.

Trata-se do menor registro de vítimas em um dia desde 22 de novembro (quando tivemos 181 mortes), pouco mais de 10 meses atrás. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 524.

Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +1% e aponta estabilidade.

Continue lendo

Ações, Units e ETF's

Crise chinesa e discurso do Fed pressionam Ibovespa: -0,53%

Solução para pré-falida Evergrande e pronunciamento de Jerome Powell pesam no índice

Publicado

em

Crédito: Investing

Enquanto o imbróglio imobiliário chinês (vide falida Evergrande) não se resolve, a aversão ao risco cresce, o petróleo dispara e as taxas de juros, idem, não resta outra alternativa ao Ibovespa, a não ser operar em queda de %, às 10h39 a 112.980,46 pontos.

Hora de garimpar – Ao longo do dia, o mercado ‘garimpa’ pistas sobre o ritmo de retirada do programa de estímulos monetários por parte do Federal Reserve (Fed) à economia norte-americana – de US$ 120 bilhões sacados do Tesouro ianque – por meio de declarações, nessa terça-feira (28), no Senado, do presidente da instituição, Jerome Powell. No plano doméstico, o foco é no teor da ata do Copom pelo Banco Central (BC).

Continue lendo

MAIS ACESSADAS