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Randon anuncia pagamento de juros sobre capital próprio (JCP)

Serão R$ 43.853.653,77

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Randon encerra com queda

A Randon anunciou pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), conforme aviso aos acionistas encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o movimento foi aprovado pelo conselho e diz respeito ao montante de R$ 43.853.653,77, correspondentes ao valor bruto de R$ 0,13316 por ação ordinária e preferencial e imputados aos dividendos relativos ao exercício social a ser encerrado em 31 de dezembro de 2021.

Também disse que terão direito ao recebimento dos JCP todos os titulares de ações da Companhia na base acionária de 23 de julho de 2021, mesma data em que será realizado o crédito nos registros contábeis da companhia.

E acrescentou que as ações passarão a ser negociadas “ex dividendos” a partir de 26 de julho de 2021.

Randon (RAPT4): Planner recomenda compra e ajusta preço-alvo para R$ 15,20

Randon

Ainda de acordo com o documento, conforme legislação vigente, os JCP estão sujeitos à incidência de imposto de renda conforme aplicável a cada caso, os quais serão distribuídos e pagos aos acionistas nas proporções de suas participações no capital social da companhia, sendo que não farão jus aos JCP as ações mantidas em tesouraria.

O pagamento ocorrerá por meio da instituição depositária das ações – Banco Bradesco, mediante crédito automático para acionistas correntistas e acionistas que já tenham informado ao Banco Bradesco o número de seu CPF ou CNPJ e a respectiva conta bancária.

Os acionistas que não tenham feito essa indicação deverão se dirigir a uma agência do Banco Bradesco para atualização dos dados cadastrais.

“Informamos que os acionistas detentores de ações custodiadas na B3 receberão os JCP por intermédio de seus agentes de custódia”, frisou.

A Randon está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker RAPT3.

Veja o documento:

Randon anuncia pagamento de juros sobre capital próprio (JCP)

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Empresas

Moody’s concede upgrade à nota de crédito da Petrobras

De “Ba2“ para “Ba1”

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A agência de classificação de risco Moody’s concedeu upgrade à nota de crédito da Petrobras, conforme documento encaminhado ao mercado pela petroleira.

De acordo com a companhia, a Moody’s elevou sua nota de crédito em 1 nível, de “Ba2“ para “Ba1”, com perspectiva estável.

Também disse que a agência também elevou o rating intrínseco da companhia em 1 nível, de “ba2” para “ba1”.

E acrescentou que com este upgrade a Petrobras é classificada um nível acima do governo brasileiro, o que, segundo a Moody’s, decorre do perfil de crédito superior da companhia, incluindo a comprovada resiliência em condições econômicas e de negócios adversas.

Petrobras

Ainda de acordo com o documento, o Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobras Rodrigo Araujo Alves considera que “o upgrade mostra o reconhecimento da Moody’s aos esforços para melhorar nossas finanças e otimizar operações. Lembrando que em 2015 tínhamos uma dívida superior a US$ 130 bilhões, desconsiderando arrendamentos. Se os incorporarmos, estamos falando de mais de US$ 150 bilhões de dívida bruta. No 2T21, esse número foi reduzido para US$ 64 bilhões, o que representa uma redução da ordem de US$ 90 bilhões, equivalente ao valor de mercado de várias empresas de grande porte. Toda essa trajetória é sustentada por uma estratégia consistente, um portfólio resiliente e ações para tornar a Petrobras uma empresa cada vez mais forte”.

Moody’s

A Moody’s destacou que a decisão pela elevação da nota da Petrobras foi baseada principalmente no histórico de melhorias em seu desempenho operacional e financeiro, que resultaram em sólidas métricas de crédito. Adicionalmente, a agência considera que a disciplina operacional e financeira continuarão a favorecer a geração de caixa e a estrutura de capital e que outros fatores como a boa liquidez, o perfil confortável de amortizações e o amplo acesso a mercados de capitais globais também foram importantes para o upgrade.

A companhia está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PETR4.

Veja o documento:

Moody’s concede upgrade à nota de crédito da Petrobras

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Bancos

Bradesco e Enel X fecham acordo para construção de 9 usinas de energia solar

Geraçao distribuída

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Crédito: Veja

O Bradesco e a Enel X firmaram contrato para o desenvolvimento e construção de nove usinas fotovoltaicas de geração distribuída nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Goiás.

