Investimentos
Quanto rende um investimento de R$ 1 mil em poupança, Tesouro e fundo com a Selic a 3,5%?
Com o aumento da Selic, veja quanto rende R$ 1 mil investidos na bolsa, na poupança, em fundos e em títulos públicos.
A taxa de juros básica (Selic) foi elevada para 3,5% na última quarta-feira, 5, após reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Para quem investe, agora é a hora de pegar papel e caneta para calcular se ainda vale deixar o dinheiro onde ele está.
Para simplificar essa conta, o professor Michael Viriato, do Insper, fez as contas para saber quanto rende R$ 1 mil investidos na bolsa, na poupança, em fundos e em títulos públicos. Confira abaixo suas considerações.
Um fundo de índice que replica o Ibovespa continua sendo a opção mais rentável dentre as opções anteriores. Um investimento de R$ 1 mil pelo prazo de dois anos resultaria em cerca de R$ 1.149,72. Vale lembrar que a análise foi realizada com base em expectativas do mercado, ou seja, esse cenário pode ou não se confirmar.
Se o objetivo for fazer uma aplicação por até seis meses, a poupança sai na frente tanto de um CDB de grande banco que paga 90% do CDI, quando de fundo DI com taxa de administração de 0,5%
Veja abaixo a tabela comparativa (assumindo expectativas do mercado):
Fonte: CNN Business
Leia mais: Copom eleva taxa básica de juros da economia para 3,5% a.a.

-
Tecnologia6 horas atrás
5 ajustes essenciais em celulares Samsung que todo dono deve fazer
-
Mundo14 horas atrás
Musk deve deixar o governo Trump em breve, diz jornal
-
Cotidiano2 dias atrás
Feriados de abril: veja quais caem em dias úteis e podem virar descanso prolongado
-
Empresas2 dias atrás
Prosegur pretende investir 5 milhões de euros no Brasil
-
Agronegócio1 dia atrás
Não mate sua planta! Veja dicas essenciais para cuidar da zamioculca
-
Empresas2 dias atrás
Taurus adquire fabricante turca de armas Mertsav
-
Investimentos1 dia atrás
Com alta da Selic, quais investimentos se tornam mais atrativos?
-
Economia2 dias atrás
Fim dos apps de banco? Ex-presidente do BC fala sobre próxima revolução financeira