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Finanças

PicPay rende mais do que o Nubank? Veja comparativo

Rentabilidade de contas nas fintechs está atrelada ao CDI. O índice serve como base para mensurar rendimento anual de alguns investimentos.

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Conta PicPay

Tanto o PicPay quanto o Nubank oferecem serviços digitais para o seu público. As fintechs têm conquistado espaço no mercado financeiro e ganhado adeptos por conta da praticidade, segurança e economia nas soluções, com isenção de taxas e rendimento. E ao falar sobre rentabilidade, muitas dúvidas pairam sobre qual o melhor investimento. Entenda um pouco mais sobre cada uma das empresas.

Apesar de parecerem dois segmentos iguais, há uma distinção entre o Nubank e o PicPay. O Nubank é considerado um banco digital, ou seja, disponibiliza operações bancárias para seus usuários. Já o PicPay, embora tenha funcionalidades semelhantes, atua como uma carteira virtual.

A conta digital do Nubank possui o rendimento acima da poupança, de 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Dependendo da opção, como a de “Guardar Dinheiro”, a conta do Nubank pode ter rendimento superior.

A princípio, o PicPay apresentava igual rendimento do Nubank, de 100% do CDI. Porém, em 2020 anunciou o acréscimo na rentabilidade da carteira, indo para 210% do CDI. A condição era válida até dezembro do ano passado, mas devido ao sucesso, a promoção foi estendida até o final de março.

O CDI é um índice usado para determinar o rendimento anual de algumas modalidades de investimento. Emitido por algumas instituições financeiras, o seu intuito é transferir valores para outros bancos em um curto intervalo de tempo.

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Bancos

Inflação de fevereiro dobra ante janeiro e mercado eleva estimativa para 2021

Analistas elevaram estimativa para este ano pela oitava semana seguida

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Inflação

IPC-S registra inflação de 0,54% em fevereiro, o dobro da observada em janeiro

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou fevereiro deste ano em 0,54%. A taxa de inflação é o dobro da observada em janeiro (0,27%). De acordo com os dados divulgados hoje (1º) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-S acumula taxa de inflação de 5,42% em 12 meses.

Cinco das oito classes de despesa que compõem o IPC-S tiveram aumento da taxa na passagem de janeiro para fevereiro, com destaque para os transportes, cujo índice subiu de 1,53% para 2,29% no período. Um dos itens que mais contribuíram para esse resultado foi a gasolina, cuja taxa passou de 4,70% em janeiro para 6,90% em fevereiro.

IPC-S registra inflação de 0,54% em fevereiro, o dobro da observada em janeiro

IPC-S

Outros dois grupos tiveram aumento da taxa de inflação: saúde e cuidados pessoais (de 0,19% para 0,29%) e despesas diversas (de 0,23% para 0,24%). Dois grupos passaram de deflação (queda de preços) em janeiro para inflação em fevereiro: habitação (de -0,29% para 0,08%) e vestuário (de -0,39% para 0,03%).

Por outro lado, três grupos tiveram queda na taxa: educação, leitura e recreação (de 0,58% para 0,12%), alimentação (de 0,16% para 0,09%) e comunicação (de -0,02% para -0,07%).

O IPC-S é calculado com base em preços coletados semanalmente em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Inflação

Os analistas das instituições financeiras elevaram a estimativa de inflação para 2021 pela oitava semana seguida e também passaram a prever o início do processo de alta do juro básico da economia em meados de março.

As informações estão no boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a expectativa do mercado para este ano passou de 3,82% para 3,87%.

Com o novo aumento, a expectativa de inflação do mercado continua acima da meta central deste ano, de 3,75%. Pelo sistema de metas, não haverá descumprimento se a inflação oscilar entre 2,25% e 5,25% em 2021.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

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Finanças

Dados e número de cartões de 12 milhões de brasileiros podem estar expostos em novo vazamento

Informações expostas vêm da base de dados das marcas Eduzz, Nutror, Alumy, Blinket e Jobzz.

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Vazamento de dados

Aproximadamente 12 milhões de brasileiros podem estar com suas informações e números de cartões de créditos expostos na internet. As informações foram colocadas à venda na quinta-feira, 25. O criminoso publicou uma amostra do pacote roubado, apresentando dados como nome, e-mail, telefone, CPF ou CNPJ, senhas de acesso e números de cartões de crédito. O pacote completo está sendo vendido por US$ 50 mil.

De acordo com o anúncio, os dados foram coletados em fevereiro de 2021. As informações na amostra, contudo, estão com “rasuras digitais”. Segundo a empresa de cibersegurança Syhunt, não há como saber se os dados estão incompletos ou se a rasura é uma forma de assegurar exclusividade apenas para quem comprar. 

Segundo o post no fórum, as informações vêm da base de dados das marcas Eduzz, Nutror, Alumy, Blinket e Jobzz. As políticas de privacidade dessas páginas na internet redirecionam ao site da Eduzz, que aparece como administradora do grupo.

Felipe Daragon, fundador da Syhunt, explica que, caso seja comprovado o vazamento, este não deve ser tão impactante, ao contrário dos anteriores: “Os dados são relativos a esse conjunto de sites. É diferente dos outros vazamentos, que tinham alcance muito mais amplo”, ressaltou em entrevista ao Estadão. 

No entanto, ele ressalta que o grande número de pessoas atingidas é “preocupante”. Isso porque, como pode haver exposição de senhas no pacote, é possível chegar a outras contas na internet. “Os usuários costumam reutilizar as senhas em outros sites e isso pode comprometer o e-mail principal do indivíduo, por exemplo.”

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Finanças

4 cartões de crédito com juros retroativos menores que o Nubank

Cartões de créditos do Banco Inter, next, C6 Bank e digio contam com tarifas retroativas mais baixas que o Nubank.

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Banco Inter

Ainda que o Nubank tenha uma tarifa de juros retroativos bem menor do que os bancos tradicionais, sendo de 385,17% ao ano, há outras opções com taxas mais baixas que a fintech. Estes 4 cartões de crédito também possuem isenção de anuidade. Confira. 

Banco Inter Gold

Essa opção do Banco Inter é um cartão múltiplo, internacional e sem anuidade, disponível para todos os usuários que forem aprovados na análise de crédito. Por se tratar de uma opção internacional, os clientes têm facilidade em compras no exterior. O cartão possui um dos menores juros retroativos, com apenas 143,55% ao ano. 

next

Além de oferecer um cartão de crédito internacional, totalmente digital e sem anuidade, a taxa de juros retroativos é de 210,43% ao ano, ou seja, relativamente atrativa se comparado a outras opções. O next também conta com descontos em lojas parceiras e programa de pontos Vai de Visa. 

C6 Bank

Oferecendo cartão de crédito internacional sem anuidade, a tarifa de juros retroativos da fintech é de 268,91%. Além disso, os clientes contam com programa C6 Átomos, no qual é possível acumular pontos que podem ser trocados por produtos na C6 Store. 

digio

Assim como nas outras opções apresentadas, o digio também disponibiliza cartão de crédito sem anuidade e com controle das finanças através do aplicativo. A tarifa de juros retroativos é de 271,81% ao ano, ou seja, consideravelmente menor que o Nubank.

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