Economia
Para evitar greve, caminhoneiros pedem nova política de preços do diesel
Se as reivindicações não forem atendidas, categoria marcou paralisação nacional na próxima segunda-feira, 1º; saiba mais.
Os caminhoneiros querem apresentar ao governo federal uma nova proposta de preço do óleo diesel. Nela, eles criticam a política de paridade de importação (PPI), adotada pela Petrobras, e sugerem a política de paridade de exportação (PPE), com base apenas em custos internos.
Leia mais: Sem diálogo com Bolsonaro, greve dos caminhoneiros começa na segunda
A categoria também propõe um acerto de contas anual entre o governo e a Petrobras. Com isso, os preços dos combustíveis ficariam estáveis para os brasileiros, havendo somente reajustes a cada três meses. A retração seria de 45% no preço da gasolina, de 27% no preço do óleo diesel e de 23% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP).
Outra sugestão defendida pelos caminhoneiros diz que o preço dos combustíveis deve ser constituído apenas por um somatório de custos de produção mais margem de lucro, que deve ser reduzidas pela metade.
Modelo de preços da Petrobras
A política adotada pela Petrobras, que atrela seu preços às cotações internacionais do petróleo e ao câmbio, gera instabilidade e oscilações expressivas no preço do óleo diesel interno, segundo interpretação dos caminhoneiros.
Para a categoria, o combustível é responsável por 39% do custo total de transporte, o que representa a principal despesa do setor rodoviário. Com isso, os sucessivos ajustes da estatal têm afetado a sustentabilidade financeira ds trabalhadores.
Atualmente, o valor final dos combustíveis é composto pelo valor cobrado pela Petrobras nas refinarias – subordinado ao preço do barril do petróleo no mercado internacional e ao câmbio – acrescido dos tributos federais (PIS/Pasep, Cide e Cofins), estaduais (ICMS), além das margens de obtidas com a distribuição e revenda.
O pedido de mudança na política de preços da Petrobras é uma das principais exigências dos caminhoneiros, que se preparam para entrar em greve a partir de segunda-feira, 1º, caso não haja um acordo com o governo e as reinvindicações não sejam atendidas.

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