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Economia

Sebrae e Magalu firmam parceria para qualificar 100 mil pequenos negócios

Mais de 1.500 empresas de Pernambuco e São Paulo já foram qualificadas pelo projeto.

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Magazine Luiza e Sebrae

Em meio à pandemia de covid-19, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Magazine Luiza fecharam uma parceria para capacitar 100 mil micro e pequenas empresas. O intuito é preparar e conectar os empreendedores ao mercado digital para que tenham sucesso em marketplace até o final de 2021. Mais de 1.500 empresas de Pernambuco e São Paulo, onde ocorreu a 1ª fase do projeto-piloto, já foram qualificadas. 

Segundo o analista de competitividade do Sebrae, Flávio Petry, no Portal Sebrae é oferecido diversos conteúdos, conforme a maturidade digital do negócio. “Primeiramente, o empreendedor faz um diagnóstico do nível de digitalização do negócio e, a partir daí, são oferecidas diversas soluções para atender as demandas específicas que ele tem para se inserir no ambiente digital, inclusive a possibilidade dos canais de marketplaces”, informou.

Ainda de acordo com o analista, o elo entre as instituições possibilita o monitoramento do desempenho de pequenos empreendimentos dentro da plataforma Parceiro Magalu. “Estamos coletando informações que serão fundamentais para propor novas soluções para que os empresários melhorem cada vez mais o desempenho dentro dos marketplaces”, completou. Ele alega que, por meio de uma análise inicial, foi identificado que 60% das pequenas empresas, dentro da ferramenta do Magalu, foram atendidas pelo Sebrae. 

No setor destinado à parceria do Portal Sebrae, os empresários possuem acesso a cursos online gratuitos. Entre os temas ofertados estão marketplace, estratégias para aumentar as vendas online, ferramentas digitais, entre outros. Caso queira obter mais informações sobre a parceria Sebrae e Magalu, consulte o site.

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Empresas

MP da privatização da Eletrobras recebe emendas de parlamentares

O documento foi entregue pelo presidente Bolsonaro aos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco

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Deputados e senadores apresentaram 570 emendas ao texto da Medida Provisória (MP) 1.031/21, que trata da privatização da Eletrobras (ELET6), dia 25.

O texto sugere que o modelo de privatização da companhia deverá ocorrer por meio de aumento da oferta de ações ao mercado, de modo que a União, que hoje tem 60% da estatal, tenha sua participação acionária reduzida e passe a ser acionista minoritária. A União poderá também promover oferta pública de ações de sua propriedade.

A MP foi entregue pelo presidente Jair Bolsonaro aos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, na última terça (23).

Ações da Eletrobras

Eletrobras: o texto

O texto mais recente é bem parecido com o de outras duas propostas que tiveram a mesma finalidade: o projeto de lei proposto pelo governo Bolsonaro no final de 2019 que acabou não avançando no Congresso, e com o proposto pelo governo Temer, no início de 2018, que foi arquivado.

A diferença é que a MP tem tramitação mais célere e, por isso, pode ajudar a destravar a discussão. Por enquanto, ainda não há definição de relatores da proposta na Câmara e no Senado.

Para evitar problemas no processo, um dos únicos poderes imediatos da vigência da MP da Eletrobras é a liberação para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iniciar estudos sobre o modelo de privatização da estatal. Fora isso, as outras medidas só terão efeito depois que o texto for aprovado e sancionado.

A empresa

A Eletrobras é uma sociedade de economia mista e de capital aberto sob controle acionário do Governo Federal brasileiro e atua como uma holding, dividida em geração, transmissão e distribuição, criada em 1962 para coordenar todas as empresas do setor elétrico.

Veja ELET6 na Bolsa:

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Bancos

Inflação de fevereiro dobra ante janeiro e mercado eleva estimativa para 2021

Analistas elevaram estimativa para este ano pela oitava semana seguida

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Inflação

IPC-S registra inflação de 0,54% em fevereiro, o dobro da observada em janeiro

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou fevereiro deste ano em 0,54%. A taxa de inflação é o dobro da observada em janeiro (0,27%). De acordo com os dados divulgados hoje (1º) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-S acumula taxa de inflação de 5,42% em 12 meses.

