Investimentos
PGBL x VGBL: Qual o melhor plano de previdência privada?
Quando se fala sobre previdência privada, é necessário saber suas principais características e vantagens.
O PGBL e o VGBL são investimentos bastante populares entre os brasileiros que buscam meios de complementação da renda no futuro, já que se tratam de previdências privadas. Mas, para escolher, é necessário saber o funcionamento delas, bem como conhecer suas principais características.
PGBL
O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é um dos principais tipos de previdência privada ofertados no Brasil. É um investimento comumente oferecido por bancos, corretoras, seguradoras e instituições financeiras. Normalmente, o PGBL é escolhido por quem faz a declaração do Imposto de Renda completa, e contribui regularmente para a previdência social.
É um plano de previdência aberto, ou seja, qualquer pessoa pode fazer aportes. Além disso, apresenta bons resultados tributários em situações nas quais o dinheiro fica aplicado por longos períodos. Assim, o PGBL é indicado para quem está planejando a aposentadoria ou uma poupança para os filhos pequenos.
VGBL
O Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é um tipo de previdência privada que também atua como seguro de vida e possui cobertura por sobrevivência. É indicado para quem faz a declaração simplificada do Imposto de Renda, ou quer investir mais que 12% da renda bruta anual tributável.
Um dos benefícios do VGBL, é que o imposto é calculado apenas sobre o ganho de capital.
Período de carência e resgate
Qualquer plano de previdência privada possui um prazo mínimo de carência. Este período é registrado em contrato e o investidor precisa respeitar o prazo estabelecido para fazer o resgate ou comunicar a portabilidade.
O mais comum é que a carência da previdência privada seja de no mínimo 60 dias para operações de resgate, ou no máximo 24 meses para operações de resgate.
As tributações
Tanto no VGBL quando no PGBL são cobradas três taxas: administração e carregamento pelo banco ou instituição financeira, e Imposto de Renda, cobrado pelo governo.
A taxa de administração é um valor cobrado sobre o total investido. A taxa de carregamento, por outro lado, incide sobre cada aplicação realizada para a previdência privada.
No caso do Imposto de Renda, a cobrança é feita sobre a rentabilidade final da aplicação, funcionando de acordo com a porcentagem tributada pela tabela, que pode ser regressiva ou progressiva. Confira a seguir.
Tabela regressiva
Tempo | Tributação (%) |
Até 2 anos | 35% |
De 2 a 4 anos | 30% |
De 4 a 6 anos | 25% |
De 6 a 8 anos | 20% |
De 8 a 10 anos | 15% |
Acima de 10 anos | 10% |
Tabela progressiva
Aplicação | Tributação (%) |
Até R$ 22.847,76 | – |
Do valor anterior até R$ 33.919,80 | 7,5% |
De R$ 33.919,92 até R$ 45.012,60 | 15% |
De R$ 45.012,72 até R$ 55.976,16 | 22,5% |
Acima de R$ 55.976,16 | 27,5% |
Agora que as principais vantagens e desvantagens do PGBL e VGBL foram explicadas, é o momento de escolher. Lembre-se: quando se trata de previdência privada, quanto mais cedo, melhor.

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