De acordo com a instituição financeira, com capacidade instalada total de 11 MWpm as plantas serão responsáveis por gerar energia limpa para mais de 300 agências do Bradesco nos três estados.

Também disse que o acordo foi estabelecido pelo prazo de 10 anos, com possibilidade de prorrogação do prazo contratual.

E acrescentou que o projeto de geração distribuída da Enel X para o Bradesco reafirma o compromisso sustentável de ambas as empresas, uma vez que vai evitar a emissão anual de cerca de 12 mil toneladas de CO², o que corresponde à neutralização que seria obtida a partir do plantio de cerca de 86 mil árvores.

Bradesco

Ainda de acordo com a instituição financeira, as plantas estão sendo instaladas nos municípios de Quixeré, no Ceará; Buriti Alegre, em Goiás; e Seropédica e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

Ao todo, serão 18.550 painéis solares, distribuídos em uma área total de 246.431 metros quadrados. A previsão é que as usinas iniciem as operações em junho de 2022.

“Em 2020, assumimos o compromisso de, a partir do fim do mesmo ano, ter 100% das operações do Bradesco abastecidas por energia de fontes renováveis. Com esse objetivo já conquistado, nos tornamos uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar a transição”, explica Adelmo Romero Perez Junior, Diretor do Departamento de Patrimônio do Bradesco. Essa parceria reafirma a preocupação do banco com as mudanças climáticas e está em linha com o esforço de se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

​“O acordo com o Bradesco demonstra a competitividade deste modelo de negócio. A construção de usinas solares de geração distribuída é um dos focos da Enel X no Brasil e nos ajuda em nossa missão de auxiliar empresas de todos os portes e segmentos a atingirem suas metas de descarbonização, em linha com a relevância e a urgência da agenda ESG”, afirma Francisco Scroffa, Responsável da Enel X no Brasil. “Oferecemos aos nossos clientes soluções tecnológicas que garantem uma gestão inteligente e sustentável do consumo energético, com foco no controle de custos, previsibilidade e redução de riscos”.

Geração distribuída

A Enel X, por meio da linha de negócios e-Industries, oferece o serviço de geração distribuída para empresas, permitindo que geradores privados realizem a troca da energia produzida com a rede elétrica.

Por meio desta e de outras soluções integradas em energia, é possível reduzir a conta de energia de forma significativa e contribuir para a sustentabilidade do sistema elétrico ao utilizar uma fonte renovável de energia, auxiliando clientes comerciais e industriais na jornada da transição energética.

Após a instalação, a economia é imediata e os painéis duram por mais de 25 anos. Ao todo, a Enel X possui cerca de 13,2 MWp em sistemas de geração distribuída solar instalados no Brasil.

Contexto de mercado

O Brasil está na lista dos dez países que mais instalaram sistemas de energia solar no mundo em 2020 e em primeiro lugar na América Latina com 3,15 gigawatts em novos empreendimentos no ano passado. Dessas instalações, 80% são consideradas de pequeno porte, com placas solares em telhados para o atendimento da demanda de clientes residenciais e pequenas empresas. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nos próximos dez anos, a mini e a microgeração distribuídas podem ultrapassar 40 gigawatts (GW) no Brasil.

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Economia

Pronampe registra queda de inadimplência em agosto

Recuo foi de 0,9% em relação a julho e de 3% para igual mês de 2020

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Crédito: AIC contadores

Criado em regime de emergência, durante a pandemia, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) observou queda na inadimplência do segmento em agosto. Estudo elaborado pelo Serasa Experian aponta que o número de pequenas e médias empresas em situação de inadimplência no mês passado era de 5,33 milhões, contingente 0,9% abaixo do registrado em julho e 3% menor  do que agosto de 2020.

Socorro oportuno – Na avaliação de técnicos do Pronampe, o bom resultado reflete o ‘socorro’ prestado pelo governo federal, que destinou, no ano passado, cerca de R$ 5 bilhões para manter a liquidez de empresas em dificuldades decorrentes da crise econômica provocada pela sanitária.

Micro e pequenas – Linha de crédito concebida pelo governo federal, o Pronampe atende microempresas com faturamento anual até R$ 360 mil e pequenas empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

Limite de 30% – Pela sistemática do programa, os empréstimos por ele concedidos podem corresponder até 30% da receita bruta anual registrada em 2019, além de atendimento a negócios em funcionamento por um período inferior a um ano, limitados à metade do capital social ou a 30% da média do faturamento mensal.

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