Cinco das oito classes de despesa que compõem o IPC-S tiveram aumento da taxa na passagem de janeiro para fevereiro, com destaque para os transportes, cujo índice subiu de 1,53% para 2,29% no período. Um dos itens que mais contribuíram para esse resultado foi a gasolina, cuja taxa passou de 4,70% em janeiro para 6,90% em fevereiro.

IPC-S registra inflação de 0,54% em fevereiro, o dobro da observada em janeiro

IPC-S

Outros dois grupos tiveram aumento da taxa de inflação: saúde e cuidados pessoais (de 0,19% para 0,29%) e despesas diversas (de 0,23% para 0,24%). Dois grupos passaram de deflação (queda de preços) em janeiro para inflação em fevereiro: habitação (de -0,29% para 0,08%) e vestuário (de -0,39% para 0,03%).

Por outro lado, três grupos tiveram queda na taxa: educação, leitura e recreação (de 0,58% para 0,12%), alimentação (de 0,16% para 0,09%) e comunicação (de -0,02% para -0,07%).

O IPC-S é calculado com base em preços coletados semanalmente em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Inflação

Os analistas das instituições financeiras elevaram a estimativa de inflação para 2021 pela oitava semana seguida e também passaram a prever o início do processo de alta do juro básico da economia em meados de março.

As informações estão no boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a expectativa do mercado para este ano passou de 3,82% para 3,87%.

Com o novo aumento, a expectativa de inflação do mercado continua acima da meta central deste ano, de 3,75%. Pelo sistema de metas, não haverá descumprimento se a inflação oscilar entre 2,25% e 5,25% em 2021.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

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Ações, Units e ETF's

Hypera Pharma registra lucro líquido de R$314,9 mi no 4º trimestre

Os dados apontam que a empresa também registrou crescimento de 22,2% e 24,1% na receita líquida do trimestre e do ano

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Claudio Bergamo deixa Hypera

A farmacêutica Hypera Pharma (HYPE3) registrou lucro líquido de R$ 314,9 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 31,9% em relação ao mesmo período de 2019. Em todo o ano, a empresa somou lucro total de R$ 1,295 bilhão, crescimento de 11,3% na comparação com o ano anterior.

A companhia atingiu Ebitda (juros, impostos, depreciação e amortização) das operações continuadas de R$ 349 milhões, avanço de 55,7% ante o mesmo intervalo de 2019. No ano passado, o Ebitda das operações foi de R$ 1,440 bilhão, aumento de 19,4% em relação aos 12 meses de 2019.

Hypera Pharma (HYPE3) reporta lucro líquido de R$314,9 mi no 4º trimestre

Hypera: dados

Os dados apontam que a empresa também registrou crescimento de 22,2% e 24,1% na receita líquida do trimestre e do ano, respectivamente. A empresa atingiu fluxo de caixa operacional de R$ 195,2 milhões no trimestre (alta de 42%) e recorde de R$ 1,183 bilhão em 2020, atingindo crescimento anual de 43,6%.

Segundo a Hypera, o ramo de Similares e Genéricos foi o principal destaque do ano, com forte expansão de duplo dígito de venda direta (sell-out) desde o início da pandemia da covid-19. A companhia diz que o crescimento foi favorecido pela plataforma de distribuição da empresa, que alcança todos os pontos de venda do País, e pelas novas iniciativas para aumento da visibilidade da marca Neo Química, como o acordo para exploração dos naming rights da Arena Corinthians por 20 anos, que passou a se chamar Neo Química Arena.

A farmacêutica também destaca a aquisição da família de medicamentos Buscopan, concluída ao final do terceiro trimestre de 2020, e que apresentou crescimento do sell-out de 14,4%, desempenho superior ao apresentado antes da conclusão da aquisição.

Veja HYPE3 na Bolsa:

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